Projetar em cidades distantes, das mais variadas regiões, se tornou algo muito mais acessível graças a Brandon Liu, um programador de San Francisco, que usou dados do OpenStreetMap para criar arquivos .DXF das 241 maiores cidades do mundo. O mais interessante é que esses arquivos estão disponíveis gratuitamente para download!
Porto Alegre tem uma das maiores restrições ao aproveitamento do solo entre todas capitais brasileiras. Imagem: Anthony Ling
O Brasil urbano é feio demais. Por que isso aconteceu? Alguns acusam “a ausência de planejamento urbano e de zoneamento, os gabaritos manipulados, o poder nefasto das empreiteiras e construtoras influindo na elaboração dos planos diretores”.
A World Design Organization elegeu Valência, na Espanha, como a próxima capital mundial do design para o ano de 2022. A cidade superou Bangalore, na Índia, na etapa final de seleção.
A história e a arquitetura de Burkina Faso são duas coisas profundamente vinculadas à paisagem natural deste pequeno país da África Ocidental. Geograficamente, Burkina Faso ocupa um extenso planalto com savanas e algumas florestas esparsas. Mais de dois terços da população ainda vive em comunidades rurais e, como tal, a arquitetura contemporânea burquinense é o produto da engenhosidade do seu povo, desenvolvida através da apropriação de sistemas construtivos e materiais locais ao longo do tempo.
Junya Ishigami é um dos mais proeminentes jovens arquitetos japoneses da atualidade, tendo conquistado reconhecimento por sua abordagem experimental em relação ao projeto. Sensível às especificidades locais, Ishigami coloca no centro do debate da arquitetura questões fundamentais à profissão, mas que por vezes passam batido na prática arquitetônica cotidiana. Tempo, tensão e liberdade de alguma forma permeiam sua produção, tornando-se aspectos visíveis em muitas de suas obras recentes.
Rendering of HAUT. Imagem Cortesia de Team V Architectuur
Ao longo dos últimos anos, o desenvolvimento de novas tecnologias e o aumento da procura por materiais e sistemas construtivos mais sustentáveis têm impulsionado o uso de estruturas de madeira na arquitetura do século XXI. Sistematicamente, a madeira se firmou como uma alternativa ao concreto e o aço, passando a ser amplamente utilizada também em projetos de arranha-céus e edifícios em altura. Ao longo dos últimos seis anos foram construídos - ou estão sendo construídos - mais de 44 edifícios em altura com estruturas de madeira. Segundo definição do Council on Tall Buildings and Urban Habitat, podem ser considerados arranha-céus edifícios construídos com estruturas de madeira com mais de quatorze pavimentos ou cinquenta metros de altura. Exemplos notáveis já foram notícia aqui no Archdaily Brasil, como o Edifício T3 desenvolvido em parceria entre a Michael Green Architecture e o DLR Group e a Torre HAUT, projetada pelo Team V Architectuur.
https://www.archdaily.com.br/br/924518/estruturas-de-madeira-sao-o-futuro-dos-arranha-ceusLilly Cao
Hong Kong tem um dos skylines mais impressionantes do mundo: arranha-céus contemporâneos se elevam em meio às montanhas e ao porto, casas antigas aninhadas entre estruturas futuristas, luzes de neon, paisagens quase distópicas. Mas entre as inúmeras arquiteturas notáveis de Hong Kong, seus espaços dedicados à morte não encontram paralelo em nenhuma outra parte do mundo.
Ao longo de cinco anos, o fotógrafo de arquitetura Finbarr Fallon registrou os cemitérios hiperdensos de Hong Kong, explorando a geometria sublime de suas covas e jazigos escalonados em uma série intitulada "Dead Space".