
A pandemia COVID-19 tem sido gerida de forma diferente pelos países. No caso do Brasil, alguns estados e municípios impuseram restrições na liberdade de circulação. Tais medidas levaram a uma forte quebra na atividade econômica e nos volumes de tráfego de veículos e pessoas nas cidades. O Google divulgou dados sobre a alteração nos padrões de mobilidade e, para o caso brasileiro, há diferenças marcantes.
Durante este período, o grande perdedor será o transporte coletivo. Boa parte de sua demanda advém das viagens pendulares (casa-trabalho-casa e casa-ensino-casa) e, logo que a quarentena começou, empresas de ônibus passaram a operar os horários de fim de semana ou de férias e, algumas, simplesmente suspenderam as suas operações devido à falta de demanda.





