
Com o crescimento populacional cada vez maior junto do contínuo desenvolvimento dos centros urbanos, é previsto que os edifícios, em geral, alcancem maiores alturas. Com a chegada do One World Trade Center em maio deste ano, o concurso mundial para construir as torres mais altas não parece estar diminuindo, especialmente na China e nos Emirados Árabes. A pergunta que intriga, no entanto, é quantos desses edifícios colossais possuem realmente um espaço útil?
O Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH), recentemente nomeou os Best Tall Buildings for 2013, e publicou um artigo que aborda o conceito de Vanity Height, ou "a distância entre o pavimento mais alto ocupável de um arranha-céu e o topo de sua arquitetura". Os resultados demonstram que muitos destes edifícios são surpreendentemente desiguais entre o espaço habitável e o não ocupável.
O Critério de Altura do CTBUH define um edifício como Supertall (Super Alto) se sua altura até o "topo da arquitetura" está acima de 300 m. Para contextualizar, o Empire State Building, por exemplo, possui 373 m. Já o Burj Khalifa, de Dubai, com 828 m de altura, está liderando a lista da Era do Megatall (Mega Alto). Conforme o CTBUH, em Julho de 2013, existiam apenas 73 edifícios supertall e 2 megatall.














