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Transporte Público: O mais recente de arquitetura e notícia

Calculadora digital compara custos de modais de transporte

As alterações climáticas, a alta dos combustíveis, crise financeira, importância das atividades físicas e os congestionamentos nos grandes centros urbanos, são alguns dos motivos que têm levado as pessoas a repensarem hábitos e gastos mensais, sendo o transporte um custo relevante nesta composição.

Cobrar mais pelo estacionamento nas ruas pode promover equidade no transporte

Quando parte das ruas é dedicada ao estacionamento, opta-se por dar uma destinação privada a um dos ativos mais valiosos da cidade. De ciclovias e faixas dedicadas para ônibus a calçadas mais espaçosas, parklets ou mesmo faixas de tráfego veicular misto, o cardápio de usos mais benéficos à coletividade é vasto. Mais do que nunca, é preciso repensar a mobilidade em nome de cidades mais prósperas e inclusivas. E a cobrança do estacionamento rotativo é um bom ponto de partida.

O transporte coletivo, a bicicleta e a caminhada são as opções mais sustentáveis na mobilidade urbana. Porém, enquanto sistemas de ônibus definham em meio à falta de recursos e à queda na demanda, e ciclistas e pedestres dispõem de infraestrutura precária em seus deslocamentos, cidades investem recursos vultosos na manutenção das vias – e ainda reservam parcela significativa para motoristas armazenarem um bem privado.

Dia Mundial sem Carro: como seria uma cidade que não prioriza o automóvel?

Os carros ainda são um dos principais meios de locomoção e seguem como um dos vilões da crise climática, pois a grande maioria deles consome combustíveis fósseis e geram poluentes, principalmente o gás carbônico - que intensifica o efeito estufa e, por consequência, o aquecimento global. Sendo assim, no dia 22 de setembro se celebra internacionalmente o Dia Mundial sem Carro, como incentivo para que as pessoas passem um dia sem utilizar seu automóvel e possam refletir sobre o uso excessivo dele. Para trazer novas ideias a esta reflexão, apresentamos hoje o trabalho do arquiteto letão Oto Ozols, que imagina as cidades projetadas para as pessoas e não para os automóveis, através de vídeos que demonstram como o espaço público pode ser aprimorado a partir desta perspectiva.

Fortaleza, Caruaru e Conde vencem o primeiro Prêmio Cidade Caminhável

Planejar e implementar projetos para priorizar os deslocamentos ativos deve ser prioridade nas cidades brasileiras, desde 2012, de acordo com a Política Nacional de Mobilidade Urbana. O deslocamento a pé é o transporte mais expressivo na vida urbana, representando 39% dos deslocamentos diários nas cidades brasileiras; além disso, cidades mais caminháveis são mais sustentáveis, resilientes, saudáveis, sociáveis e democráticas.

Nesse sentido, o Prêmio Cidade Caminhável, realizado pelo SampaPé! com apoio do ITDP Brasil e Walk 21, buscou conhecer e reconhecer os projetos e iniciativas que o poder público realizou nos últimos anos no caminho da priorização do caminhar. Sua primeira edição teve 28 projetos válidos inscritos, de 16 cidades diferentes, de 10 estados e do DF, tendo inscritos de todas as regiões do país, menos do norte. Todos os projetos, estão em um mapa de iniciativas públicas para caminhabilidade disponíveis no site do Prêmio, para que inspirem mais projetos.

Terminal de Västerås projetado pelo BIG reúne diversos modais de transporte sob um único teto

O Bjarke Ingels Group revelou o projeto final do Västerås Travel Centre, um centro de infraestrutura de transporte que reúne vários modais em um objeto arquitetônico coeso. A característica definidora do projeto é uma cobertura leve e ondulada que se desdobra em vários elementos complexos do programa que compõem o nó urbano, criando um novo marco para uma das maiores cidades da Suécia.

Terminal de Västerås projetado pelo BIG reúne diversos modais de transporte sob um único teto - Image 1 of 4Terminal de Västerås projetado pelo BIG reúne diversos modais de transporte sob um único teto - Image 2 of 4Terminal de Västerås projetado pelo BIG reúne diversos modais de transporte sob um único teto - Image 3 of 4Terminal de Västerås projetado pelo BIG reúne diversos modais de transporte sob um único teto - Image 4 of 4Terminal de Västerås projetado pelo BIG reúne diversos modais de transporte sob um único teto - Mais Imagens+ 16

A religião da cidade: carros, transporte coletivo e Coronavírus

A religião é uma realidade exclusivamente humana. Assim como as cidades. À medida que emergimos de nosso isolamento, as cidades silenciosas e locais de adoração serão novamente humanizados, em comparação com a triste memória do que já foram.

Vamos nos recuperar dessa estranha realidade, a pandemia e, quando o fizermos, seremos forçados a responder a algumas questões. Antes deste século, o automóvel já foi visto como a forma como os americanos podiam criar uma nova realidade: uma enorme classe média que podia controlar sua vida usando a liberdade que os carros lhes davam para ir onde quisessem, quando quisessem e viver onde eles quisessem viver. Entretanto, antes do isolamento, essa visão do que os carros significavam para nossa cultura estava mudando - especialmente nas cidades.

Cidades do futuro: das utopias modernas às propostas ecológicas contemporâneas

Ao longo da história, reformadores religiosos e arquitetos-estrelas visionários tentaram imaginar o futuro de nossas cidades: da cidade modelo veneziana de Palmanova ao complexo habitacional de vários andares para 5.000 pessoas desenhado pelo arquiteto italiano Paolo Soleri, da Broadacre City de Frank Lloyd Wright a Ville Radieuse de LeCorbusier, vários planos foram elaborados para ilustrar algumas das ambições sem precedentes.

Estudantes criam sistema sonoro para ajudar cegos no transporte público

Motivadas pelo ingresso de um colega portador de deficiência na Escola Técnica Estadual (Etec) Dona Escolástica Rosa, estudantes do curso técnico de Logística da unidade desenvolveram um projeto que pode provocar mudanças no transporte público coletivo da cidade de Santos, em São Paulo. Trata-se de um sistema sonoro para auxiliar e dar autonomia aos passageiros que enfrentam dificuldades para se deslocar.

Quanto custa uma linha de metrô?

“Quanto custa uma linha de metrô?” é uma pergunta feita com frequência quando se discute soluções ferroviárias de alta capacidade para cidades brasileiras. No entanto, o custo da implementação de projetos ferroviários varia enormemente em diferentes geografias globais.

Por exemplo: uma linha ferroviária em Nova York custa cerca de vinte vezes mais por quilômetro que uma linha em Seul, chegando ao orçamento de U$6,4 bilhões para um trecho de apenas 2,6 quilômetros na segunda fase do metrô Second Ave., ao norte da ilha de Manhattan. A questão geográfica, ou mesmo da alta densidade construída da metrópole americana, são respostas insuficientes para justificar tamanha disparidade em custos de construção.

Quanto custa uma linha de metrô? - Image 1 of 4Quanto custa uma linha de metrô? - Image 2 of 4Quanto custa uma linha de metrô? - Image 3 of 4Quanto custa uma linha de metrô? - Image 4 of 4Quanto custa uma linha de metrô? - Mais Imagens

O futuro do urbanismo na China: como construir cidades mais habitáveis?

E assim começamos o ano de 2021, logo depois de encerarmos um dos anos mais difíceis e desafiadores das últimas décadas. E agora? Quais são as nossas expectativas para o futuro próximo? Em recente pesquisa, a UN75 relata que a maioria das pessoas se mantém muito otimista em relação ao que está por vir: “em todo o mundo, a maioria dos entrevistados acredita que a nossa civilização estará muito melhor em 2045 do que hoje (49%), ao passo que 32% dos entrevistados acreditam que a nossa situação estará pior.” 

As cidades deveriam tornar seus sistemas de transporte público gratuitos?

Espalhadas pelos quatro cantos do planeta, grandes cidades são consideradas um dos principais fortins da desigualdade e da insustentabilidade. As duas maiores cidades dos Estados Unidos, Nova Iorque e Los Angeles, são também as duas cidades mais desiguais do país enquanto que um terço das pessoas mais pobres do Reino Unido vive em Londres. Somando-se a isso, segundo dados publicados pela C40 Cities, dois terços da energia consumida no mundo e 70% das emissões globais de carbono são atribuídos às cidades. Como arquitetos e urbanistas, estes dados nos fazem refletir sobre como políticas públicas e estratégias de planejamento urbano poderiam ser utilizadas para melhor combater esses dois graves problemas. Como resposta, dezenas de cidades ao redor do mundo têm investido em sistemas de mobilidade urbana mais eficientes, abrangentes e sustentáveis. Neste contexto, levantamos a seguinte questão: e se o transporte público fosse gratuito?

O futuro do transporte público na vida após Covid-19

Com a notícia promissora de uma vacina em potencial que em breve poderá fazer com que o mundo retorne a um modo de vida seminormal, questões estão sendo levantadas sobre como será o futuro do transporte público. Embora alguns prevejam que levará anos até que voltemos às formas de aglomeração, como sardinhas enlatadas em vagões de metrô lotados durante a hora do rush, não se trata apenas de como os indivíduos se sentem estando próximos uns dos outros enquanto se movem pela cidade. Tem mais a ver com como nossos outros hábitos diários, que foram remodelados como resultado da pandemia, podem mudar os objetivos gerais dos sistemas de transporte público em todo o mundo. Que estratégias podem ser implementadas para trazer o número de passageiros de volta aos níveis normais e para trazer o cenário da mobilidade de volta para onde estava, enquanto a sociedade continua a passar por grandes mudanças fundamentais?

Ciclo de debates online - Mobilidade em tempos de crise

A mobilidade se apresenta como uma das questões centrais de indagações e investigações sobre as cidades e os processos de urbanização.

Pensando nisso, somado aos conteúdos propostos pela pós-graduação Mobilidade e Cidade Contemporânea, ocorre o ciclo de debates on-line “Mobilidade em Tempos de Crise: Os desafios e o novo futuro da mobilidade urbana frente à crise política, econômica, social e sanitária”.

PROGRAMAÇÃO

PAINEL 3 – qui – 16.07

Mobilidade ativa é a solução?
Com Glaucia Pereira (Multiplicidade), Hannah Machado (Vital Strategies) e Nabil Bonduki (FAU-USP)

mediação: Marta Lagreca | Escola da Cidade

CONVIDADOS

Glaucia Pereira | Multiplicidade - Bacharel em Física (USP), mestre em Administração de Empresas

Ciclo de debates online - Mobilidade em tempos de crise

A mobilidade se apresenta como uma das questões centrais de indagações e investigações sobre as cidades e os processos de urbanização.

Pensando nisso, somado aos conteúdos propostos pela pós-graduação Mobilidade e Cidade Contemporânea, ocorre o ciclo de debates on-line “Mobilidade em Tempos de Crise: Os desafios e o novo futuro da mobilidade urbana frente à crise política, econômica, social e sanitária”.

PROGRAMAÇÃO

PAINEL 2 – qui – 09.07

O futuro do transporte público está ameaçado?
Com Ana Odila Souza, Clarisse Linke (ITDP) e Olívia Aroucha (SPTrans)

mediação: Tácito Pio | Escola da Cidade

CONVIDADOS

Ana Odila Souza - Graduada pela Escola Politécnica da USP e pós-graduada em

Mobilidade ativa como possibilidade de uma cidade melhor

Hoje se celebra o Dia Mundial da Bicicleta devido aos vários benefícios sociais, econômicos e ambientais que o uso deste meio de transporte e lazer oferece. Ao aprovar a comemoração deste dia, a ONU reconhece a contribuição do ciclismo dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo a construção de cidades e comunidades mais sustentáveis. Tal pensamento ganha ainda mais força durante e pós pandemia, e ao pensar formas saudáveis de se locomover pela cidade, a mobilidade ativa se destaca entre as alternativas possíveis e exequíveis em curto prazo, e ela não diz apenas sobre ciclovias, mas sobre abraçar o cidadão num todo.

BRT de Curitiba é eleito um dos projetos mais influentes do mundo nos últimos 50 anos

A Rede Integrada de Transporte de Curitiba foi listada como um dos 50 projetos mais influentes dos últimos 50 anos, de acordo com o Instituto de Gerenciamento de Projetos – o Project Management Institute (PMI), uma organização global com presença em mais de 160 países.

Carros vs. pedestres: entrevista com Janette Sadik-Khan

“A filha que Robert Moses e Jane Jacobs nunca tiveram”. É assim que Michael Bloomberg, ex-Prefeito de Nova York, descreve sua Secretária de Transportes Janette Sadik-Khan. A urbanista é uma das grandes referências na área que defendem as ruas da cidade — maior ativo de governos municipais — como principal forma de ajudar a melhorar a vida das pessoas.

Kansas City se torna a primeira grande cidade dos EUA a adotar transporte público gratuito

Kansas City se tornou a primeira grande cidade dos Estados Unidos a adotar transporte público gratuito. Na semana passada, o Conselho Municipal votou por unanimidade a favor de tornar o sistema de ônibus da cidade gratuito, fazendo par ao sistema gratuito de bondes lançado em 2016.