
No livro Design of Childhood, a arquiteta e pesquisadora Alexandra Lange afirma que crianças foram consideradas não-pessoas durante quase toda a história da arquitetura da Arquitetura antiga e moderna, sendo excluídas dos processo de criação dos espaços urbanos e interiores. Esse processo acarretou e ainda vem acarretando diversos problemas quando as crianças atingem a idade adulta, já que essas crianças cresceram constantemente vigiadas pelo medo do movimento e dos olhos dos adultos.
Um relatório recente da Arup, consultoria em planejamento e engenharia, foram identificados cinco desafios para as crianças urbanas: trânsito e poluição; arranha-céus e expansão urbana; crime, medos sociais e aversão ao risco; isolamento e intolerância; e acesso inadequado e desigual à cidade.






