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Sete cidades que estão implementando medidas para se tornarem mais habitáveis

Sete cidades que estão implementando medidas para se tornarem mais habitáveis
Sete cidades que estão implementando medidas para se tornarem mais habitáveis, Hamburgo, Alemanha. Imagem © David Kirsch, via Flickr
Hamburgo, Alemanha. Imagem © David Kirsch, via Flickr

Ao redor do mundo, são várias as cidades que estão implementando planos de longo prazo para se tornarem mais habitáveis -  locais onde os cidadãos possam realizar suas atividades cotidianas gerando o menor impacto possível no meio ambiente. 

Isto se dá pois a maioria dessas iniciativas são concebidas sob critérios de sustentabilidade, visando aumentar as áreas verdes e os espaços públicos, fomentando as caminhadas e o uso da bicicleta, além de promover a construção de habitações que incorporem tecnologias de gestão de recursos.

Como exemplos disto estão o projeto de Paris para aumentar os espaços públicos em torno do rio Sena, o plano de Copenhague para aproveitar os telhados como espaços para a vegetação, e o bairro de Friburgo, na Alemanha, em que os edifícios têm painéis solares que permitem gerar quatro vezes mais energia que consomem.

Em um artigo publicado pelo The Guardian, foram selecionadas sete cidades do mundo, entre elas duas latino-americanas, que possuem planos de longo prazo com "medidas radicais", segundo menciona a publicação britânica, para ser mais sustentáveis.

1. Bogotá

Transmilenio em Bogotá, Colômbia. Imagem © themikebot, via Flickr
Transmilenio em Bogotá, Colômbia. Imagem © themikebot, via Flickr

Sobre a capital colombiana, o The Guardian menciona dois projetos. O primeiro é a celebração do Dia Mundial Sem Carro que é realizado no dia 22 de setembro desde o ano 2000, e que proíbe a circulação de automóveis. 

O segundo é o sistema de ônibus públicos, TransMilenio, que foi inaugurado no ano 2000 e integrado a rede de transporte local. Seu projeto foi feito com base nos padrões de Bus Rapid Transit (BRT), que se caracteriza principalmente por ter uma rede de corredores exclusivos para os ônibus, como se fosse um metrô de superfície, que conta com estações.

2. Hamburgo

Hamburgo, Alemanha. Imagem © Mariah P, via Flickr
Hamburgo, Alemanha. Imagem © Mariah P, via Flickr

O plástico é um dos materiais mais comuns nos resíduos urbanos que, se não são for devidamente descartado e reciclado, pode afetar ao meio ambiente durante décadas e mesmo séculos, tal como ocorre com as sacolas plásticas e seu processo de decomposição, que pode levar entre 100 e 150 anos, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente.

Hamburgo está consciente disto e como maneira de reduzir o consumo de plástico, decidiram que os edifícios de instituições públicas, alguns colégios e universidades, não se comercializam garrafas d'água nem copos de café em recipientes plásticos.

3. Helsinki

Helsinki, Finlândia. Imagem © antiapathy, via Flickr
Helsinki, Finlândia. Imagem © antiapathy, via Flickr

O plano de mobilidade sustentável que a capital finlandesa está conduzindo com vistas para 2025 considera que nesse ano os cidadãos tenham um transporte público intermodal que seja de demanda personalizada (on demand) e com uma plataforma de pagamento universal. 

Ainda que existam vários assuntos por resolver, a ideia é que os habitantes tenham a possibilidade de utilizar diferentes meios de transporte, como bicicletas, ônibus, táxis, VLT's ou carros compartilhados.

Um projeto que foi testado Helsinki até dezembro de 2015 foi o serviço de ônibus públicos compartilhados, Kutsuplus, que recolhia os passageiros que pediam o serviço de acordo com a proximidade de seus destinos.

Este sistema apesar de ter tido uma demanda crescente e sustentável ao longo do tempo, foi concluído pelas autoridades porque consideraram que seu custo era elevado para os contribuintes, segundo publicou a Cityscope.

4. Milão

Milão, Itália. Imagem © Martti Tulenheimo, via Flickr
Milão, Itália. Imagem © Martti Tulenheimo, via Flickr

Recentemente, a cidade italiana anunciou que está avaliando a opção de pagar seus cidadãos para ir ao trabalho em bicicleta, de maneira similar como fez a França em 2014.

No caso de Milão, a ideia proposta pelo Conselho de Mobilidade busca evitar os elevados níveis de contaminação atmosférica que afetaram a cidade em dezembro passado e que fez com que fosse necessário proibir que por dois dias os motoristas não entrassem na "zona verde" estabelecida no centro, reduzir o custo das passagens no transporte público e liberar o pagamento das bicicletas públicas.

5. Oslo

Oslo, Noruega. Imagem © Dogg Kerr, via Flickr
Oslo, Noruega. Imagem © Dogg Kerr, via Flickr

Restringir os automóveis nas cidades é uma medida que várias cidades estão adotando para desmotivar o uso deste meio de transporte e, assim, diminuir os níveis de contaminação (acústica e atmosfera) e ter ruas mais seguras.

Uma das últimas cidades que anunciaram um plano seguindo esta linha foi Oslo, a capital da Noruega, que em outubro do ano passado estipulou que até 2019 os automóveis serão proibidos de circular n centro da cidade. Esta é uma das medidas de um projeto maior implementado desde os anos 90, em que a cidade planeja reduzir suas emissões de gases do efeito estufa em 50% até 2020.

A iniciativa seria complementada com a construção de 60 quilômetros de ciclovias, subsidiar a compra de bicicletas elétricas e investir no transporte público.

6. São Paulo

São Paulo, Brasil. Imagem © Ndecam, via Flickr
São Paulo, Brasil. Imagem © Ndecam, via Flickr

Em 2006, a cidade foi uma das primeiras a implementar uma lei que reconhecia a publicidade nas ruas como contaminação visual, exigindo, assim, a remoção dos letreiros. Depois disso, cidades de todo o mundo adotaram esta medida,as quais Alaska e Vermont (EUA), Chennai (Índia) e Teerã (Irã), que no ano passado eliminou 1.500 anúncios.

7. Seul

Seul, Coreia do Sul. Imagem © therealrealjd, via Flickr
Seul, Coreia do Sul. Imagem © therealrealjd, via Flickr

Duas iniciativas promovidas pelo prefeito Park Won-Soon estão deixando claro a razão por que a capital da Coreia do Sul é reconhecida como líder global em dados abertos. A primeira tem relação com um projeto que pretende que durante o próximo ano os habitantes possam ter acesso liberado à Internet em espaços públicos e nos sistemas de transporte coletivo.

A segunda está ligada à denominada economia do compartilhamento, que no caso das cidades é possível ver aplicada, por exemplo, no uso compartilhado de serviços de mobilidade e espaços de trabalho como oscoworkings. 

Em Seul, o acesso a este tipo de economia é possível  através da plataforma municipal ShareHub, que afirma que compartilhar é uma maneira razoável e sustentável de viver nas cidades, pois reúne serviços, atividades e informação acessíveis a qualquer pessoa.

Cita: Gaete, Constanza Martínez. "Sete cidades que estão implementando medidas para se tornarem mais habitáveis" [Siete ciudades que están impulsando planes sostenibles para ser más habitables] 15 Mai 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Santiago Pedrotti, Gabriel) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/787233/sete-cidades-que-estao-implementando-medidas-para-se-tornarem-mais-habitaveis> ISSN 0719-8906