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As 50 cidades mais inteligentes do mundo em 2018

  • 10:00 - 30 Julho, 2018
  • por
  • Traduzido por Camilla Sbeghen
As 50 cidades mais inteligentes do mundo em 2018
As 50 cidades mais inteligentes do mundo em 2018, © <a href='https://www.flickr.com/photos/22240293@N05'>Flickr user Francisco Diaz</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by/2.0/'>CC BY 2.0</a>. Imagem: Nova York, classificada como número 1 no Índice Cidades em Movimento
© Flickr user Francisco Diaz licensed under CC BY 2.0. Imagem: Nova York, classificada como número 1 no Índice Cidades em Movimento

O Centro de Globalização e Estratégia da Escola de Negócios IESE de Barcelona divulgou sua lista anual das cidades mais inteligentes do mundo. Em seu quinto ano, o Índice IESE Cidades em Movimento calculou as pontuações de desempenho de 165 cidades em 80 países com base em uma análise exaustiva de indicadores econômicos e sociais. Centros de energia globais familiares mantiveram sua posição no topo da lista, enquanto categorias ampliadas de avaliação ajudaram algumas pequenas cidades a avançar sua colocação drasticamente.

© <a href='https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=User:Someformofhuman&action=edit&redlink=1'>Wikimedia user chensiyuan</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/'>CC BY-SA 3.0</a>. Imagem: Hong Kong, classificada em 9º lugar no Índice Cidades em Movimento
© Wikimedia user chensiyuan licensed under CC BY-SA 3.0. Imagem: Hong Kong, classificada em 9º lugar no Índice Cidades em Movimento

Sob a direção dos professores Pascual Berrone e Joan Enric Ricart, o Índice Cidades em Movimento da escola classifica as cidades com base em seu desempenho em nove categorias fundamentais que demonstram as dimensões necessárias de uma cidade moderna e saudável no século XXI: capital humano, coesão social, economia, governança, meio ambiente, mobilidade e transporte, planejamento urbano, alcance internacional e tecnologia. Dentro de cada categoria, as cidades são classificadas com base em um conjunto de 83 fatores totais. Este sistema de classificação foi expandido este ano para incluir novos critérios como a certificação ISO 37120, número de ataques terroristas em uma cidade, bem como variáveis baseadas em informações projetadas como a variação de temperatura prevista resultante da mudança climática.

De acordo com o IESE, a avaliação é estrategicamente projetada para avaliar o progresso de cada cidade em direção a “uma nova forma de desenvolvimento econômico local: a criação de uma cidade global, a promoção do espírito empreendedor e a inovação, entre outros aspectos”. O relatório deste ano ajudou várias cidades menores a obterem classificações de prestígio na lista de 2018, especialmente Reykjavik, a capital da Islândia, que ficou em quinto lugar este ano, após não ter alcançado o top 50 em 2017.

© <a href='https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=User:Someformofhuman&action=edit&redlink=1'>Wikimedia user Someformofhuman</a> licensed under <a href='https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/'>CC BY-SA 3.0</a>. Imagem: Singapura, classificado em 6º lugar no Índice Cidades em Movimento
© Wikimedia user Someformofhuman licensed under CC BY-SA 3.0. Imagem: Singapura, classificado em 6º lugar no Índice Cidades em Movimento

Índice IESE Cidades em Movimento 2018:

  1. Nova York (+0) Classificação ano passado: 1

  2. Londres (+0) Classificação ano passado:  2

  3. Paris (+0) Classificação ano passado:  3

  4. Tóquio (+4) Classificação ano passado:  8

  5. Reykjavik NOVA

  6. Singapura (+16) Classificação ano passado: 22

  7. Seul (+0) Classificação ano passado: 7

  8. Toronto (+3) Classificação ano passado: 11

  9. Hong Kong (+33) Classificação ano passado: 42

  10. Amsterdã (+0) Classificação ano passado: 10

  11. Berlim (-2) Classificação ano passado: 9

  12. Melbourne (-2) Classificação ano passado: 12

  13. Copenhague (+14) Classificação ano passado: 27

  14. Chicago (-2) Classificação ano passado: 12

  15. Sidney (+1) Classificação ano passado: 16

  16. Estocolmo (+9) Classificação ano passado: 25

  17. Los Angeles (+1) Classificação ano passado: 18

  18. Wellington NOVA

  19. Viena (-4) Classificação ano passado: 15

  20. Washington (-14) Classificação ano passado: 6

  21. Boston (-17) Classificação ano passado: 4

  22. Helsinki (-7) Classificação ano passado: 29

  23. Oslo (+3) Classificação ano passado: 26

  24. Zurique (-11) Classificação ano passado: 13

  25. Madri (+3) Classificação ano passado: 28

  26. Barcelona (+9) Classificação ano passado: 35

  27. San Francisco (-22) Classificação ano passadok: 5

  28. Auckland (+16) Classificação ano passadok: 44

  29. Berna NOVA

  30. Dublin (+3) Classificação ano passado: 33

  31. Hamburgo (+3) Classificação ano passado: 34

  32. Genebra (+15) Classificação ano passado: 17

  33. Gotemburgo NOVA

  34. Basileia (+13) Classificação ano passado: 47

  35. Ottawa (-11) Classificação ano passado: 24

  36. Vancouver (-15) Classificação ano passado: 21

  37. Munique (-18) Classificação ano passado: 19

  38. Montreal (-7) Classificação ano passado: 31

  39. Houston (-7) Classificação ano passado: 32

  40. Praga (+3) Classificação ano passado: 41

  41. Dallas (-18) Classificação ano passado: 23

  42. Frankfurt (-6) Classificação ano passado: 36

  43. Roterdã NOVA

  44. Lyon (+6) Classificação ano passado: 50

  45. Milão (-7) Classificação ano passado: 38

  46. Filadélfia (-16) Classificação ano passado: 30

  47. San Diego NOVA

  48. Bruxelas (-8) Classificação ano passado: 40

  49. Riga NOVA

  50. Talin NOVA

As cidades com as maiores mudanças na classificação são Hong Kong, que subiu 33 posições para entrar no top 10, estando em nono lugar após o quadragésimo segundo lugar em 2017. San Francisco com uma queda mais drástica este ano, caindo 22 posições de acordo com sua classificação anterior, de quinto lugar a vigésimo sétimo. Outras cidades que mostraram melhorias significativas incluem Singapura (+16), Auckland (+16), Genebra (+15), Copenhague (+14) e Basileia (+13); enquanto outras em declínio incluem Munique (-18), Dallas (-18), Boston (-17), Filadélfia (-16), Vancouver (-15) e Washington (-14).

Após não alcançarem o top 50 em 2017, estas oito cidades surgiram na lista deste ano: Reykjavik em 5º lugar, Wellington em 18º, Berna em 29º, Gotemburgo em 33º, Roterdã em 43º, San Diego em 47º, Riga em 49º e Talin em 50º.

Substituídas pelas recém-chegadas, as seguintes cidades saíram do top 50: Baltimore, Phoenix, Glasgow, Roma, Stuttgart, Linz, Miami e Florença.

Por continente, as cidades europeias ocupam a maioria dos lugares da lista com 12 representantes, dobrando o total de seis da América do Norte - o segundo continente mais bem representado. A Ásia reivindica o terceiro lugar na lista, com quatro classificadas entre as dez primeiras.

Veja o relatório completo do Índice de Cidades em Desenvolvimento da IESE aqui.

Sobre este autor
Jack McManus
Autor
Cita: McManus, Jack. "As 50 cidades mais inteligentes do mundo em 2018" [These Are The 50 Smartest Cities in the World in 2018] 30 Jul 2018. ArchDaily Brasil. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/899022/as-50-cidades-mais-inteligentes-do-mundo-em-2018> ISSN 0719-8906

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