O direito à memória da cidade e a remoção de estátuas de escravagistas

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A arquiteta Ayesha Luciano não sabe muito sobre seus antepassados. Assim como outros descendentes de populações afro-brasileiras e indígenas, a história de sua família foi apagada durante o processo de colonização do Brasil. É o que a filósofa Sueli Carneiro chama de epistemicídio: o aniquilamento das saberes e memórias em países de passado escravista.

Mas os perpetradores deste genocídio têm suas figuras lapidadas em pedra, ocupando lugar central em espaços públicos do país. É o caso da estátua totêmica do bandeirante Borba Gato, na capital de São Paulo, ou de Joaquim Pereira Marinho, traficante de pessoas escravizadas cuja estátua está no centro de Salvador (BA). A arquiteta comenta:

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Sobre este autor
Cita: Cecília Garcia. "O direito à memória da cidade e a remoção de estátuas de escravagistas" 12 Jul 2020. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/943345/o-direito-a-memoria-da-cidade-e-a-remocao-de-estatuas-de-escravagistas> ISSN 0719-8906

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