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O registro de um ícone urbano na intervenção “The Walking Man”

O registro de um ícone urbano na intervenção “The Walking Man”
O registro de um ícone urbano na intervenção “The Walking Man”, Cortesia de junk-culture.com
Cortesia de junk-culture.com

Um aspecto que geralmente passa despercebido é que os símbolos dos semáforos de pedestres não são os mesmos em todos os países e, em alguns casos, nem mesmo entre cidades. Por isso em alguns lugares “os homens” dos semáforos se foram transformados em ícones urbanos que resgatam parte da identidade de cada local e são lembrados como elementos do cotidiano.

Com a intenção de conhecer as diferenças entre os sinais de pedestres ao redor do mundo, a fotógrafa israelense Maya Barkai convidou fotógrafos de todo o mundo a enviarem imagens dos semáforos de suas cidades. O resultado foi reunido na instalação “The Walking Man”, que reuniu 99 figuras.

Mais imagens e detalhes a seguir.

O registro de um ícone urbano na intervenção “The Walking Man” O registro de um ícone urbano na intervenção “The Walking Man” O registro de um ícone urbano na intervenção “The Walking Man” O registro de um ícone urbano na intervenção “The Walking Man” + 9

A primeira vez que a instalação foi montada em um espaço público foi em janeiro de 2010, quando Barkai ocupou os painéis que circundavam uma construção na Rua Church, em Manhattan, como uma sala de exposição. Desde então já se passaram quatro anos, e a exposição continua aparecendo em festivais de arte urbana e em galerias de arte pelo mundo, sendo a Austrália o último país onde esteve como parte do festival Art & About Sidney.

© agent j loves nyc, vía Flickr.
© agent j loves nyc, vía Flickr.

A ideia de resgatar este elemento urbano cotidiano surgiu em 2004, quando o então prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, buscava uma forma de substituir as clássicas figuras por representações mais amigáveis aos pedestres, por tal motivo, Barkai quis saber como eram estes símbolos em outras partes do mundo.

© wallyg, vía Flickr.
© wallyg, vía Flickr.

Das 99 figuras que podem ser vistas na amostra, o semáforo de Odense, na Dinamarca, chama a atenção por ter um homem usando uma cartola e uma bengala, representando o poeta Hans Christian Anderson, que nasceu nesta cidade. Outro é o de Berlim, que foi desenhado em 1961 e que inclusive tem um nome próprio Ampelmännchen, ou “homem do semáforo”, e se trata de um homem com os braços estendidos e depois em forma de cruz para anunciar que não se deve atravessar.

©  This Week in New York: twi-ny.com, vía Flickr.
© This Week in New York: twi-ny.com, vía Flickr.

Três cidades chilenas estão presentes na intervenção - Pucón, Puerto Natales e Santiago - e se diferenciam no corpo do homem e na direção em que caminham. Em Dresden, na Alemanha, e em Utrecht, nos Países Baixos, o padrão clássico em que o símbolo do semáforo é um homem é trocado por uma mulher caminhando.

Cortesia de junk-culture.com
Cortesia de junk-culture.com

Com este projeto, Barkai conseguiu reunir em um só lugar um elemento tão próprio de lugares tão distantes entre si, fazendo com que as pessoas conheçam representações distintas e como cada cidade valoriza seus próprios símbolos culturais.

Via Plataforma Urbana. Tradução Isabela Costa, ArchDaily Brasil.

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Sobre este autor
Constanza Martínez Gaete
Autor
Cita: Constanza Martínez Gaete. "O registro de um ícone urbano na intervenção “The Walking Man”" 20 Fev 2014. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/177903/o-registro-de-um-icone-urbano-na-intervencao-the-walking-man> ISSN 0719-8906