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Matheus Pereira

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Espécies e dicas para cultivos de plantas nos interiores

12:00 - 13 Julho, 2018
Espécies e dicas para cultivos de plantas nos interiores, Mipibu House / Terra e Tuma Arquitetos Associados. Image © Nelson Kon
Mipibu House / Terra e Tuma Arquitetos Associados. Image © Nelson Kon

Plantas e espécies vegetais são excelentes elementos para compor a arquitetura e espaços construídos. Entretanto, quando se trata de ambientes internos – áreas que geralmente recebem menor quantidade de luz e ventilação natural – certas espécies apresentam resistência à adaptação.

Por isso, ao pensar em espécies vegetais para interiores - seja uma casa, apartamento ou um espaço comercial - algumas espécies são mais indicadas e se adaptam melhor. Compilamos, a seguir, 13 espécies com boa adaptação a ambientes internos.

As possibilidades da iluminação artificial para melhorar (ou piorar) a arquitetura

12:00 - 12 Julho, 2018

Das diferentes etapas que regem o trabalho em arquitetura ou interiores, a iluminação é algo capaz de valorizar ou destruir visualmente um espaço concebido. Isso porque existem diferentes possibilidades de iluminação artificial e fontes de luz pensadas para as mais diferentes tarefas, ambientes e finalidades dentro de um espaço interno ou mesmo, externos, como em fachadas e projetos paisagísticos. Pensemos em dois ambientes com as mesmas dimensões e layout. Suponhamos que no primeiro, fosse aplicado apenas um ponto de luz – geral no caso – enquanto no segundo fosse realizado um projeto luminotécnico considerando cada um dos usos do espaço, valorizando determinados aspectos. Sem dúvidas, a segunda opção constitui-se de um espaço mais agradável. Da mesma forma que um projeto luminotécnico equivocado pode estragar um espaço. Mas como é possível atingir esses diferentes resultados?

Neste artigo já aprendemos como calcular a intensidade de luz necessária para cada ambiente. Aqui, de maneira prática, compilamos a seguir uma lista com alguns dos conceitos-chave para os diferentes tipos de sistemas de iluminação.

Exposição “Experimentando Le Corbusier” - reinterpretando os cânones modernos

12:00 - 2 Julho, 2018
Exposição “Experimentando Le Corbusier” - reinterpretando os cânones modernos, © André Klotz
© André Klotz

Inaugurada no último sábado (16) no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, a mostra “Experimentando Le Corbusier – Interpretações contemporâneas do modernismo”, que conta com curadoria de Pierre Colnet e Hadrien Lelong, da editora de design Cremme e expografia assinada pelo escritório paulistano MNMA Studio, busca instituir uma reflexão aos desdobramentos da obra do arquiteto franco-suíço no que diz respeito à produção arquitetônica, urbana, ideológica e social ao modernismo brasileiro.

Com 20 artistas convidados – arquitetos, designers e artistas plásticos – que desenvolveram trabalhos e pesquisas variadas a partir dos cânones da obra do arquiteto, a mostra busca atuar através da “transdisciplinaridade da arte”, como pontuou Mariana Schmidt, sócia-arquiteta responsável pelo desenvolvimento expográfico.

Diagramação de pranchas de concursos: o que fazer e o que evitar

12:00 - 12 Junho, 2018
Diagramação de pranchas de concursos: o que fazer e o que evitar

Participar de concursos de arquitetura pode ser uma boa chance para alavancar um escritório, ou sair um pouco da rotina desenvolvendo ideias que geralmente não passariam pelo crivo de um cliente. Mas, para chamar a atenção dos membros do júri, entre centenas de trabalho, a graficação do projeto desempenha um papel chave. Além de ideias pertinentes aos questionamentos e debates incumbidos é imprescindível uma prancha organizada como síntese do processo. Na tentativa de reunir as ideias de maneira gráfica, uma série de dúvidas surge quanto à maneira de apresentação e como a mesma ajudará na transmissão das ideias contidas no projeto de forma clara para o júri.

Plantas, cortes, elevações, colagens, renderizações, diagramas, textos, elementos gráficos. As dimensões das pranchas não parecem comportar tantas informações. Pensando nisso, reunimos uma série de dicas essenciais ao desenvolvimento de suas pranchas em concursos de arquitetura. Confira a seguir:

5 sistemas para incorporar a iluminação zenital em seus projetos

12:00 - 6 Junho, 2018

Nada mais racional que aproveitar a iluminação solar natural como garantia para melhorar a qualidade espacial de seus projetos, além de economizar energia. A consciência da finitude dos recursos naturais e demandas por redução do consumo energético têm diminuído cada vez mais o protagonismo de sistemas artificiais de iluminação, de modo que arquitetos tem buscado assumir novos posicionamentos na concepção projetual, apropriando-se determinados sistemas construtivos no aproveitamento dos recursos naturais. Nesse diálogo, diferentes tipos de artifícios têm sido adotados para a captação lumínica natural.

Tais sistemas podem ainda garantir excelentes propriedades espaciais se projetados corretamente. Conheça, a seguir, 5 sistemas indispensáveis à iluminação zenital:

Cascas de concreto: fundamentos de projeto e exemplos

12:00 - 30 Maio, 2018
Cascas de concreto: fundamentos de projeto e exemplos, Capela Bosjes / Steyn Studio. Image © Adam Letch
Capela Bosjes / Steyn Studio. Image © Adam Letch

Pensemos numa folha de papel. Caso haja a tentativa de deixa-la em pé a partir de seu estado primário, a mesma não sustentará seu peso próprio. Contanto, se a curvarmos ou dobrarmos, a mesma atinge uma nova qualidade estrutural, suportando seu próprio peso. Da mesma forma, agem as cascas. “Não se pode imaginar uma forma que não necessite de uma estrutura, ou uma estrutura que não tenha uma forma. Toda forma tem uma estrutura e toda estrutura tem uma forma. Dessa maneira, não se pode conceber uma forma sem se conceber automaticamente uma estrutura e vice-versa.” [1] A importância do pensamento estrutural que culmina no objeto construído é então, tida pela relação entre forma e estrutura. A partir da associação do concreto e do aço, destacam-se as cascas, estruturas cujas superfícies curvas contínuas apresentam pequena espessura, se comparada às outras dimensões, frequentemente utilizadas em grandes coberturas e não permitindo esforços pontuais.

As cascas são estruturas muito utilizadas para coberturas de grandes vãos sem apoios intermediários. Em termos estruturais, são eficientes por resistirem muito bem a esforços de compressão, podendo, em pontos específicos de sua superfície, principalmente próximos aos apoios, absorverem pequenos momentos de flexão.

Guia de expografia: o que levar em conta ao montar uma exposição

12:00 - 23 Maio, 2018
Guia de expografia: o que levar em conta ao montar uma exposição, Cavaletes de Vidro. Image © FLAGRANTE
Cavaletes de Vidro. Image © FLAGRANTE

Você já se questionou como é pensado o projeto de uma exposição? Ou como ele articula-se na montagem do conteúdo exposto?

Historicamente, o que hoje conhecemos como Museu iniciou-se como um lugar para a reunião de peças e objetos organizados por tipologia, como nos é revelado ao observamos imagens dos chamados gabinetes de curiosidades ou quarto das maravilhas, onde se organizava uma multiplicidade de objetos e espécies raras (animal, vegetal e mineral) trazidas das grandes explorações ocorridas no século XVI e XVII.

Séculos mais tarde, tais coleções começaram a ganhar força e antigos palácios transformaram suas circulações em extensas e contínuas galerias, onde apenas seus hóspedes e moradores tinham acesso. Posteriormente, no século XIX, o surgimento de pavilhões dedicados essencialmente à exposição de artefatos trouxe proximidade à ideia mais próxima do que hoje são os museus. Costumamos publicar diversos projetos de museus. Mas além da arquitetura destes, você já observou como a expografia atua de modo importante? Listamos a seguir alguns dos conceitos-chave dos projetos expográficos.

O papel da cor na arquitetura

12:00 - 15 Maio, 2018
O papel da cor na arquitetura , Escola em Alto de Pinheiros / Base Urbana + Pessoa Arquitetos. Image © Pedro Vanucchi
Escola em Alto de Pinheiros / Base Urbana + Pessoa Arquitetos. Image © Pedro Vanucchi

As cores e suas percepções são responsáveis por uma série de estímulos conscientes e inconscientes em nossa relação psíquico-espacial. Apesar de sua presença e variações presentes em todos os lugares, você já se questionou qual o papel delas na arquitetura?

Assim como os próprios elementos construtivos que compõe o objeto arquitetônico, a aplicação das cores nas superfícies também influencia a experiência do usuário no espaço. Segundo Israel Pedrosa, “A sensação colorida é produzida pelos matizes da luz refratada ou refletida pela substância. Comumente, emprega-se a palavra cor para designar esses matizes que funcionam como estímulos na sensação cromática. [...].” [1]

Eladio Dieste e a importância da experimentação no canteiro de obras

12:00 - 8 Maio, 2018
 Eladio Dieste e a importância da experimentação no canteiro de obras, Igreja do Cristo Obrero / Eladio Dieste. Image © Gonzalo Viramonte
Igreja do Cristo Obrero / Eladio Dieste. Image © Gonzalo Viramonte

Nascido em Artigas, no Uruguai, na segunda década do século XX, Eladio Dieste sagrou-se exímio construtor, com a maior parte de sua obra situada na capital de seu país origem, Montevidéu e em cidades adjacentes.  No entanto, sua obra acabou obtendo reconhecimento mais amplo depois de sua morte, após o Massachussets Institute of Technology (MIT) reconhecê-la em 2005 por meio do trabalho teórico de Stanford Anderson. Formado em Engenharia, sua relação com o canteiro de obras e experimentações in loco permitiram-no explorar ao limite a materialidade e as possibilidades estruturais.

Com um trabalho intimamente ligado à relação entre materialidade e canteiro, desenvolveu uma rica produção arquitetônica a partir de estudos de finas cascas cerâmicas, batizadas por ele como Cerâmica Armada. Junto a esta técnica construtiva, Dieste encontrou na adoção de tijolos cerâmicos a essência à resolução estrutural requerida, dado que o material apresentava excelentes propriedades estruturais – resistente aos intrínsecos esforços de compressão; rapidez construtiva; facilidade de mão-de-obra; e que junto à inserção do aço, resistia à flexão. A partir disso, encontrou no tijolo a natureza ideal à plasticidade e desenho estrutural buscado, possibilitando vencer grandes vãos com esbeltas estruturas autoportantes, apoiadas somente nas extremidades – livres de apoios centrais, onde parede, piso e teto unificavam-se como um só corpo.

Mas por que Eladio Dieste pode ser considerado um notável construtor?

Fachada do novo Sesc Avenida Paulista recebe vídeo mapping do VJ Spetto

19:00 - 4 Maio, 2018
Fachada do novo Sesc Avenida Paulista recebe vídeo mapping do VJ Spetto, © Evelson de Freitas
© Evelson de Freitas

Estabelecido na mais icônica das avenidas paulistanas, após oito anos em obras, finalmente a nova unidade do Sesc Avenida Paulista abriu suas portas no último domingo, 29 de Abril. Com uma programação pautada pelo tripé “Arte, Corpo e Tecnologia”, a instituição que prevê um público de aproximadamente 18 mil pessoas por semana, já observou parcialmente a expectativa concretizando-se.

Sesc Paulista abrirá suas portas no final deste mês

10:00 - 18 Abril, 2018
Sesc Paulista abrirá suas portas no final deste mês, © Pedro Vannucchi
© Pedro Vannucchi

Estabelecido na mais icônica das avenidas paulistanas, após oito anos em obras, a nova unidade do Sesc São Paulo abrirá suas portas no próximo dia 29 de Abril. Com uma programação pautada pelo tripé “Arte, Corpo e Tecnologia”, a instituição prevê um público de aproximadamente 18 mil pessoas por semana.

Sérgio Bernardes e sua contribuição à arquitetura brasileira

19:00 - 9 Abril, 2018
Sérgio Bernardes e sua contribuição à arquitetura brasileira, Pavilhão de São Cristóvão. Image via Bernardes Arquitetura
Pavilhão de São Cristóvão. Image via Bernardes Arquitetura

Com uma vida profissional marcada pela densa produção e pesquisa, não apenas arquitetônica, mas em uma série de outros campos inter-relacionados, Sérgio Bernardes começou a trabalhar muito jovem e aos treze anos fundou sua primeira oficina de maquetes. Aos quinze anos – antes mesmo de ingressar na faculdade de Arquitetura – concebeu seu primeiro projeto, a residência Eduardo Baouth, em Itaipava, no Rio de Janeiro, para amigos de seus pais. Além da arquitetura, também percorreu por outros campos, como o da marcenaria, por exemplo.

Em 1948 graduou-se na Faculdade de Arquitetura pela Universidade do Rio de Janeiro, período em que a arquitetura moderna encontrava-se em destaque no cenário internacional, pois o país já havia participado da Exposição Mundial de 1939 em Nova Iorque e trabalhos modernos brasileiros já haviam sido expostos no MoMA em 1943. Antes mesmo de completar a graduação, Sérgio obteve sua primeira publicação em arquitetura, com o projeto do Country Club em Petrópolis, pela revista L’Architecture d’Aujourd’hui.

Elementos chave de Paisagismo: arbustos, gramas, forrações e pisos

12:00 - 5 Abril, 2018
Elementos chave de Paisagismo: arbustos, gramas, forrações e pisos, © Matheus Pereira
© Matheus Pereira

Assim como os elementos arquitetônicos que compõe e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel”. 

De maneira prática, trouxemos alguns posts para contribuir para os projetos de paisagismo. No primeiro post abordamos sobre planos, clareiras e disposição de árvores e no segundo sobre árvores, arbustos, grama e forrações nos espaços livres. Neste artigo abordaremos sobre arbustos, gramas, forrações e pisos

Capitéis da Antiguidade Clássica: Entenda a diferença entre as Cinco Ordens

12:00 - 26 Março, 2018
Capitéis da Antiguidade Clássica: Entenda a diferença entre as Cinco Ordens, © Matheus Pereira
© Matheus Pereira

Seja para iniciar a análise de um detalhe ou para impressionar alguém em uma roda de conversa ou em uma viagem, o entendimento de uma edificação clássica inicia-se ao ter consciência das diferentes ordens clássicas arquitetônicas. Dentro do referencial bibliográfico pela história, o primeiro relato acerca das ordens foi escrito por Vitrúvio. “[...] As ordens vieram propiciar uma gama de expressões arquitetônicas, variando da rudeza e da firmeza até a esbelteza e a delicadeza. No verdadeiro projeto clássico, a seleção da ordem é uma questão vital – é a escolha do tom” [1], que para o autor, sintetiza a “gramática da arquitetura” [2].

Segundo John Summerson, autor do livro A Linguagem Clássica da Arquitetura, “[...] um edifício clássico é aquele cujos elementos decorativos derivam direta ou indiretamente do vocabulário arquitetônico do mundo antigo – o mundo ‘clássico’ [...]. Esses elementos são facilmente reconhecíveis, como, por exemplo, os cinco tipos padronizados de colunas que são empregados de modo padronizado, os tratamentos padronizados de aberturas e frontões, ou, ainda, as séries padronizadas de ornamentos que são empregadas nos edifícios clássicos”. [3]

Jovens talentos da Arquitetura Portuguesa

12:00 - 20 Março, 2018

Marcada pelo refinamento e pureza de desenho, a arquitetura portuguesa historicamente detém um aguçado relacionamento entre o objeto construído e o território a qual se insere.

Nomes como Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto de Moura e Fernando Távora são ainda as maiores referências quando pensamos na produção arquitetônica portuguesa. Contanto, para além dos grandes mestres, um grupo de jovens escritórios criado nos últimos dez anos tem mostrado força e relevância à nova produção. Nesse panorama, novos atributos são enfatizados - um senso estético e construtivo baseado no minimalismo moderno, mas questionados e renovados de acordo com os novos parâmetros sociais e filosóficos contemporâneos; a união de campos híbridos – da arte e design de produto à arquitetura e urbanismo; e um processo crescentemente colaborativo, baseado na união de ideias coletivas.

Steel Frame e Wood Frame: vantagens dos sistemas construtivos a seco

12:00 - 14 Março, 2018

Ao conceber um projeto de arquitetura e iniciar uma obra, muitos são os pontos considerados para garantir qualidade e custo-benefício. Entre os pontos chave ponderados, a técnica construtiva a ser adotada é na maioria dos casos o primeiro item a ser avaliado, tanto por questões de execução ao materializar o desenho proposto, quanto ao processo decorrente deste – tempo, custo integral, mão de obra, acabamentos e qualidade final.

Clássicos da Arquitetura: Auditório Cláudio Santoro / Gian Carlo Gasperini, Plínio Croce e Roberto Aflalo

12:00 - 6 Março, 2018
Clássicos da Arquitetura: Auditório Cláudio Santoro / Gian Carlo Gasperini, Plínio Croce e Roberto Aflalo, © Haruo Mikami
© Haruo Mikami

© Haruo Mikami © Haruo Mikami © Haruo Mikami © Haruo Mikami + 20

Descrição enviada pela equipe de projeto. Inaugurado em março de 1979, esse edifício é um dos principais espaços culturais do município de Campos do Jordão. Desde sua inauguração, é a sede do tradicional Festival de Inverno da cidade.

O partido arquitetônico é apoiado no forte conceito do sistema estrutural, com quatro pilares periféricos que apoiam uma cobertura quadrada de concreto aparente. Os pilares são travados por vigas na cobertura, que formam nervuras em diagonal e funcionam também como rebatedores acústicos para o auditório.

Elementos chave de Paisagismo: marcos visuais, eixos, escalas, visadas e sensorialidade

12:00 - 5 Março, 2018
Elementos chave de Paisagismo: marcos visuais, eixos, escalas, visadas e sensorialidade, Eixos visuais e marco visual. Image © Matheus Pereira
Eixos visuais e marco visual. Image © Matheus Pereira

Assim como os elementos arquitetônicos que compõem e conformam o espaço construído – piso, paredes e teto, os elementos vegetais também são capazes de conformar os espaços livres em áreas de grande, média e pequena escala, de parques a jardins residenciais, atuando como estruturadores espaciais. Segundo Benedito Abbud, “O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam e abusam apenas da visão, o paisagismo envolve também o olfato, a audição, o paladar e o tato, o que proporciona uma rica vivência sensorial, ao somar as mais diversas e completas experiências perceptivas. Quanto mais um jardim consegue aguçar todos os sentidos, melhor cumpre seu papel” [1],

Nesta segunda parte de nossa série buscaremos exemplificar de maneira prática a conceituação e utilização dos marcos visuais, eixos, escalas, visadas e sensorialidade em um projeto paisagístico.