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Piet Oudolf: O mais recente de arquitetura e notícia

O que acontece com os Pavilhões da Serpentine Gallery quando são desmontados?

Se o sinal mais seguro do início do verão em Londres é a aparição de um novo pavilhão em frente à Serpentine Gallery, talvez seja justo dizer que o verão termina quando o pavilhão é desmontado. As instalações ganharam destaque desde sua edição inaugural em 2000, atuando como uma espécie de honra exclusiva e indicação de talento para os escolhidos para construir ali. Arquitetos anteriores incluem Zaha Hadid, Rem Koolhaas e Olafur Eliasson.

Serpentine Pavilion 2015 / Selgas Cano. Image © Iwan Baan Serpentine Pavilion 2014 / Smiljan Radic. Image © Iwan Baan Serpentine Pavilion 2006 / Rem Koolhaas. Image © John Offenbach Serpentine Pavilion 2007 / Olafur Eliasson, Kjetil Thorsen, Cecil Balmond. Image © Luke Hayes + 20

High Line de Nova Iorque recebe Prêmio Veronica Rudge de Desenho Urbano

Foram oito longos e prósperos anos desde que a primeira parte do High Line foi inaugurada em 2009. Como uma peça proeminente da identidade arquitetônica e urbana de Nova Iorque, não é de se admirar que tenha sido premiado com o Harvard GSD Veronica Rudge Green Prize in Urban Design, que reconhece os esforços contínuos dos Friends of the High Line para sua adaptabilidade ao contexto em mudança do parque e seu apoio desde o início pela excelência projetual.

O júri foi particularmente tocado pelo projeto multidisciplinar entre James Corner Field Operations, Diller Scofidio + Renfro e Piet Oudolf, abrangendo os domínios público e privado como modelo de design colaborativo. Também foi comentado sobre a relevância social e política do High Line para salvar um pedaço da história americana da ruína e interagir através de programas de divulgação da comunidade e uma disseminação mais ampla para cidades em todo os EUA.

SeaGlass Carousel em Nova Iorque, pelas lentes de Danica O. Kus

Em sua mais recente série de fotografias, a fotógrafa de arquitetura Danica O. Kus direciona suas lentes para dentro do Carrossel SeaGlass de Nova Iorque, projetado pela WXY Architecture + Urban Design em parceria com o artista George Tsypin. Concluído em meados de 2015, o pavilhão em forma de náutilo, de 250 metros quadrados, tornou-se a nova atração em Battery Park, oferecendo aos visitantes uma experiência imersiva em LED e áudio inspirada em organismos bioluminescentes encontrados no fundo do oceano.

© Danica O. Kus © Danica O. Kus © Danica O. Kus © Danica O. Kus + 15

Serpentine Pavilion de Smiljan Radić é relocado para Bruton

O Serpentine Pavilion de 2014, projetado pelo arquiteto chileno Smiljan Radić, foi relocado do Hyde Park para os jardins de Hauser & Wirth Somerset, em Bruton, Reino Unido. No novo terreno, a estrutura translúcida de fibra de vidro foi colocada próximo a um complexo de galerias projetado pelo arquiteto argentino Luis Laplace e em meio a um exuberante jardim concebido pelo paisagista Piet Oudolf.

O capítulo final do High Line está completo; mas espere, não feche o livro ainda!

Com a inauguração da última etapa do High Line em Nova Iorque no mês passado, a cidade pôde finalmente fazer um balanço de uma transformação urbana que levou uma década e meia de sua concepção à concretização - e nos primeiros cinco anos desde a inauguração de sua primeira etapa se tornou um dos grandes fenômenos de planejamento urbano do século XXI, inspirando propostas semelhantes em cidades ao redor do mundo. Neste artigo, publicado originalmente pela Metropolis Magazine como "The High Line's Last Section Plays Up Its Rugged Past," Anthony Paletta escreve sobre essa nova peça final ao quebra-cabeça, e examina o que este projeto referência significou para o West Side de Manhattan.

A promessa de qualquer ferrovia urbana, ainda que obscura ou congestionada no seu início, é a eventual liberação para a fronteira aberta, a perspectiva de que esses trilhos enterrados poderiam, em tempo, levá-lo em qualquer lugar. Para aqueles de nós cujo único cronograma é o nosso ritmo de caminhada, esta é a experiência da última fase recém inaugurada do High Line. O parque, depois de serpentear em suas duas fases iniciais ao longo de 20 densas quadras de Manhattan, se alarga em uma grande promenade que termina com a épica vista para o Rio Hudson. É um grande coda e um final satisfatório para um dos projetos de parque mais ambiciosos na memória recente.

Um passeio pelo High Line com Iwan Baan

Vista para oeste ao longo de um dos passeios. Imagem © Iwan Baan, 2014 (trecho 3)
Vista para oeste ao longo de um dos passeios. Imagem © Iwan Baan, 2014 (trecho 3)

Domingo passado foi inaugurado o terceiro e último trecho do High Line de Nova Iorque, um projeto que transformou uma ferrovia abandonada localizada no West Side de Manhattan em um dos parques urbanos mais famosos do mundo. Desde a abertura do primeiro trecho, em 2009, o fotógrafo de arquitetura Iwan Baan vem documentando seu processo de construção e apropriação. Agora, pela primeira vez, apresentamos uma jornada fotográfica através do High Line concluído. Confira as fotos, a seguir.

Inaugurado hoje o terceiro (e último) trecho do High Line de Nova Iorque

Fantastic news: the High Line at the Rail Yards - the third and northernmost section of the park - will be opening to the public on Sunday, September 21! Read the full announcement: http://bit.ly/RailYardsOpening Photo of the Interim Walkway, one of the new design features in the Rail Yards, by Kathleen Fitzgerald | OCD

Hoje, 21 de setembro, o terceiro e último trecho do High Line de Nova Iorque foi aberto ao público. Nesse trecho os típicos bancos que se transformam em mesas e gangorras se mesclam a uma paisagem exuberante, diversificada e de aparência descuidada - remanescente dos trilhos "esquecidos". Segundo Piet Oudolf - paisagista holandês que trabalhou com James Corner Field Operations e Diller Scofidio & Renfro -, o trecho mais ao norte, que custou US$ 75 milhões, será uma "introdução à vida selvagem" que responde diretamente ao desejo do público de "caminhar sobre os trilhos originais". Em breve publicaremos mais imagens da inauguração do último trecho do High Line.

Vídeo: Liz Diller fala sobre o High Line, uma pausa na cidade que nunca dorme

Liz Diller, uma das sócias do escritório Diller Scofidio + Renfro, discute a história do High Line e as decisões ativas de projeto que o levaram ao sucesso.

A ferrovia elevada, projetada para penetrar as quadras da cidade, foi utilizada pela última vez em 1980. Em 1999, uma "paisagem muito estranha havia se formado, com todo um ecossistema em torno dela", comenta Diller. A defesa da preservação do local começou com dois habitantes locais e culminou em sua recuperação através da colaboração multidisciplinar entre entidades municipais e projetistas apaixonados (James Corner Field Operations, Diller Scofidio + Renfro, o paisagista Piet Oudolf). "O projeto para o High Line não poderia ter acontecido sem as pessoas certas, o momento certo e a administração certa."