
Barulho, prédios altos, carros, ônibus, metrôs e um altíssimo fluxo de pessoas indo e vindo pelas ruas. Assim são retratadas as grandes cidades no cinema. Essa imagem ainda se complementa com relações pessoais distantes e a possibilidade do anonimato em meio à massa, compondo uma rotina animada, conectada, que pode também ser opressora e solitária. Atualmente, vivemos em uma busca constante de equilíbrio entre os benefícios das megacidades e os prejuízos que essa escala apresenta.
Se, por um lado, as megacidades, com seu tecido altamente adensado e abastecida de redes de infraestrutura necessárias para sua manutenção, apresentam possibilidades de intercâmbio de experiências, acesso a lazer, informação e cultura, oferta de empregos e tantas outras facilidades, sua ambiência, por outro lado, elas também sofrem as consequências de sua escala, como a poluição visual, sonora e do ar, o excesso de carros, e desigualdades sociais colocadas à vista com elementos de arquitetura hostil.




