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Como ser um cidadão "placemaker": pensar mais leve, mais rápido e mais econômico (Parte II)

Como ser um cidadão "placemaker": pensar mais leve, mais rápido e mais econômico (Parte II)
Como ser um cidadão "placemaker": pensar mais leve, mais rápido e mais econômico (Parte II), © Lisa Burnell, Estante Graphic Studio
© Lisa Burnell, Estante Graphic Studio

Com este artigo finalizamos a série de três artigos que relatam o conceito de Placemaking e a importância dos cidadãos no desenvolvimento de suas cidades. Revise a primeira parte deste post aqui.

O trabalho de muitas pessoas pode tranquilamente ser realizado ao ar livre, contudo, por diversas razões, a maior parte destes trabalhos acontecem em locais privados, ao invés de servirem para animar o espaço público. No entanto, cidadania ativa não significa que tudo seja trabalho (e nada seja lúdico), já que, “qualquer tipo de comunidade (que apoie a participação) não irá apenas solucionar os problemas que os vizinhos querem resolver”, explica Matt Leighninger, o diretor do Consórcio da democracia deliberativa. “Também deve haver a celebração do que se tem feito, através da socialização, com música, comida, entre outros temas.”

Em função disso, os organizadores do Dia do Restaurante converteram a gastronomia em uma desculpa para uma festa, dando aos residentes de Helsinki, Finlândia, a oportunidade de mostrar sua criatividade na cozinha e movimentar as ruas da cidade com um delicioso buffet em processo. A ideia era organizar um festival de um dia em que qualquer um pode abrir um restaurante em qualquer lugar (seja sua sala de estar ou mesmo espaços públicos).

O primeiro Dia do Restaurante foi realizado em 2011. Hoje em dia, é feito em várias cidades ao redor do mundo.

Este festival é um exemplo brilhante de como uma atividade diária perfeitamente normal pode ser levada por completo aos espaços públicos de uma cidade quando abordado de uma forma criativa. "A experiência da rua foi uma alegria para os olhos", publicou o blog City of Sound.

Tuominen repete isso em sua própria reflexão sobre o evento, explicando que "(A Finlândia) é tão cheia de regras que as pessoas tendem a vê-las até mesmo onde não existe! Isso foi dificultando as coisas por um longo tempo, mas o Dia do Restaurante tem incentivado as pessoas a utilizar os espaços públicos de uma maneira nova. Às vezes é preciso alguém para mostrar-lhes ou dar-lhes um pontapé suave no traseiro, e as coisas começam a acontecer."

Entender isso é fundamental para os cidadãos que pretendem assumir uma postura proativa em seus bairros: os espaços públicos têm uma forma de ampliar a ações individuais. Uma coisa que não é exclusiva da Finlândia é a tendência das pessoas (especialmente no mundo desenvolvido) em ver regras onde estas não existem. “Depois de décadas em que a sociedade se afastou da vida pública em favor da esfera privada da casa, escritório e automóvel, muitas pessoas agora sentem que precisam de permissão para usar os espaços públicos da maneira que gostariam”.

De baixo para cima: trabalhar rápido, trabalhar juntos

Se você quer mover seu escritório para o exterior, organizar um festival de gastronomia que envolva a cidade inteira, ou começar pouco a pouco, fazendo um esforço para trabalhar diretamente com os vizinhos todos os dias, é porque sabe que suas ações são um componente essencial do sentido de vizinhança do lugar onde você mora.

Tudo o que você decidir fazer, saiba que há menos obstáculos no caminho! Conheça os seus vizinhos, e encontre aliados. Criar bons lugares se trata de conhecer pessoas com quem você compartilha esses lugares. Pensar assim não significa apenas experimentar com o que você faz, mas com a forma de fazê-lo. Procure parceiros não convencionais e sempre esteja disposto a pensar em fazer as coisas um pouco diferentes.

Ótimos lugares não são criados de uma só vez, mas através de muitos atos criativos de cidadania: pessoas adicionando suas próprias ideias e talentos aos espaços públicos de seus bairros são o eixo da mudança. A melhor notícia é que parece que estamos vivendo um momento especial - as pessoas estão percebendo mais a importância da vida pública. Você pode sentir isso, é quase tangível: as coisas estão acontecendo!

Antes do fato há o sonho! Há poucos minutos no início deste artigo, você só evocava a visão de um bairro melhor. Tenho certeza que agora alguns leitores querem que isso se torne realidade.

Leia o artigo completo aqui.

Por Natalia Barrientos Barría, via Plataforma Urbana. Tradução Eduardo Souza, ArchDaily Brasil.


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Sobre este autor
Romullo Baratto
Autor
Cita: Romullo Baratto. "Como ser um cidadão "placemaker": pensar mais leve, mais rápido e mais econômico (Parte II)" 01 Nov 2013. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/150175/como-ser-um-cidadao-placemaker-pensar-mais-leve-mais-rapido-e-mais-economico-parte-ii> ISSN 0719-8906