De espaços mortos a espaços públicos: Como os becos podem melhorar nossas cidades

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Esse artigo foi publicado originalmente por Redshift, da Autodesk, como "Reincarnated Architecture: Through Green Alleys, Dead Space Can Live Anew."

Para a maioria das pessoas, os becos são, na melhor das hipóteses, zonas liminares. Habitando o espaço entre "aqui" e "lá", eles existem, mas por causa de suas adjacências.

Na pior das hipóteses, eles são escuros, úmidos e até perigosos -vistos pelos habitantes da cidade como espaços mortos. No entanto, para alguns visionários, o espaço negativo que os becos ocupam não estão, absolutamente, mortos; estão apenas dormentes, esperando por um renascimento em algo funcional e novo.

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Sobre este autor
Cita: Alderton, Matt. "De espaços mortos a espaços públicos: Como os becos podem melhorar nossas cidades" [From Dead Space to Public Place: How Improving Alleys Can Help Make Better Cities] 24 Jan 2017. ArchDaily Brasil. (Trad. Souza, Eduardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/803973/de-espacos-mortos-a-espacos-publicos-como-os-becos-podem-melhorar-nossas-cidades> ISSN 0719-8906

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