Alegoria e arquitetura moderna: uma análise do filme "Vontade Indômita"

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Vontade Indômita (The Fountainhead em inglês), de 1949, baseado no romance A Nascente da escritora russa naturalizada nos Estados Unidos Ayn Rand, retrata a jornada de um jovem arquiteto vanguardista que se encontra dentro de um debate arquitetônico entre a “criação” e a industrialização da profissão. O romance de 1943 apresenta o Objetivismo de Rand, filosofia à qual se ateve por grande parte da carreira e que define o ser humano como um ser heróico, cuja atividade mais nobre é a realização produtiva, mesmo se só for alcançada através de renúncias e auto sacrifício.

É neste lastro em que é desenvolvida a genialidade do arquiteto, Roark, que luta por seus ideais frente à industrialização da arquitetura, exposta no debate acerca de uma obra de criação individual e imaculável. É onde, ainda, somente cabe à mulher da trama a materialização do sacrifício. Este ensaio intenta mostrar as relações entre corporificação da arquitetura em Dominique sujeita à figura de Roark e, para tanto, parte da descrição de cenas que reforçam esta colocação.

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Sobre este autor
Cita: Bruna Bonfim e Nara Albiero. "Alegoria e arquitetura moderna: uma análise do filme "Vontade Indômita"" 07 Jan 2023. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/993639/alegoria-e-arquitetura-moderna-uma-analise-do-filme-vontade-indomita> ISSN 0719-8906

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