Brasília: uma cidade que não faríamos de novo

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Juscelino Kubitschek, embora lembrado por ter executado o projeto de Brasília, não foi seu idealizador. A vontade política para a construção de uma nova capital no interior do país vem desde 1808, com a ideia de elevação do status do Brasil como país e a simbolização do desenvolvimento pós-independência. O caráter desenvolvimentista, ou então da busca pelo novo, foi base da argumentação da maioria dos defensores da mudança, cada um com uma vertente diferente.

As primeiras teorias de planejamento urbano e territorial viam aglomerações de pessoas como um problema a ser resolvido. Não haveria, assim, motivo para tantas pessoas ocuparem espaços tão pequenos se o país tem um território tão extenso. Ainda, em um processo de criação de uma nova cidade, seria possível a integração e desenvolvimento das regiões interioranas. A “Marcha para o Oeste”, política implementada por Getúlio Vargas na década de 30, também refletiu este pensamento, tendo levado à incorporação de Goiânia na década de 30, e discurso recorrente da revista “Brasília“, que documentou a construção da nova capital.

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Sobre este autor
Cita: Anthony Ling. "Brasília: uma cidade que não faríamos de novo" 17 Set 2020. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/922404/brasilia-uma-cidade-que-nao-fariamos-de-novo> ISSN 0719-8906

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