
Com a escassez de espaços livres, a alta concentração de edifícios vazios em áreas já consolidadas nas cidades e uma conscientização sobre o impacto de novas construções no meio ambiente, cada dia mais as reformas fazem parte da rotina de trabalho do arquiteto e da escolha do cliente. Ao mesmo tempo, muitas vezes elas são sinônimo de surpresas e problemas inesperados durante a obra, causando atrasos e indisposições. Esse texto apresenta quatro estratégias anteriores à obra que podem ajudar a se preparar melhor para esse momento.
Apesar de todos os tipos de obra estarem suscetíveis a acidentes e imponderáveis, ao alterar um edifício já construído é preciso lidar com uma série de elementos que em uma construção nova não existem. Primeiramente, em uma reforma, é preciso lidar com algo pré-existente, que tem dois dificultadores principais, o primeiro é a comum falta de informação sobre o que foi construído e está mascarado por detrás das camadas de acabamento, e o segundo é há quanto tempo aquela construção existe e sua consequente degradação. Além disso, por serem reformas, muitos dos problemas são descobertos e resolvidos ao longo da obra, o que abre uma lacuna de incertezas, tanto para o cliente quanto para quem acompanha e gerencia.





