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Como fazer cidades: Chicago e o conceito de Placemaking

Como fazer cidades: Chicago e o conceito de Placemaking
Como fazer cidades: Chicago e o conceito de Placemaking, Imagem PPS: Pergunta, o que você gostaria de ter em seu bairro?
Imagem PPS: Pergunta, o que você gostaria de ter em seu bairro?

Ao falar de placemaking, se evoca uma transformação no imaginário urbano delimitado embora importante, capaz de fornecer as ferramentas para reinventar e construir uma nova história e posicionar assim algum lugar, que agora vale a pena voltar a conhecer. Em português, podemos nos referir a como fazer a cidade, à construção do espaço urbano, a carrega-lo simbolicamente, mas nenhuma palavra chega a se reduzir em respeito a relevância de como um lugar pode ser outro melhor e totalmente diferente se sua imagem se transforma ou o modo de abordar o espaço.

Chicago está desenvolvendo uma campanha municipal de placemaking em colaboração com o Project for Public Spaces [PPS] e o Conselho Metropolitano de Planejamento  [MPC], revelando cursos para os principais atores urbanos do setor público, privado e cidadãos interessados em construir uma cidade melhor. Entre várias iniciativas, perguntou-se aos vizinhos diretamente, como a foto da capa diz, “o que você gostaria de ter em seu bairro?.

Considerando que placemaking refere-se a um processo, se não houver relações de vizinhança consolidadas é impossível mantê-lo. A campanha A Guide to Neighborhood Placemaking in Chicago (Guia para placemaking de bairro em Chicago), busca gerar diretrizes para fornecer recursos de gestão territorial e implementação de projetos para comunidades. PPS oferece um compêndio de informação que explica processos de construção de bairro, com ferramentas e diretrizes de observação para os que ali vivem. A ideia é aprender com referências locais que foram geradas dentro de Chicago, testando, a partir tanto dos exercícios bem-sucedidos como dos erros.

Fonte: Chicago Placemaking

A campanha foi lançada com dois dias de treinamento no local, em King Center, South Side de Chicago. Uma das principais estratégias consistiu em concentrar uma série de  atores sociais da cidade, cuja combinação cria um produto mais enriquecedor. Por um lado, exige organizações cívicas e residentes ativos com conhecimento de diferentes áreas que lhes permitiriam construir um ambiente criativo. Além disso, o convite a entidades do setor público, desde o Distrito de Parques de Chicago, o Departamento de Transportes e a Agência Metropolitana de Planejamento, permitem converter o evento em um de interesse público, garantindo maior dinamismo e acompanhamento das várias iniciativas.

O sucesso do coletivo não é apenas visível em Chicago mesmo, já que em inúmeras outras cidades se começou a replicar esse conceito em seus bairros.

Fonte: Chicago Placemaking

As intervenções no espaço público em Chicago já não são isoladas, como nos comenta Chicago Placemaking, que se tornou uma frente ativa e propositiva. Diante de uma pergunta básica como “Como melhorar o espaço público na minha comunidade?” Podem-se sugerir linhas de ação que podem ser conduzidas por qualquer pessoa com energias suficientes para transformá-lo e, assim, ser uma referência para novas iniciativas.

Na continuação, um guia básico desenhado por PPS para inspirar os empreendedores do placemaking, transmitindo a ideia de que qualquer um pode ser o líder de um processo de regeneração urbana que vai além dos limites do seu próprio quintal da frente. Um bom lugar para começar é onde você mora e com quem são seus vizinhos.

Preparação
Passo 1: Avaliar os desafios do espaço público.
Passo 2: Selecionar um local.
Passo 3: Identificar os atores chaves afetados pelo seu entorno
Avaliar o bairro
Passo 4: Recolhimento de informação.
Fazer um plano de lugar.
Passo 5: Realizar um workshop de avaliação local.
Passo 6: Transformar idéias em ações com um grupo de trabalho.
Passo 7: Desenvolver uma imagem objetiva.Desarrollar una imagen objetivo
Passo 8: Criar um relatório de síntese e apresentação
Implementar seu plano de Lugar
Passo 9: Implementar ações a curto prazo
Passo 10: Projetar um desenho a longo prazo com plano de impulso e monitoramento.
Passo 11: Avaliar resultados e repetir.

Para maiores detalhes de cada passo, aqui.

 

 

Cita: Paula Garcia Monteiro. "Como fazer cidades: Chicago e o conceito de Placemaking" 12 Jul 2012. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/59079/como-fazer-cidades-chicago-e-o-conceito-de-placemaking> ISSN 0719-8906