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Arquitetos: Carazo Arquitectura
- Área: 605 m²
- Ano: 2021




Sobre o livro: Zaida Muxí repassa neste livro o papel histórico das mulheres na produção e no pensamento da arquitetura e do urbanismo. E reflete sobre como essa presença – e sobretudo, a ausência recorrente da perspectiva feminina – impacta nos espaços em que vivemos. Do desenho à política urbana e habitacional e ao debate de novas ideias, o livro trata a casa e a cidade como representações das esferas privada e pública. A casa como metáfora da arquitetura, a cidade como síntese das ações humanas. Discutir sob o ponto de vista feminino implica a desconstrução da historiografia oficial, desvendando a falsa universalidade da transmissão de conhecimentos e da construção de relatos históricos. Como em outros âmbitos do saber, das artes, da ciência e da política, as mulheres não se encontram em condição de igualdade, nem sequer representadas em ordem de igualdade por mérito. Por isso, é necessário revisitar a história da arquitetura e das cidades para reescrevê-la, agora com seu protagonismo definitivo.



_O QUE É?
Costurando Subjetividades é um espaço de experimentação, pesquisa coletiva e práticas colaborativas que se desenham a partir de um percurso pela teoria das cinco peles do artista plástico, ativista e escritor austríaco Friedensreich Hundertwasser.

As Dementia Villages, ou vilas para pessoas com demência, são um modelo inovador de cuidado para indivíduos que possuem quadros demenciais, como a doença de Alzheimer. Elas oferecem um ambiente adaptado e acolhedor, proporcionando um senso de comunidade e promovendo a autonomia e o bem-estar dos residentes.
A neuroarquitetura e as Dementia Villages estão intimamente relacionadas, pois ambas buscam criar ambientes que promovam o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas com demência. A neuroarquitetura é uma disciplina que combina a neurociência com a arquitetura, visando entender como o ambiente físico afeta o cérebro e o comportamento humano.


Pensar o modo como habitamos é pensar a arquitetura. Se foi na necessidade primordial de um abrigo que surgiu a disciplina, hoje a habitação ainda segue como uma das maiores inquietações dos arquitetos. Trazer conforto, buscar por materiais inovadores, respeitar a memória, transformar a cultura. São diversas as camadas que atravessam o projeto de uma residência. Por isso, imaginar o que seria a síntese da casa contemporânea é um grande desafio. Em busca de novos olhares, fizemos uma colaboração com o Ulises Design Studio para entender como a Inteligência Artificial (IA) olha para a casa contemporânea no contexto de 15 diferentes países. Entre dados que esbarram fatos da realidade e da ficção, as imagens que surgem podem trazer não só inspirações, mas também importantes reflexões sobre a prática espacial.