
As paisagens urbanas contemporâneas variam muito de seus precedentes iniciais, abrigando a vida urbana em espaços internos amplos como mega-hotéis, shoppings e hubs de transporte. Átrios imponentes e áreas de circulação agora são uma parte normal da experiência urbana, permitindo atividades públicas "dentro" da cidade. Interiores e urbanismo são frequentemente considerados extremos opostos do espectro espacial, com a arquitetura atuando como mediadora entre os dois. A crescente importância do "urbanismo interno" no funcionamento do ambiente construído demanda a pergunta — como as cidades podem ser reinventadas de dentro para fora?
O fenômeno do aumento do espaço urbano interior - chamado de Urbanismo Interno - retrata como a urbanização se estende além dos limites externos da cidade para influenciar o design e a dinâmica dos espaços internos, especialmente os espaços públicos. O conceito abrange a noção de que os espaços internos, especialmente os públicos, são elementos essenciais da vida urbana, moldando e espelhando o desenho em constante mudança das cidades. Também pode ser percebido em espaços interiores contínuos e interconectados em cidades, como megaestruturas, galerias, passagens subterrâneas para pedestres, passarelas elevadas e espaços infraestruturais.





