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Frequentemente, a arquitetura é definida por sua capacidade de permanência. Embora os trabalhos mais celebrados de nossa disciplina sejam usualmente aqueles construídos para durar, há uma certa beleza e valor inerente à impermanência. Mais além do que apenas edifícios convencionais e considerando os impactos ambientais e sociais da construção civil, estruturas temporárias têm o potencial de transcender os limites da própria arquitetura, sendo considerados, muitas vezes, obras de arte. Quer seja ou não considerada arte, a arquitetura desempenha um papel fundamental na nossa experiência do espaço. Como Christo e Jeanne-Claude mostraram ao mundo, instalações e obras de arte pública não precisam necessariamente ser fixas ou duradouras. Por sua vez, projetos de pavilhões efêmeros têm sido utilizados por arquitetos para explorar novas formas de se pensar e fazer arquitetura, transcendendo seus próprios limites e criando espaços que surpreendem à todos. Respondendo à questões ambientais, sociais e culturais assim como econômicas, esses pavilhões transitam entre os âmbitos da arte, da arquitetura e da paisagem. Veja mais Veja a descrição completa
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