Filip Dujardin

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE FOTÓGRAFO

Como projetar uma ilha de cozinha: Espaço eficiente e multifuncional

As ilhas são parte essencial do layout das cozinhas mais amplas, aumentando o espaço de bancada, armazenamento e o espaço para comer, além de oferecer um ponto focal para a área da cozinha. Servindo uma variedade de funções, elas podem ser projetadas de maneiras diferentes, com algumas banquetas ou cadeiras incorporadas, pias, gavetas ou até máquinas de lavar louça e microondas. Para determinar quais elementos incluir e como organizá-los, os arquitetos devem determinar o objetivo principal ou o foco para a ilha. Servirá principalmente como uma bancada para tomar café da manhã, um espaço para entreter convidados, uma extensão da cozinha ou como alguma outra coisa? E, com essa função em mente, como deve melhorar o fluxo de trabalho da cozinha em relação ao restante da área? Essas considerações, combinadas com os requisitos básicos de acessibilidade, exigem que o projeto da ilha seja cuidadosamente pensado. Abaixo, enumeramos alguns dos fatores essenciais do design da ilha de cozinha.

Como projetar uma ilha de cozinha: Espaço eficiente e multifuncionalComo projetar uma ilha de cozinha: Espaço eficiente e multifuncionalComo projetar uma ilha de cozinha: Espaço eficiente e multifuncionalComo projetar uma ilha de cozinha: Espaço eficiente e multifuncional+ 27

Centro de Convenções e Eventos de Bruges / META architectuurbureau + Eduardo Souto de Moura

© Filip Dujardin
© Filip Dujardin

Centro de Convenções e Eventos de Bruges / META architectuurbureau + Eduardo Souto de MouraCentro de Convenções e Eventos de Bruges / META architectuurbureau + Eduardo Souto de MouraCentro de Convenções e Eventos de Bruges / META architectuurbureau + Eduardo Souto de MouraCentro de Convenções e Eventos de Bruges / META architectuurbureau + Eduardo Souto de Moura+ 33

Casas sem cozinha: co-living e novos interiores

A ascensão do co-living começou a moldar radicalmente o design de interiores. Em projetos residenciais e empreendimentos comerciais, o co-living está ligado ao surgimento da ideia de uma moradia sem cozinha. Iniciada pela arquiteta espanhola Anna Puigjaner, essa ideia está conectada a uma série de inovações em design de interiores e co-living construídas nos últimos cinco anos. Por sua vez, esses novos interiores começaram a contar uma história de habitação e experiência espacial enraizada na vida moderna.

Casas sem cozinha: co-living e novos interioresCasas sem cozinha: co-living e novos interioresCasas sem cozinha: co-living e novos interioresCasas sem cozinha: co-living e novos interiores+ 11

Agro-waste: resíduos como cascas, bagaço e palha transformados em materiais de construção eficientes

O conceito de upcycling refere-se a pegar um item que seria considerado resíduo e melhorá-lo de forma a torná-lo útil novamente, agregando valor e funcionalidades novas ao mesmo. Essa é uma palavra já comum em diversas indústrias, como da moda e mobiliário. Na construção civil este conceito também pode ser incorporado, fazendo recircular os resíduos que a própria indústria gera ou mesmo importando o que seria descartado de outras para serem processados e incorporados às construções. É este o caso de transformar os resíduos da agricultura em materiais de construção, trazendo um novo uso aos descartes, reduzindo a utilização de recursos naturais e criando produtos com excelentes características.

Centro de Pesquisa Agrotopia para Produção de Alimentos Urbanos / van Bergen Kolpa architects + META architectuurbureau

© Filip Dujardin
© Filip Dujardin

Centro de Pesquisa Agrotopia para Produção de Alimentos Urbanos / van Bergen Kolpa architects + META architectuurbureauCentro de Pesquisa Agrotopia para Produção de Alimentos Urbanos / van Bergen Kolpa architects + META architectuurbureauCentro de Pesquisa Agrotopia para Produção de Alimentos Urbanos / van Bergen Kolpa architects + META architectuurbureauCentro de Pesquisa Agrotopia para Produção de Alimentos Urbanos / van Bergen Kolpa architects + META architectuurbureau+ 53

  • Área Área deste projeto de arquitetura Área :  9500
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano :  2021
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes :  Boal, Vetrasol, Zoontjes Beton

Mesas de jantar: sua importância e possibilidades em planta

A palavra comensalidade refere-se ao ato de comer junto, dividindo uma refeição. Muito mais que uma mera função de necessidade humana essencial, sentar-se à mesa é uma prática de comunhão e trocas. Um artigo de Cody C. Delistraty compila alguns estudos sobre a importância de alimentar-se em conjunto: alunos que não comem regularmente com os pais faltam mais à escola; crianças que não jantam diariamente com a família tendem a ser mais obesos e jovens em famílias sem essa tradição acabam tendo mais problemas com drogas e álcool, além de desempenho acadêmico mais fraco. Evidentemente que todas estas questões levantadas são complexas e não devem ser reduzidas a somente um fator. Mas ter um local adequado para fazer as refeições, livre de muitas distrações, é um bom ponto de partida para ao menos um momento focado na conversa e alimentação. Estamos falando das mesas de jantar. Revisamos aqui alguns projetos para classificar as formas mais comuns de se implantar estes importantes mobiliários.

Conheça os 40 projetos pré-selecionados pelo Prêmio Mies van der Rohe 2022

A Comissão Europeia e a Fundação Mies van der Rohe anunciaram as 40 obras pré-selecionadas que concorrerão ao Prêmio da União Europeia de Arquitetura Contemporânea 2022 – Prêmio Mies van der Rohe. A lista conta com projetos construídos em 18 países europeus, com Espanha, Áustria e França liderando com cinco obras cada. Os vencedores serão anunciados em abril deste e a cerimônia de premiação ocorrerá em maio.

Conheça os 40 projetos pré-selecionados pelo Prêmio Mies van der Rohe 2022Conheça os 40 projetos pré-selecionados pelo Prêmio Mies van der Rohe 2022Conheça os 40 projetos pré-selecionados pelo Prêmio Mies van der Rohe 2022Conheça os 40 projetos pré-selecionados pelo Prêmio Mies van der Rohe 2022+ 23

Reavaliando o regionalismo crítico: uma arquitetura do lugar

Em seu ensaio clássico de 1983 Por um regionalismo crítico: seis pontos para uma arquitetura de resistência, Kenneth Frampton discutiu uma abordagem alternativa para a arquitetura definida pelo clima, topografia e tectônica como uma forma de resistência à placidez da arquitetura moderna e a ornamentação gratuita do pós-modernismo. Uma atitude arquitetônica, o Regionalismo Crítico propôs uma arquitetura que abraçasse as influências globais, embora firmemente enraizada em seu contexto. O seguinte artigo explora o valor e a contribuição das ideias de Frampton para a arquitetura contemporânea.

Reavaliando o regionalismo crítico: uma arquitetura do lugarReavaliando o regionalismo crítico: uma arquitetura do lugarReavaliando o regionalismo crítico: uma arquitetura do lugarReavaliando o regionalismo crítico: uma arquitetura do lugar+ 6

Conheça os 60 pavilhões nacionais na Bienal de Veneza 2021

Devido à complexa situação de pandemia mundial que eclodiu ano passado, a Bienal de Veneza 2020 foi adiada um ano. Assim, a Bienal de Veneza 2021, que acontece até o dia 21 de novembro, recebe a 17° Exposição Internacional de ArquiteturaComo viveremos juntos? – com curadoria de Hashim Sarkis.

Esta edição da Bienal de Veneza conta com 112 participantes de 46 países, com 60 pavilhões e exposições nacionais no Giardini, Arsenale e no centro histórico da cidade. Além disso, a mostra internacional recebe pela primeira vez três países: Granada, Iraque e Uzbequistão.

Conheça os 60 pavilhões nacionais na Bienal de Veneza 2021Conheça os 60 pavilhões nacionais na Bienal de Veneza 2021Conheça os 60 pavilhões nacionais na Bienal de Veneza 2021Conheça os 60 pavilhões nacionais na Bienal de Veneza 2021+ 413

Reforma da Casa Begijnhoflaan 27 / Eagles of Architecture

Reforma da Casa Begijnhoflaan 27 / Eagles of ArchitectureReforma da Casa Begijnhoflaan 27 / Eagles of ArchitectureReforma da Casa Begijnhoflaan 27 / Eagles of ArchitectureReforma da Casa Begijnhoflaan 27 / Eagles of Architecture+ 32

Dendermonde, Bélgica
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área :  83
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano :  2019

O que é preciso saber antes de começar um projeto de reforma

À medida que a tecnologia avança, arquitetura e construção também avançam. Arquitetos, designers e projetistas ao redor do mundo agora têm infinitas ferramentas e recursos para projetar e construir as cidades de hoje e do futuro. Por mais promissor que isso possa parecer, as novas construções também estão consumindo os limitados recursos do nosso planeta mais rapidamente do que podemos reabastecê-los.

Essa situação deixa os arquitetos com uma responsabilidade importante: a reabilitação e reutilização do ambiente construído existente. Isto significa utilizar o desenho e o pensamento criativo para preservar e incorporar edifícios antigos ou históricos existentes atualmente no presente e no futuro das nossas cidades, adaptando-os através de métodos criativos e sensitivos.

Estufas como espaço de convivência entre a natureza e os seres humanos

Pesquisadores apontam que "proto-estufas" surgiram por conta da vontade do Imperador romano Tibério (42 a.C. a 37 dC) de comer pepinos todos os dias do ano. Como no inverno era impossível cultivar o vegetal na Ilha de Capri, seus jardineiros desenvolveram camas montadas sobre rodas que se moviam para o sol e nos dias de inverno eram postas sob uma cobertura translúcida feita de Selenita (uma variedade de gipsita bem cristalizada e com aparência vítrea). Mas a produção de estufas em grande escala tornou-se mesmo possível após a Revolução Industrial e com a disponibilidade de folhas de vidro produzidas em massa. Desde então, elas têm sido utilizadas para cultivar alimentos e flores, conformando um microclima adequado às espécies vegetais mesmo em locais com climas severos. Mas em alguns casos, essas condições internas também podem ser interessantes para os espaços de vida. A recente premiação de Lacaton & Vassal reacendeu esse assunto. Como é possível criar estufas que possam ser boas para humanos e plantas?

Centro Educacional Paddenbroek / jo taillieu architecten

Centro Educacional Paddenbroek / jo taillieu architectenCentro Educacional Paddenbroek / jo taillieu architectenCentro Educacional Paddenbroek / jo taillieu architectenCentro Educacional Paddenbroek / jo taillieu architecten+ 16

Casa N-DP / GRAUX & BAEYENS Architecten

Casa N-DP / GRAUX & BAEYENS ArchitectenCasa N-DP / GRAUX & BAEYENS ArchitectenCasa N-DP / GRAUX & BAEYENS ArchitectenCasa N-DP / GRAUX & BAEYENS Architecten+ 30

Mechelen, Bélgica

Hidrovias urbanas: a dinâmica da arquitetura dos canais

A arquitetura permanece em constante tensão com as forças naturais. Projetados em torno da gravidade, do clima e do tempo, os edifícios sempre fazem parte de sistemas maiores. Em todo o mundo, os arquitetos têm buscado mitigar as forças naturais, construindo espaços e estruturas híbridas, áreas artificiais onde a natureza encontra os feitos humanos. Incorporando essa relação, os canais refletem o desejo de direcionar a natureza e seus fluxos. Hoje, esses espaços fluidos estão se abrindo para novos programas, projetos que exploram a vida moderna e a vitalidade urbana.

Hidrovias urbanas: a dinâmica da arquitetura dos canaisHidrovias urbanas: a dinâmica da arquitetura dos canaisHidrovias urbanas: a dinâmica da arquitetura dos canaisHidrovias urbanas: a dinâmica da arquitetura dos canais+ 9

Resfriar os interiores será o desafio arquitetônico do futuro

De acordo com a ONU, mais de 7.000 eventos climáticos extremos foram registrados desde 2000. Apenas em 2020, incêndios florestais assolaram a Austrália e a costa oeste dos Estados Unidos; A Sibéria registrou altas temperaturas recordes, atingindo 37 graus Celsius, assim como Dallas ou Houston; e globalmente, este setembro foi o mais quente já registrado no mundo. À medida que os efeitos da crise climática se manifestam dessas formas cada vez mais terríveis, é prerrogativa da indústria da construção - atualmente responsável por 39% das emissões globais de gases de efeito estufa - fazer a sua parte, comprometendo-se com mudanças genuínas e abrangentes em sua abordagem à sustentabilidade.

Um dos aspectos mais desafiadores dessa mudança será atender às crescentes demandas de resfriamento de uma maneira ecologicamente correta. O resfriamento é inatamente mais difícil do que o aquecimento: qualquer forma de energia pode se transformar em calor, e nossos corpos e máquinas geram calor naturalmente, mesmo na ausência de sistemas de aquecimento ativos. O resfriamento não se beneficia igualmente da geração espontânea, tornando-o frequentemente mais difícil, mais caro ou menos eficiente de implementar. O aquecimento global e seus efeitos de aquecimento muito tangíveis apenas exacerbam essa realidade, intensificando uma demanda já acelerada por sistemas de refrigeração artificial. Do jeito que estão, muitos desses sistemas requerem grandes quantidades de eletricidade e dependem fortemente de combustíveis fósseis para funcionar. O setor de construção deve encontrar maneiras de atender à crescente demanda por refrigeração que, simultaneamente, elimina esses efeitos insustentáveis.

Habitações e assentamentos sociais: potenciais promotores da vida em comunidade

Ao considerar “como viveremos juntos”, é importante observar a conjugação do verbo viver no futuro do presente. A ideia transmitida, portanto, não apenas abrange as maneiras pelas quais já compartilhamos nosso ambiente construído, mas visa questões que devem ser enfrentadas futuramente para facilitar formas de vida em comunidade e mutuamente benéficas.

Habitações e assentamentos sociais: potenciais promotores da vida em comunidadeHabitações e assentamentos sociais: potenciais promotores da vida em comunidadeHabitações e assentamentos sociais: potenciais promotores da vida em comunidadeHabitações e assentamentos sociais: potenciais promotores da vida em comunidade+ 12

Fachadas de lâminas de madeira: ritmo e translucidez

Quando projetou o Pavilhão Nórdico em Veneza, Sverre Fehn incorporou elementos arquitetônicos nórdicos de formas pouco usuais. Possivelmente o que mais chama atenção no edifício seja sua cobertura laminar de concreto branco, que é rompida por árvores, barrando os raios solares e filtrando a luz. Dependendo do ângulo, as lâminas permitem visualizar as cores do céu e a copa das árvores, trazendo um dinamismo à cobertura no percurso pelo edifício. De fato, a utilização de lâminas em fachadas, paredes e coberturas é uma tradição que provém da arquitetura nórdica e tem se espalhado pelo mundo. Neste artigo abordaremos alguns exemplos de emprego dessa solução, as possibilidades e as melhores formas de amplificar o efeito.