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Matheus Pereira

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Sesc Paulista abrirá suas portas no final deste mês

10:00 - 18 Abril, 2018
Sesc Paulista abrirá suas portas no final deste mês, © Pedro Vannucchi
© Pedro Vannucchi

Estabelecido na mais icônica das avenidas paulistanas, após oito anos em obras, a nova unidade do Sesc São Paulo abrirá suas portas no próximo dia 29 de Abril. Com uma programação pautada pelo tripé “Arte, Corpo e Tecnologia”, a instituição prevê um público de aproximadamente 18 mil pessoas por semana.

Sérgio Bernardes e sua contribuição à arquitetura brasileira

19:00 - 9 Abril, 2018
Sérgio Bernardes e sua contribuição à arquitetura brasileira, Pavilhão de São Cristóvão. Image via Bernardes Arquitetura
Pavilhão de São Cristóvão. Image via Bernardes Arquitetura

Com uma vida profissional marcada pela densa produção e pesquisa, não apenas arquitetônica, mas em uma série de outros campos inter-relacionados, Sérgio Bernardes começou a trabalhar muito jovem e aos treze anos fundou sua primeira oficina de maquetes. Aos quinze anos – antes mesmo de ingressar na faculdade de Arquitetura – concebeu seu primeiro projeto, a residência Eduardo Baouth, em Itaipava, no Rio de Janeiro, para amigos de seus pais. Além da arquitetura, também percorreu por outros campos, como o da marcenaria, por exemplo.

Em 1948 graduou-se na Faculdade de Arquitetura pela Universidade do Rio de Janeiro, período em que a arquitetura moderna encontrava-se em destaque no cenário internacional, pois o país já havia participado da Exposição Mundial de 1939 em Nova Iorque e trabalhos modernos brasileiros já haviam sido expostos no MoMA em 1943. Antes mesmo de completar a graduação, Sérgio obteve sua primeira publicação em arquitetura, com o projeto do Country Club em Petrópolis, pela revista L’Architecture d’Aujourd’hui.

Elementos chave de Paisagismo: arbustos, gramas, forrações e pisos

12:00 - 5 Abril, 2018
Elementos chave de Paisagismo: arbustos, gramas, forrações e pisos, © Matheus Pereira
© Matheus Pereira

Assim como os elementos arquitetônicos que compõe e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel”. 

De maneira prática, trouxemos alguns posts para contribuir para os projetos de paisagismo. No primeiro post abordamos sobre planos, clareiras e disposição de árvores e no segundo sobre árvores, arbustos, grama e forrações nos espaços livres. Neste artigo abordaremos sobre arbustos, gramas, forrações e pisos

Capitéis da Antiguidade Clássica: Entenda a diferença entre as Cinco Ordens

12:00 - 26 Março, 2018
Capitéis da Antiguidade Clássica: Entenda a diferença entre as Cinco Ordens, © Matheus Pereira
© Matheus Pereira

Seja para iniciar a análise de um detalhe ou para impressionar alguém em uma roda de conversa ou em uma viagem, o entendimento de uma edificação clássica inicia-se ao ter consciência das diferentes ordens clássicas arquitetônicas. Dentro do referencial bibliográfico pela história, o primeiro relato acerca das ordens foi escrito por Vitrúvio. “[...] As ordens vieram propiciar uma gama de expressões arquitetônicas, variando da rudeza e da firmeza até a esbelteza e a delicadeza. No verdadeiro projeto clássico, a seleção da ordem é uma questão vital – é a escolha do tom” [1], que para o autor, sintetiza a “gramática da arquitetura” [2].

Segundo John Summerson, autor do livro A Linguagem Clássica da Arquitetura, “[...] um edifício clássico é aquele cujos elementos decorativos derivam direta ou indiretamente do vocabulário arquitetônico do mundo antigo – o mundo ‘clássico’ [...]. Esses elementos são facilmente reconhecíveis, como, por exemplo, os cinco tipos padronizados de colunas que são empregados de modo padronizado, os tratamentos padronizados de aberturas e frontões, ou, ainda, as séries padronizadas de ornamentos que são empregadas nos edifícios clássicos”. [3]

Jovens talentos da Arquitetura Portuguesa

12:00 - 20 Março, 2018

Marcada pelo refinamento e pureza de desenho, a arquitetura portuguesa historicamente detém um aguçado relacionamento entre o objeto construído e o território a qual se insere.

Nomes como Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto de Moura e Fernando Távora são ainda as maiores referências quando pensamos na produção arquitetônica portuguesa. Contanto, para além dos grandes mestres, um grupo de jovens escritórios criado nos últimos dez anos tem mostrado força e relevância à nova produção. Nesse panorama, novos atributos são enfatizados - um senso estético e construtivo baseado no minimalismo moderno, mas questionados e renovados de acordo com os novos parâmetros sociais e filosóficos contemporâneos; a união de campos híbridos – da arte e design de produto à arquitetura e urbanismo; e um processo crescentemente colaborativo, baseado na união de ideias coletivas.

Steel Frame e Wood Frame: vantagens dos sistemas construtivos a seco

12:00 - 14 Março, 2018

Ao conceber um projeto de arquitetura e iniciar uma obra, muitos são os pontos considerados para garantir qualidade e custo-benefício. Entre os pontos chave ponderados, a técnica construtiva a ser adotada é na maioria dos casos o primeiro item a ser avaliado, tanto por questões de execução ao materializar o desenho proposto, quanto ao processo decorrente deste – tempo, custo integral, mão de obra, acabamentos e qualidade final.

Clássicos da Arquitetura: Auditório Cláudio Santoro / Gian Carlo Gasperini, Plínio Croce e Roberto Aflalo

12:00 - 6 Março, 2018
Clássicos da Arquitetura: Auditório Cláudio Santoro / Gian Carlo Gasperini, Plínio Croce e Roberto Aflalo, © Haruo Mikami
© Haruo Mikami

Descrição enviada pela equipe de projeto. Inaugurado em março de 1979, esse edifício é um dos principais espaços culturais do município de Campos do Jordão. Desde sua inauguração, é a sede do tradicional Festival de Inverno da cidade.

O partido arquitetônico é apoiado no forte conceito do sistema estrutural, com quatro pilares periféricos que apoiam uma cobertura quadrada de concreto aparente. Os pilares são travados por vigas na cobertura, que formam nervuras em diagonal e funcionam também como rebatedores acústicos para o auditório.

© Haruo Mikami © Haruo Mikami © Haruo Mikami © Haruo Mikami + 20

Elementos chave de Paisagismo: marcos visuais, eixos, escalas, visadas e sensorialidade

12:00 - 5 Março, 2018
Elementos chave de Paisagismo: marcos visuais, eixos, escalas, visadas e sensorialidade, Eixos visuais e marco visual. Image © Matheus Pereira
Eixos visuais e marco visual. Image © Matheus Pereira

Assim como os elementos arquitetônicos que compõem e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar os espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel” [1],

Nesta segunda parte de nossa série buscaremos exemplificar de maneira prática a conceituação e utilização dos marcos visuais, eixos, escalas, visadas e sensorialidade em um projeto paisagístico.

Lúcio Costa e sua influência no Patrimônio Histórico Nacional e no IPHAN

12:00 - 27 Fevereiro, 2018
Lúcio Costa e sua influência no Patrimônio Histórico Nacional e no IPHAN, <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/File%3ADe_Dentro_do_Museu_das_Miss%C3%B5es.jpg'>© 	Isabela Marques Leite de Souza via Wikimedia Commons </a> Licença CC BY-SA 4.0
© Isabela Marques Leite de Souza via Wikimedia Commons Licença CC BY-SA 4.0

Como exemplar figura contribuinte à produção arquitetônica moderna, Lúcio Costa atuou em diferentes frentes – do desenho do edifício ao desenvolvimento de planos urbanos, como é o caso da cidade de Brasília. Entre as muitas facetas do arquiteto, sua participação na valorização e estabelecimento de politicas capazes de atuar em prol da proteção do patrimônio histórico nacional são um marco em sua carreira e, sobretudo, aos bens do país.

Elementos chave de Paisagismo: planos, clareiras e disposição de árvores

12:00 - 23 Fevereiro, 2018
Elementos chave de Paisagismo: planos, clareiras e disposição de árvores, © Matheus Pereira
© Matheus Pereira

Assim como os elementos arquitetônicos que compõe e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel”. [1]

De maneira prática, faremos alguns posts mostrando a conceituação e utilização dos componentes vegetais – árvores, arbustos, grama e forrações nos espaços livres. Neste artigo abordaremos os planos, maciços vegetais e a disposição de árvores.

A arquitetura das lojas de Design: espaço, objeto e expectador

12:00 - 20 Fevereiro, 2018
A arquitetura das lojas de Design: espaço, objeto e expectador, Loja Forma / Paulo Mendes da Rocha. Image<a href='http://arquigrafia.org.br/photos/8070'>© Ruth Verde Zein via Arquigrafia </a> Licença CC BY-NC-SA 3.0
Loja Forma / Paulo Mendes da Rocha. Image© Ruth Verde Zein via Arquigrafia Licença CC BY-NC-SA 3.0

Conceber espaços destinados à exposição de peças de mobiliário com alto grau de complexidade no desenvolvimento – estrutural, ergonômico, artístico e histórico, requer uma abordagem projetual distinta, já que é importante expor e persuadir o expectador-cliente a adquirir o produto. No Brasil, exímios exemplos como a loja Forma (1987), Micasa (2004), Casa Matriz (2004), Micasa Volume B (2007), Ouvidor (2013), Dpot (2016), Líder (2016) e Micasa Volume C (2017) destacam-se por unir com maestria tais fundamentos. Em linhas gerais, pode-se dizer que asseguram a “caixa branca” requerida como plano de fundo, comparativamente como obras de arte na neutralidade dos espaços expográficos, e ainda, dispostas de modo a provocar o desejo pela aquisição.

Como funcionam as Conchas Acústicas

12:00 - 16 Fevereiro, 2018
Como funcionam as Conchas Acústicas, © Matheus Pereira
© Matheus Pereira

Conchas acústicas são elementos icônicos em alguns espaços públicos do Brasil e do mundo. Mas além de uma forma curiosa, seu funcionamento é altamente interessante. Inspirando-se no desenho do ouvido humano, as ondas sonoras produzidas dentro delas são organizadas através de sua forma, tornando-se mais vívidas e fortes para o público à sua frente.

8 Projetos de intervenção destinados à cultura em importantes e históricos edifícios

12:00 - 13 Fevereiro, 2018
8 Projetos de intervenção destinados à cultura em importantes e históricos edifícios, Pinacoteca do Estado de São Paulo / Paulo Mendes da Rocha, Eduardo Colonelli e Weliton Ricoy Torres. Image © Nelson Kon
Pinacoteca do Estado de São Paulo / Paulo Mendes da Rocha, Eduardo Colonelli e Weliton Ricoy Torres. Image © Nelson Kon

É sempre muito delicado intervir em edificações históricas. Na arquitetura, seja por operações de restauro ou de requalificação espacial, projetos de intervenção são muitas vezes necessários para dar uma “vida nova” a edificações abandonadas ou descaracterizadas, alterando ou qualificando seu uso.

Junto ao desafio de preservar as construções já existentes, tentando não modificar bruscamente o desenho original das mesmas, há ainda o desafio por implantar edifícios ou elementos anexo capazes de atender as necessidades intrínsecas de cada caso, de forma a não “ferir” e/ou descaracterizar as edificações originais.

Clássicos da Arquitetura: Edifício Esther / Álvaro Vital Brasil e Adhemar Marinho

12:00 - 1 Fevereiro, 2018
Clássicos da Arquitetura: Edifício Esther / Álvaro Vital Brasil e Adhemar Marinho, via Foto divulgação_via Arquivo.arq
via Foto divulgação_via Arquivo.arq

Com o exponencial crescimento populacional paulistano na década de 1930 e o incentivo do mercado privado da construção civil, uma série de arquitetos foram convidados a projetarem edifícios com usos variados no centro da cidade. Álvaro Vital Brasil e Adhemar Marinho foram os responsáveis pela concepção do Edifício Esther, ícone na primeira fase de verticalização da Praça da República. [1]

Em 1933, quando a cidade ultrapassou a marca de um milhão de habitantes, um considerável número de edifícios verticais passaram a ser construídos. [2] Em decorrência da expansão demográfica urbana e verticalização em massa entre os anos 30 e 40, o elevado preço dos aluguéis e valorização da terra na região do centro expandido marcaram transformações no quadro residencial e urbano. [3]

A arquitetura de Torres e Antenas de rádio e TV

12:00 - 26 Janeiro, 2018
A arquitetura de Torres e Antenas de rádio e TV, Torre de Collserola / Foster+Partners <a href='https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Torre_de_Collserola#/media/File:Torre_de_Collserola_-_001.jpg'>© Mutari via Flickr </a> Licença Public Domain
Torre de Collserola / Foster+Partners © Mutari via Flickr Licença Public Domain

Para uma melhor e mais ampla propagação das frequências de TV e rádio, é imprescindível que as antenas localizem-se em um local estratégico e, acima de tudo, alto. Quando não há uma topografia favorável para a implantação das mesmas, a construção de torres e mastros para a radio-difusão torna-se imprescindível. Mas, mais do que cumprir uma importante função, elas representam marcos visuais, e são uma incrível oportunidade de transformar uma infraestrutura urbana em uma peça de estética única. Alguns exímios profissionais da arquitetura junto a suas equipes puderam desenvolver projetos destinados a torres de rádio e TVs, conferindo o alto rigor estrutural junto à inventividade plástica do desenho assumido pela solução adotada. Selecionamos uma breve coletânea de projetos de torres transmissivas televisivas e de rádios. Confira a seguir:

Estruturas Tensegrity: o que são e o que esperar delas

12:00 - 23 Janeiro, 2018
Estruturas Tensegrity: o que são e o que esperar delas, Buckminster Fuller <a href='https://www.flickr.com/photos/poetarchitecture/26806590126/in/photolist-GQNMjo-hESW2z-GMT4BP-ejcfv3-criycW-r4RXrm-qixJV2-3ZnJR-3ZnKg-5mMEfE-5mHpSD-5mMEDd-VR9y-VR7Y-VR9e-VR7D-VR8M-8y9tDo-8y6sNX-qnhPRv-sSPR3B-ta1L5A-sSFpTo-t7XFvh-t7Xf6u-t7WDZd-t7W8aY-sSFCyf-t7WNX3-sdgce7-sSGbAS-sSEAJd-sSH5eG-t7WeNY-sdsw7p-sdrtJa-t7WvQs-ta2Hj3-taiBsF-tagNuP-sSPTcM-t7WCsq-ta1wys-sSNNhP-ta2Tpo-sSFMmJ-sSPk8M-sdrEH4-ta2Jc5-sSHcrN'>©POET ARCHITECTURE via Flickr </a> Licença Public Domain Mark 1.0
Buckminster Fuller ©POET ARCHITECTURE via Flickr Licença Public Domain Mark 1.0

Buckminster Fuller, por meio de sua extensa pesquisa, invenções e experimentações estruturais, cunhou o termo Tensegrity. Ele diz respeito às “estruturas autotensionadas compostas por estruturas rígidas e cabos, com forças de tração e compressão, que formam um todo integrado” [1]. Em outras palavras, a tensegridade é a propriedade presente por um sistema que se apropria de cabos (tração) e da rigidez de outros elementos (normalmente em aço, madeira ou bambu) capazes de agirem sob os esforços intrínsecos (tração e compressão) conjuntamente e simultaneamente, propiciando maior resistência e estabilidade formal. Trabalham como estruturas biológicas, a exemplo de músculos e ossos, interligados, onde um fortalece o outro.

Subterrâneos que resguardam parte da história de São Paulo

12:00 - 18 Janeiro, 2018
<a href='https://www.flickr.com/photos/asreis/4773267060/in/photolist-6vuBG7-56Kkzm-8gNeZW-8gJRRx-8gJSGg-DMwXH-8gNcRS-8gJMBR-8gNeny-8gNajN-8gJHhB-8gMY65-8gJYN6-56KjqQ-8gJQxk-8gJUsz-8gJWve-8gNb8w-8gMZEG-8gJLHv-56Fdi4-8gJJUv-8gJG7n-8gJNun-8gMXTf-xX7Fjx-8gJPcc-8gJEiB-7H9ss2-8gMWRm-56FfsB-7nqFz7-7H9sA8-xJQFfC-7H9Rvc-7HdnHq-6weCNA-DMwXU-8gJVbk-DMwXZ-6warsg-6weDcS-8gJKQa-hZ6fBa-8gJRbe-hhhY4R-56Kx19-xr3Ska'>© Andreia Reis via Flickr </a> Licença CC BY 2.0. Image Túnel Casa das Caldeiras
© Andreia Reis via Flickr Licença CC BY 2.0. Image Túnel Casa das Caldeiras

São Paulo, megalópole que ultrapassa os 12 milhões de habitantes, apesar do frenético ambiente de quem transita diariamente pela cidade no intenso "vai e vem", esconde muitos mistérios aos olhos de quem passa por seu solo.

Diferentemente do artigo guia de mirantes para conhecer São Paulo do alto, agora apresentamos uma seleção de locais subterrâneos desconhecidos pela maior parte do público e que resguardam parte da história da cidade. Teatros, aquário, estação de metrô não concluída, instituições artísticas e culturais são alguns dos quase secretos espaços. Confira nossa seleção a seguir:

Ventilação cruzada? Efeito chaminé? Entenda alguns conceitos de ventilação natural

18:00 - 4 Janeiro, 2018
Hospital Sarah Kubitschek Salvador / João Filgueiras Lima. Image © Nelson Kon
Hospital Sarah Kubitschek Salvador / João Filgueiras Lima. Image © Nelson Kon

Nada mais racional que utilizar o vento, um recurso natural, gratuito, renovável e saudável, para melhorar o conforto térmico de nossos projetos. A consciência da finitude dos recursos e a demanda pela redução no consumo energético tem retirado o protagonismo dos sistemas de ar condicionado, fazendo com que arquitetos e engenheiros voltem-se ao sistemas passivos para melhoria do conforto térmico nos interiores. É evidente que há climas extremos em que não há escapatórias, senão o uso de sistemas artificiais, mas em grande parte da superfície terrestre é possível proporcionar um fluxo de ar agradável através dos ambientes por meio de sistemas passivos, principalmente se as ações forem consideradas durante a etapa de projeto. 

O tema é altamente complexo e abrangente, mas abordaremos sinteticamente alguns conceitos, exemplificando-os com projetos construídos. Uma série de sistemas de ventilação pode auxiliar nos projetos: ventilação natural cruzada, ventilação natural induzida, efeito chaminé e resfriamento evaporativo, que combinados à correta utilização de elementos construtivos possibilita melhoria no conforto térmico e diminuição no consumo de energia.