O Museu Solomon R. Guggenheim de Nova Iorque, inaugurado em 1959, causou controvérsias por ser "menos um museu que um monumento" de Frank Lloyd Wright. Embora Wright pretendesse exibir as pinturas nas paredes internas, a concavidade das superfícies tornou isso impossível. Em vez disso, então, o átrio central se tornou um lugar de procissão onde o espaço é revelado através do movimento. A rampa contínua que se volta para o átrio permite a interação das pessoas em diferentes níveis.
O fotógrafo Laurian Ghinitoiu situa as pessoas no centro de suas fotografias, o que talvez explique como, nesta série fotográfica do Museu Guggenheim em homenagem ao 149° ano de nascimento de Wright, ele tenha conseguido capturar a essência e vitalidade do museu. Ao passo que algumas imagens retratam o átrio do museu como um lugar de passagem, contemplação e socialização, outras mostram a crescente influência da fotografia e auto-representação na experiência dos visitantes. Algumas fotografias mostram ainda o edifício inserido em seu contexto urbano, com pessoas envolvidas em suas atividades diárias.
O Google Cultural Institute se uniu ao icônico Museu Guggenheim de Nova Iorque, projetado por Frank Lloyd Wright, para abrir as portas da instituição no Street View. Além disso, a Solomon R. Guggenheim Foundation disponibilizou mais de 120 obras de arte para serem vistas online. "Com a tecnologia do Street View é agora possível caminhar pelas distintas rampas espiraladas do museu a partir de qualquer lugar", comentou a fundação.
A representação arquitetônica, tal como a conhecemos hoje, decorre de representação esquemática greco-romana, que foi baseada na observação cuidadosa das formas naturais. O tamanho aparente da composição é determinado pela sua proximidade em relação à cena representada, organizada num contexto de paisagem. Desde então, muitos tipos diferentes de representação têm surgido, a fim de destacar elementos importantes em seu contexto através de técnicas do desenho feito a mão.
Acreditamos que grandes projetos deveriam se expressar por si mesmos. A representação arquitetônica tem um papel fundamental em como um projeto é visto pelo público.
Hoje, o ArchDaily Brasil reconhece os mais incríveis, originais e auto-explicativos desenhos de 2015 com o uso de diferentes técnicas, dos croquis à detalhes axonométricos perfeitamente desenhados e gifs animados.
Saiba mais, a seguir.
https://www.archdaily.com.br/br/779958/os-melhores-desenhos-arquitetonicosArchDaily Team
Neste vídeo, o cinegrafista Ian Wood registra a diversidade do ambiente construído de Los Angeles, mostrando desde importantes obras de arquitetura até rodovias e trens de carga. Os edifícios e lugares apresentados no vídeo abrangem um século de história de Los Angeles e cobrem a vasta geografia da região, incluindo ícones como a Hollyhock House de Frank Lloyd Wright, o Pacific Design Center de Cesar Pelli, o Edifício Stealth de Eric Owen Moss e o recente Emerson College Los Angeles do escritórios Morphosis.
Mas o que realmente se destaca no vídeo são os muitos murais espalhados pela cidade. Frequentemente se apropriando de fachadas em branco que fazem frente para estacionamentos e becos, estes murais fazem, todavia, parte do tecido urbano de Los Angeles, como se vê claramente no vídeo. Infelizmente, como comenta Wood na descrição do vídeo, haviam muitos outros murais que foram apagados antes que ele tivesse a chance de filmá-los.
A nova loja da Apple projetada por Foster + Partners em Chicago foi, segundo os próprios arquitetos, inspirada nas casas de pradaria de Frank Lloyd Wright localizadas nos arredores da cidade. Divulgada pelo Chicago Tribune, a loja contará com um pavilhão de entrada de 4,2 metros de altura que receberá os visitantes na Michigan Avenue, conduzindo-os ao pavimento comercial que tem como pano de fundo vistas para o Chicago River. Um "grande lance de escadas" oferecerá aos pedestres uma rota alternativa a partir de um passeio que acompanha a orla.
Taliesin (ou Taliesin East, após a construção de uma Taliesin West em 1937) foi o lar e estúdio do renomado arquiteto americano, Frank Lloyd Wright. Projetado para o próprio Wright, o edifício foi construído em 1911 e passou por várias alterações antes de tomar sua forma definitiva em 1937. Por muito anos o edifício permaneceu aberto ao público, recebendo visitantes de todas as partes dos EUA, no entanto, o edifício também está aberto àqueles que não podem viajar para vê-lo pessoalmente, graças a um passeio virtual criado por Tour de Force 360 VR.
A partir de agora você pode decorar sua casa com a luminária Taliesin 4, de Frank Lloyd Wright. A empresa de iluminação Yamagiwa e a Frank Lloyd Wright Foundation assinaram um acordo que permite que a marca produza e comercialize a luminária de madeira em todo o mundo.
Disponível em madeira de cerejeira e nogueira, a luminária geométrica foi originalmente projetada por Wright para a Hillside Home School e consiste em uma série de caixas empilhadas adornadas por pontos avermelhados que refletem em planos posicionados acima e abaixo de cada cubo.
O Templo Unity, de Frank Lloyd Wright, está passando por um necessário restauro orçado em US$ 23 milhões. Segundo o jornal Chicago Tribune, a integridade do templo em Oak Park foi questionada quando uma grande parte do forro se desprendeu e caiu sobre o púlpito em 2008 (felizmente ninguém saiu ferido).
A renovação vai além de restaurar o edifício à sua beleza original; um sistema de aquecimento geotérmico e de ar condicionado será integrado ao projeto, permitindo que o edifício seja usado durante todo o ano.
O templo será reaberto ao público no final de 2016.
Frank Lloyd Wright, considerado "o maior arquiteto americano de todos os tempos" segundo o American Institute of Architects, completaria seu 148° aniversário na semana passada. E em sua homenagem, nesta semana apresentamos o documentário completo: “Frank Lloyd Wright – El arte de construir”.
Croquis de Gaudí à esquerda, com o desenho de Joan Matamala à direita. Cortesia de 6sqft
Desde sua explosão vertical no final do século XIX e início do século XX, Manhattan se tornou um ícone da construção em todo o mundo, com estimativas recentes apontando mais de 47 mil edifícios construídos na ilha. No entanto, projetos concluídos são apenas a ponta do iceberg: Manhattan também é o lar de milhares de propostas renegadas, incompletas e absolutamente impossíveis que nunca chegaram a ser realizadas na "Grande Maçã".
Evidentemente, os desafios de Nova Iorque são muitos e mesmos arquitetos mundialmente renomados encontram dificuldades para construir na cidade. A seguir, veja três propostas de Antoni Gaudí, Frank Lloyd Wright e Frank Gehry para Nova Iorque que nunca saíram do papel.
Recentemente tive a oportunidade de visitar a exposição “Fay Jones and Frank Lloyd Wright: Organic Architecture Comes to Arkansas”, organizada pela University of Arkansas, sem comprar um ingresso ou sequer sair de casa. Essa extensa exposição sobre a vida e obra desses dois grandes arquitetos foi possível através de uma colaboração entre a University of Arkansas Libraries’ Special Collections e o Crystal Bridges Museum of American Art Library and Archives. Exibições como essas fazem parte de um movimento mais amplo dos últimos anos de tornar o conteúdo de arquivos mais acessível ao público através de plataformas online. O conceito de exposição online, contudo, é ainda embrionário e há ainda muito espaço para inovação.
Um recente pedido dos Estados Unidos pretende elevar dez famosos edifícios do influente arquiteto Frank Lloyd Wright ao nível de Patrimônio Mundial da Humanidade da UNESCO. Se o pedido for atendido, o conjunto de obras se juntará aos 1.007 sítios que já fazem parte da lista da organização, incluindo alguns dos edifícios mais icônicos do mundo, como o Taj Mahal e a Sydney Opera House. Essas estruturas são reconhecidas por sua extraordinária importância internacional e "elevados valores universais". Veja os dez edifícios nomeados a seguir.
O artista Adam Reed Tucker, conhecido por seus modelos arquitetônicos de LEGO®, reuniu uma equipe de crianças para ajudá-lo a reconstruir a Taliesin West como o maior modelo em LEGO® já feito de uma obra Frank Lloyd Wright . Divulgado recentemente, o modelo de 1,2m por 2,4m foi construído com mais de 180 mil blocos. Tucker passou 40 horas pesquisando e estudando o projeto, 120 horas projetando o modelo e 260 horas construindo-o. A Taliesin West, localizada em Scottsdate, Arizona, era a casa de inverno de Wright e lar da Frank Lloyd Wright School of Architecture. Ainda hoje é uma das obras mais visitadas do arquiteto.
O que é necessário para um estudante de artes de 22 anos começar uma relação profissional duradoura com "o maior arquiteto americano de todos os tempos"? Originalmente publicado na Curbed como "How a 22-Year-Old Became Wright's Trusted Photographer", esse artigo revela que para Pedro E. Guerrero foi necessário coragem e muita sorte - mas uma vez que começaram a trabalhar juntos, esse par improvável era uma dupla perfeita.
Quando Frank Lloyd Wright contratou Pedro E. Guerrero para fotografar a Taliesin West em 1939, nenhum dos dois sabia que isso levaria a uma das relações mais importantes na história da arquitetura. Wright tinha 72 anos e já havia sido publicado na capa da Time devido à Casa da Cascata. Guerrero tinha 22 anos e acabara de sair da faculdade. Seu primeiro encontro aconteceu a pedido do pai de Guerrero, um pintor que conhecia vagamente Wright da vizinhança e esperava que o arquiteto oferecesse a seu filho um trabalho. Qualquer trabalho.
O jovem Guerrero teve a audácia de se apresentar ao famoso arquiteto como "fotógrafo". Na realidade, ele não havia ganhado nenhum tostão com isso até então. "Eu tinha o pior portfólio do mudo, incluindo uma foto de um pelicano morto", confessou Guerrero mais tarde. "Mas eu também tinha nus feitas na praia em Malibu. Isso pareceu capturar o interesse de Wright."
Na vasta quantidade de matérias sobre impressão 3D na mídia, a tecnologia é frequentemente citada como o "futuro" da produção, com foco na sua capacidade de criar coisas novas de forma rápida e barata. Mas a impressão 3D precisa ser apenas o futuro? Como atesta esse artigo, originalmente publicado pela Metropolis Magazine com o nome"3D Printing Saves a Frank Lloyd Wright Treasure", a impressão 3D também tem algo a oferecer ao passado, especificamente a uma edificação de Frank Lloyd Wright que estava se deteriorando e cujos "blocos têxteis" eram simplesmente muito complexos para serem restaurados através de outras técnicas modernas. Continue lendo para descobrir como esse resgate de alta tecnologia está sendo realizado.
Nesta oportunidade, Arte e Arquitetura nos apresenta um vídeo que representa a reconstrução de ícones da arquitetura com elementos cotidianos: Covers/Versions, realizado por Luis Urculo com a colaboração de Cris Blanco. Trata-se de uma pesquisa sobre a arquitetura como objeto de consumo ou de lembranças e sua relação com a linguagem doméstica não espacializada das coisas cotidianas.
Na obra de Kengo Kuma pode-se ver um cuidado singular com a luz, transparência e materialidade. Quando visitou a Woodbury School of Architecture em San Diego, no entanto, Kuma compartilhou algumas de suas não tão aparentes influências, de Frank Lloyd Wright e Louis Kahn à música jazz. Assista ao vídeo Knowing Kuma para conhecer sua definição de arquitetura e materiais.