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Jovens talentos da Arquitetura Portuguesa

Jovens talentos da Arquitetura Portuguesa

Marcada pelo refinamento e pureza de desenho, a arquitetura portuguesa historicamente detém um aguçado relacionamento entre o objeto construído e o território a qual se insere.

Nomes como Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto de Moura e Fernando Távora são ainda as maiores referências quando pensamos na produção arquitetônica portuguesa. Contanto, para além dos grandes mestres, um grupo de jovens escritórios criado nos últimos dez anos tem mostrado força e relevância à nova produção. Nesse panorama, novos atributos são enfatizados - um senso estético e construtivo baseado no minimalismo moderno, mas questionados e renovados de acordo com os novos parâmetros sociais e filosóficos contemporâneos; a união de campos híbridos – da arte e design de produto à arquitetura e urbanismo; e um processo crescentemente colaborativo, baseado na união de ideias coletivas.

Tomando como caso o artigo acerca dos Jovens talentos da arquitetura brasileira, publicado em dezembro de 2014 pelo Archdaily Brasil, reunimos a seguir uma lista com 17 jovens escritórios, estúdios, coletivos e ateliers de arquitetura que nos últimos dez anos têm contribuído à produção da arquitetura contemporânea portuguesa e consequentemente, conformando os novos parâmetros da esfera posta em foco. Coloca-se em pauta ainda, que a seleção do quadro de escritórios foi baseada numa diversidade de portfolios – em tipologias e escalas.

 

AND-RE | Porto

White Wolf Hotel / AND-RÉ. Image © João Soares
White Wolf Hotel / AND-RÉ. Image © João Soares

Fundado no ano de 2008, pelos arquitetos Bruno André e Francisco Salgado Ré, o estúdio dedica-se a uma “prática estratégica e a um pensamento avançado de arquitetura e design”. Trabalhando no desenvolvimento projetual em três frentes de trabalho – arquitetura, design de produto e design gráfico, a equipe busca constantemente encontrar “soluções pragmáticas e contextualizadas, focadas no usuário e no relacionamento humano com espaço, objetos e seu impacto no mundo e na sociedade”.

Com sede em Portugal, o escritório possui parte de seu time trabalhando no Brasil, Suíça e Emirados Árabes, onde desenvolvem conceitos táticos a partir de pilares fundamentais em sua ideologia – a sociedade, o meio ambiente e a humanidade.

Ao longo de uma década desde sua fundação, o escritório acumula a participação em mais de vinte concursos. Entre eles, o 1º Prêmio para projetar um Pavilhão de Exposições Transportáveis para a Fundação Serralves e o 1º Prêmio para projetar novas fachadas dos edifícios IPO (Instituto de Oncologia Portuguesa) no Porto no ano de 2018; o 3º concurso aberto para projetar o novo Museu de Língua Portuguesa em Bragança em 2017; foram finalistas do Building of the Year 2015 promovido pelo Archdaily; nomeados ao Mies Van der Rohe Award com o projeto White Wolf Hotel em 2014; premiados em menção honrosa no concurso aberto AIP em 2006; entre outros.

Sócios fundadores: Bruno André, Francisco Salgado Ré. Colaboradores: André Portugal Godinho, Bernardo Soares, Diogo Paixão, João Oliveira e Rafael Ramalho.

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Arriba | Lisboa

Com experiência multidisciplinar adquirida em diferentes escritórios pelo mundo (São Paulo, Zurique, Porto e Lisboa) os sócios José Rocha e Felipe Ferreira garantem a expertise em conjunto a proximidade e atenção aos pormenores do trabalho, de modo a intensificar a dinâmica junto aos clientes.

Como atelier, percebe-se a atenção atribuída aos mínimos detalhes que regem o projeto de arquitetura e interiores, através de um desenho apurado e estrategicamente pensado. Destaca-se ainda o empenho por produzir um melhor resultado projetual a partir de baixos orçamentos

Apartamento Dom Vasco / Arriba. Image © Hugo Santos Silva
Apartamento Dom Vasco / Arriba. Image © Hugo Santos Silva

Sócios fundadores: José Rocha e Felipe Ferreira.

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Coletivo Cais | Lisboa

Cais é um coletivo fundado pelos arquitetos Guilherme Bivar e Marta Pavão, que após colaborarem na equipe de uma gama de escritórios, como o OMA em Roterdã e Nova Iorque, atelier MAP Arquitectura em Barcelona, atelier Urban Nouveau em Pune, atelier CVDB em Lisboa, Work Ac em Nova York, Piratininga Arquitetos em São Paulo, atelier Santa-Rita Arquitetos em Lisboa, atelier SO-IL em Nova York e Hereñu+Ferroni arquitetos em São Paulo, iniciaram a prática independente no coletivo focado no desenvolvimento de projetos arquitetônicos e urbanos, na cidade de Lisboa.

A prática, assim como evoca o próprio nome, busca como filosofia o desenvolvimento coletivo e colaborativo, “não só pelo entendimento da multidisciplinaridade da arquitetura, como pela valorização da metodologia de produção coletiva e partilha de conhecimento”.

Cobertura Praça da República / Coletivo Cais. Image © Francisco Nogueira
Cobertura Praça da República / Coletivo Cais. Image © Francisco Nogueira

No portfolio soma-se projetos 4 projetos de habitação finalizados, 6 projetos de habitação e desenho urbano em desenvolvimento e a participação em 2 concursos de urbanismo e arquitetura institucional.

Sócios fundadores: Guilherme Bivar e Marta Pavão.

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Corpo Atelier | Vilamoura

Fundado em 2014, pelos sócios Filipe Paixão e Rui Martins, Corpo é um “atelier de arquitetura e arte focado na exploração e expansão da anatomia arquitetônica”, através da articulação de diferentes elementos. Na filosofia do atelier, há uma aproximação entre corpos e arquitetura, onde, “o número de elementos é limitado, cada um contribuindo com uma função específica na composição: a estrutura e os ossos suportam os corpos, paredes e pele criam uma fronteira, janelas e olhos, porta e boca perfuram a fronteira estabelecida, e permitem que o interior e o exterior comuniquem de formas diferenciadas”. A partir disso, para o escritório, as várias semelhanças entre estes corpos artificiais e orgânicos se encontram na possibilidade de expandir seu potencial.

Com um desenho puramente minimalista junto ao refinamento material e estético, o atelier transita entre projetos de arte e arquitetura, sempre contextualizando uma experiência entre expectador e espaço. Explorando a complementaridade dos seus elementos, o coletivo é um espaço de discussão e criação arquitetônica, tanto na sua forma de projeto como em suas variáveis interdisciplinares.

Five Terraces and a Garden / Corpo Atelier. Image © Ricardo Oliveira Alves
Five Terraces and a Garden / Corpo Atelier. Image © Ricardo Oliveira Alves

 Sócios fundadores: Filipe Paixão e Rui Martins.

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depA | Porto

Fundado no Porto, depA é um escritório dirigido pelos sócios Carlos Azevedo, João Crisóstomo e Luís Sobral. O escritório desenvolve projetos nas áreas residencial, institucional e museográfica, em escalas variadas e encomendas públicas e privada. Além dos projetos desenvolvidos por encomenda, vale destacar que a equipe tem desenvolvido uma intensa pesquisa projetual através da participação em uma gama de concursos internacionais.

Do portfolio do escritório, destaca-se a Casa do Rosário, no Porto, selecionada como obra finalista do Prémio Nacional de Arquitetura em Madeira 2017 e selecionada nos prêmios ENOR; a Casa da Cultura de Pinhel, finalista dos prêmios FAD 2015, Prêmio Melhor Trabalho de Museografia, Menção Honrosa para Melhor Museu Português da APOM e obra selecionada pela Ordem dos Arquitetos para a coletânea Habitar Portugal 2012 e 2014; e o Bloco do Avenal, na vila portuguesa de Condeixa-a-Nova, como Menção Honrosa no Prêmio de Tijolo de Face à Vista Vale da Gândara 2013.

Liquid Pavillion / depA. Image © José Campos
Liquid Pavillion / depA. Image © José Campos

Ao todo, já se soma no currículo do coletivo, a participação em 9 concursos, 8 exposições e 12 conferências.  Dos concursos, destaca-se o 1º prêmio para a elaboração do projeto do futuro Museu de Arte Contemporânea Santiago Ydáñez (2010), em Jaén, na Espanha, o 2º prêmio no concurso para a reabilitação da casa da Quinta de Baixo (2014), promovido pela Águas do Porto EM, no Porto e o 1º lugar no concurso para a elaboração do projeto das Ligações Pedonais Mecanizadas nas encostas do Palácio de Crista, Miragaia e Virtudes na cidade do Porto.

Sócios fundadores: Carlos Azevedo, João Crisóstomo, Luís Sobral. Colaboradores: Margarida Leitão, Miguel Santos, Ângela Meireles e Hugo Sobrosa.

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Diogo Aguiar Studio | Porto

Fundado em 2016 na cidade do Porto pelo arquiteto Diogo Aguiar – formado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto em 2008 – o estúdio desenvolve trabalhos na fronteira entre Arte e Arquitetura, com uma produção pautada por instalações de arte, residências, pavilhão, pequenos edifícios, expografia e projeto de interiores, entre a esfera pública e privada.

A frente do estúdio que leva seu nome, Diogo trouxe a experiência adquirida dos escritórios que colaborou entre 2007 e 2010, em Amsterdã, na Holanda e Portugal ao desenvolvimento de seus projetos como diretor criativo. Multidisciplinar, o profissional foi co-fundador do coletivo LIKEarchitects, num período de cinco anos, entre 2010 e 2015, onde foi convidado a participar da representação de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza em 2014. Vale destacar que o arquiteto é co-autor do projeto Eco-Resort, em Pedras Salgadas, construído em 2012, vencedor do Prêmio Building of the Year, promovido pelo ArchDaily.

Pavilhão no Jardim do Museu de Serralves / Diogo Aguiar Studio. Image © Francisco Nogueira
Pavilhão no Jardim do Museu de Serralves / Diogo Aguiar Studio. Image © Francisco Nogueira

Com aproximadamente dois anos desde a fundação, o jovem estúdio já foi indicado ao FAD Awards com o projeto Start, intervenção de arte implantada na cidade do Porto em 2016 e vencedor de outros diversos prêmios.

Ao currículo do estúdio também se soma a participação em quatro conferências - Urban Creativity 2016, East Coast/Weast Coast 2016, Habitar Portugal 2016 e Ludic Architecture 2017.

Fundador: Diogo Aguiar. Colaboradores: Daniel Mudrák, Alicia Cano e João Oliveira Brito.

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Estúdio AMATAM | Almada

“Apaixonados por desafios”, como pontua o estúdio, o que realmente importa são as pessoas que os propõem e os concretizam, conjuntamente à ambição em superá-los.

No currículo somam-se projetos residencial, comercial e cultural em escalas variadas. No desenvolvimento de cada projeto o estúdio busca tirar proveito de uma gama de ferramentais disponíveis – tecnológicas, artesanais e empíricas, resultando em “soluções integradas e transversais, que respondem a parâmetros funcionais, técnicos e estéticos”, mas acima de tudo sensoriais.

Kalorias Crossbox / Estúdio Amatam. Image © Invisiblegentleman
Kalorias Crossbox / Estúdio Amatam. Image © Invisiblegentleman

Na lista de premiações destaca-se o Prêmio World Interiors News; Prêmio World Architecture com o projeto da Casa Birre; e German Design Award Winner 2018, com o projeto Krush-It gym.

Equipe: João Escaleira Amaral, Manuela Tamborino, Ruy Cardoso e Vanessa Vieira.

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FAHR 021.3 | Porto

Baseado no desenvolvimento colaborativo, o FAHR 021.3 é um estúdio cuja prática é concebida na relação entre Arte e Arquitetura. Sendo assim, a partir da percepção arquitetônica, como ramo da arte e da ação espacial, detém seu trabalho “baseado na linguagem e metodologia arquitetônica conjuntamente a incorporação de matérias desafiadoras”. Como resultado, intervenções e instalações de arte no ambiente urbano e arquitetônico despertam e aguçam o senso do expectador.

Nos últimos seis anos, a equipe já esteve entre os finalistas ou venceu 13 Prêmios. Entre eles, destaca-se o primeiro lugar ao Reflexo*Oxelfer, em 2012, com a instalação Arcos de Miragaia; Medalha de Prata no a’design awards, A’ Performing Arts category, Style and Scenery Design Award em 2012; como um dos dez finalistas do Prêmio Nacional das Indústrias Criativas pela Unicer em 2014; terceiro lugar no HAPPY LED LIFE pela Bienal Internacional de Design de Gwangju, em 2015; vencedor da competição à instalação de arte permanente pelo National Exhibition Centre, em Taipei, com o projeto NAPPE, em 2016; selecionado ao Pavilhão Jardim em Serralves pela 32ª Bienal de São Paulo; e vencedores do Iberian Festival Awards com o projeto STIMULUS'16, em 2017.

Eclipse / FAHR 021.3. Image © Fernando Guerra
Eclipse / FAHR 021.3. Image © Fernando Guerra

Equipe: Filipa Frois Almeida, Hugo Reis, Sérgio Marafona, Catarina Azevedo e Henry Ko.

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Fala Atelier | Porto

Comandado pelos arquitetos Filipe Magalhães, Ana Luisa Soares e Ahmed Belkhodja, desde 2013, o atelier cuja prática descreve-se como um atelier que “trabalha com otimismo metódico em uma ampla gama de projetos, de territórios a casas de passarinho [...]” entre “uma mistura de linguagens formais, referências, citações e temas, regulados por uma obsessão por clareza, sua arquitetura é hedônica e pós-moderna, intuitiva e retórica”.

 Rua do Paraíso / FALA Atelier. Image © Ricardo Loureiro
Rua do Paraíso / FALA Atelier. Image © Ricardo Loureiro

Como uma das características de maior destaque ao trabalho é quanto à seu processo de representação gráfica, baseado no uso de colagens digitais, numa era onde cada vez mais os renderings hiper-realistas tem tomado conta dos escritórios de arquitetura. A obsessão pela representação é tão grande, mas tão significativa que quando comparada entre os estudos e projetos materializados, demonstram alto nível de realidade.

Em 2016, foram premiados com o 2º lugar na competição ao novo Centro de Visitantes do Portugal dos Pequenitos. Também foram um dos vencedores do Prêmio dos Jovens Designers 2014 promovido pela Indian Architect & Builder Magazine. Em 2013, foram selecionados como um dos 10 finalistas do Prêmio de trienal de Lisboa.

Equipe: Filipe Magalhães, Ana Luisa Soares e Ahmed Belkhodja.

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Filipe Pina | Guarda

Fundado em 2015 pelo arquiteto Filipe Pina, após a colaboração e desenvolvimento de projetos em variadas escalas junto a Mediathéque de l'Architecture et du Patrimoine de Paris, no Departamento de Arquitectura e do Património de Paris em 2009, desenvolvimento de projetos em parceria com a arquiteta Maria Inês Costa em 2011, colaboração no departamento de Urbanismo da prefeitura de Celorico da Beira em 2012, e colaborar ao Modular-System em 2013, o escritório tem uma produção fortemente baseada no desenvolvimento de projetos residenciais.

Poeticamente desenhadas, as residências materializadas pelo escritório demonstram um forte pensamento no desenvolvimento do desenho em conjunto à materialidade adotada e relação entre objeto e território.

Casa JA / Filipe Pina. Image © João Morgado
Casa JA / Filipe Pina. Image © João Morgado

Equipe: Filipe Pina.

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João Tiago Aguiar | Lisboa

Formado em 2008 de forma independente após uma sociedade de quatro anos a frente do atelier ac arquitectos, João Tiago Aguiar Arquitectos é um atelier locado no centro de Lisboa, focado no desenvolvimento de projetos arquitetônicos de vertentes distintas, do objeto a arquitetura.

Com uma produção evidenciando o olhar atento aos pormenores do trabalho em prol da qualidade integral de cada projeto, o arquiteto junto a sua equipe atua de modo a desenhar cada detalhe, do mobiliário à plástica final do edifício, garantindo junto ao aspecto minimalista, uma série de potencialidades.

Oeiras House / João Tiago Aguiar Arquitectos. Image © Fernando Guerra
Oeiras House / João Tiago Aguiar Arquitectos. Image © Fernando Guerra

Neste ano foi indicado ao Building of The Year promovido pelo Archdaily, com os projetos Restaurante Loco na categoria "Hospitality Architecture", D&D Arte de Degustar nas categorias "Commercial Architecture" e "Hospitality Architecture", e a Moradia Restelo TC na categoria "Houses". Também indicado ao Prêmio 2017, junto aos projetos Casa da Costa, Casa de Oeiras e Casa do Restelo nomeados na categoria “Houses”. Apartamentos Dafundo, Av.Roma e RFIII na categoria “Interior Architecture”, e Apartamento Dafundo e Casa do Restelo na categoria “Refurbishment”.

Em 2016, o projeto Casa Oeiras foi eleito vencedor da 8ª edição do Prémio RENOV – Prémio de Recuperação Arquitectónica de Nova Oeiras, prêmio atribuído pela Câmara Municipal de Oeiras. Em 2015 foi indicado com o projeto Restaurante Loco entre os finalistas do Prêmio Surface Design Awards 2016 na categoria “Retail Interior Surface”.

Em 2013, o Apartamento Rodrigo da Fonseca foi selecionado e vencedor do prêmio Building of The Year 2012, na categoria “Interiores”. No mesmo ano, o projeto foi

Fundador: João Tiago Aguiar. Colaboradores: Renata Vieira, Susana Luís, Ruben Mateus, Rita Lemos, João Morais, André Silva, Maria Sousa Otto e Esteban Carbajo.

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Mezzo Atelier | Açores

Com uma produção híbrida entre projetos de arquitetura, instalações, mobiliários e objetos, o atelier formado pelos arquitetos Giacomo Mezzadri e Joana Oliveira, após colaboração e práticas junto a escritórios em São Paulo e Roterdã, trabalha “tanto como estúdio, como laboratório prático”, gerando um atelier multidisciplinar. 

Inspirados pela filosofia e conceito da Bauhaus, têm como objetivo projetar de modo a conseguir uma personalização integral em cada um dos projetos desenvolvidos. Ter o controle total de cada etapa projetual também é característica da produção do jovem estúdio, que através da autoprodução – quando possível – permite-os desenvolver as peças dependendo menos de terceiros.

Casa Rosa / Mezzo Atelier. Image © Fernando Guerra
Casa Rosa / Mezzo Atelier. Image © Fernando Guerra

Nos últimos cinco anos, desde sua fundação, o atelier foi convidado para realizar uma série de workshops na Itália e Portugal. Nos destaques, em 2013 participaram do workshop INSITU, em Almada; em 2015 receberam o Prêmio Jovem Criativo dos Açores, Lab Jovem, com o projeto da Pink House; em 2014, a instalação "Mezzo Mercato" foi selecionada para ser construída e exposta na Piazza XXVI Aprile em Milão para o Festival de Design Público durante o Salone del Mobile; no mesmo ano participaram do festival Mantova Creativa e do 2º Seminário de Arquitetura de Açores com uma conferência sobre o tema "Arquitetura Nômade"; coordenaram e desenvolveram um workshop ao Pavilhão Infantil na Expo 2015 de Milão.

Na lista de projetos destaca-se a Pink House.

Equipe: Giacomo Mezzadri e Joana Oliveira.

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Murmuro | Porto

Na sociedade composta pelos arquitetos João Caldas e Rita Breda, a colaboração é elemento integrante do processo criativo projetual, na busca por resultados a partir da multidisciplinaridade na conjuntura de novos membros, permitindo não um consenso imediato, mas uma oportunidade para diálogo e troca de ideias em prol da solução projetual.

Dentro do conjunto de elementos e processos que regem o trabalho do escritório, percebe-se um forte processo de pesquisa material e no desenvolvimento do desenho espacial, possível graças à pratica interdisciplinar, como oportunidade de explorar e interagir, a fim da reflexão do projeto.

Colégio dos Plátanos / Murmuro. Image © Pedro Nuno Pacheco
Colégio dos Plátanos / Murmuro. Image © Pedro Nuno Pacheco

Na lista de projetos destaca-se o Colégio dos Plátanos, Doze Casas, Fábrica de Conversas e o Pavilhão de Exposições em Serralves.

Equipe: João Caldas, Rita Breda, Pedro Rodrigues e Luís Soares.

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Nuno Pimenta | Porto

Caracterizado pelo processo transdisciplinar entre os campos da arte e arquitetura, a frente do escritório que leva seu nome, Nuno Pimenta “concentra-se no desenvolvimento projetual através da apropriação e subversão de elementos e técnicas de construção comuns para a criação de narrativas sociais e políticas”.

Com o desejo em percorrer um caminho ligado às artes, desde cedo o arquiteto percebeu que sua trajetória estaria ligada ao estrutural e à construção, onde percebeu que as ferramentas do curso levaram-o a um campo mais versátil. Com a bagagem cultural e experiência acumulada em Viena e Paris, conjuntamente à pesquisa realizada no primeiro Mestrado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP), concluído em 2011, iniciou a prática solo em 2012, aonde vêm se destacando pela produção pautada pela pesquisa material na estreita relação arte-arquitetura, potencializando narrativas entre o “frágil e fugaz ao tectônico e permanente”. No ano passado finalizou seu segundo mestrado em Arte e Design para Espaço Público na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP).

The Hedonist / Nuno Pimenta + Frederico Martins. Image © Nuno Pimenta
The Hedonist / Nuno Pimenta + Frederico Martins. Image © Nuno Pimenta

No currículo, também soma-se 18 exibições, entre instalações de arte, performances e arte pública. Na produção entre arquitetura temporária e instalação de arte, já recebeu alguns prêmios pelo reconhecimento da pesquisa e produção.

Equipe: Nuno Pimenta.

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RAR.Studio | Lisboa

Fundado no ano de 2015, o rar.studio “envolve inerentemente o design de soluções que implementam perspectivas sensíveis, críticas e responsivas sobre o contexto e as contingências prevalecentes”.

Com projetos nos segmentos de reformas e interiores, o processo de desenvolvimento do estúdio é baseado na relação entre os profissionais e clientes, através da reflexão conjunta. Das características pontuadas no portfolio do estúdio, destaca-se a materialização e desenho dos pormenores.

Apartamento Palatina / rar studio. Image © Francisco Nogueira
Apartamento Palatina / rar studio. Image © Francisco Nogueira

Equipe: Rita Aguiar Rodrigues, Francisco Costa, Marta Morais Miranda e Mariana Simões.

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Rómulo Neto Arquitetos | Aveiro

Pontuando os clientes como o motor de sua existência, o escritório que iniciou suas atividades em 2008 pelo arquiteto Romulo Neto, a qual nomeia a empresa, cujo mote é “fazer em equipe, sempre mais e melhor”, detém como campo de atuação projetos em variadas tipologias – de habitação à hotelaria.

Dentro da metodologia do escritório, apresenta quatro fases a fim de garantir o melhor resultado – Programa Base, Estudo Prévio, Projeto Bases, projeto de execução e Assistência Técnica.

Hotel Rural / Rómulo Neto. Image © ITS Ivo Tavares Studio
Hotel Rural / Rómulo Neto. Image © ITS Ivo Tavares Studio

Na lista de projeto destaca-se o Hotel Rural, Equipamento de Praia e Casa Quinta Molis Belta.

Equipe: Romulo Neto.

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Spaceworkers | Paredes

Fundado pelos arquitetos Henrique Marques e Rui Dinis, Spaceworkers é um estúdio de arquitetura e design localizado na cidade de Paredes, no norte português. Com constante busca pela exploração dos paradigmas que regem o trabalho em arquitetura, o estúdio procura como qualidade final uma intrínseca relação entre o objeto construído e o aguçar da experiência de seus usuários. Os projetos que mais traduzem o trabalho do escritório são os de caráter residencial, comercial, público, culturais e expográficos. Entre os destaques estão a Casa Cabo de Vila, Centro Interpretação do Românico Paredes e Casa de Sambade.

Com um desenho puramente detalhado e concebido a fim de causar emoções e experiências, através da sensibilidade de seus clientes a uma nova forma de percepção espacial, a equipe busca uma profunda reflexão acerca dos desafios que norteiam o trabalho.

Casa Cabo de Vila / Spaceworkers. Image © Fernando Guerra
Casa Cabo de Vila / Spaceworkers. Image © Fernando Guerra

No currículo do escritório, alguns importantes prêmios compõe sua jovem empreitada, mas tão significativa história. No ano de 2013 foi indicado ao Prêmio Great Indoors com o projeto do Centro de Informação da Rota do Românico, projeto que um ano depois, em 2014, recebeu menção especial e honrosa pelo Architizer no âmbito do seu prêmio de arquitetura internacional A+Awards. Em 2015, venceram o Prêmio Building of the Year 2015 promovido pelo Archdaily, com o projeto da Casa de Sambade, também vencedor do A+Awards 2015.

Também em 2015, integrou o Diretório de Arquitetos promovido pela revista internacional Wallpaper, que anualmente seleciona arquitetos emergentes de todo o mundo.

No ano passado, também foram vencedores no Building of the Year promovido pelo Archdaily, com o projeto da Casa Cabo de Vila.

Equipe: Henrique, Marques, Rui Dinis, Carla Duarte, Marco Santos, Tiago Maciel, João Ortigão e Akitoshi Kimura.

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Sobre este autor
Matheus Pereira
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Cita: Matheus Pereira. "Jovens talentos da Arquitetura Portuguesa" 20 Mar 2018. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/890987/jovens-talentos-da-arquitetura-portuguesa> ISSN 0719-8906

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