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Abertura da Exposição "Forma, processo e prática política"

No dia 29/04, o Ateliê397 inaugura, com apoio da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo – via Proac, a exposição “Forma, processo e prática política: experiências críticas e alternativas na arquitetura brasileira”.

SITU #6 | Pilar Quinteros

A Galeria Leme apresenta a sexta edição do projeto SITU com a instalação site-specific comissionada à artista chilena Pilar Quinteros. Parte de um projeto maior, curado por Bruno de Almeida, esta edição dá continuidade a uma pesquisa sobre formas de pensar e discutir a produção do espaço (urbano), através de uma sequência de obras realizadas nos espaços externos da galeria que estabeleçam uma relação estreita com o seu edifício (projetado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha em colaboração com o escritório Metro Arquitetos) assim como com o espaço público contíguo.

O projeto de Pilar Quinteros parte de uma reflexão sobre

"Wasteland" fornece uma introspecção tátil no mundo da reciclagem na arquitetura

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© Rasmus Hjortshøj

Uma resposta arquitetônica aos crescentes problemas da população, clima e migração urbana está atualmente em exposição no Centro de Arquitetura Dinamarquês em Copenhague, na forma da exposição Wasteland. Com curadoria da empresa de arquitetura dinamarquesa Lendager Group, as exposições estão repletas de matérias-primas, processos, experiências e métodos, apoiados por uma longa lista de fatos chocantes sobre nossos efeitos no planeta Terra: mais de 2 milhões de toneladas de CO2 foram emitidos globalmente este ano; mais de 3,3 bilhões de toneladas de recursos foram extraídos da Terra neste ano; Mais de 127 milhões de toneladas de resíduos foram despejados no mundo este ano, totalizando um custo de mais de US$ 14 trilhões de dólares resultantes da nossa incapacidade de agir sobre as alterações climáticas. Estas são estatísticas atuais, que confrontam os visitantes na primeira sala do espaço de exposição. Eles fornecem contexto para o que vem a seguir.

"Wasteland" fornece uma introspecção tátil no mundo da reciclagem na arquitetura - Image 1 of 4"Wasteland" fornece uma introspecção tátil no mundo da reciclagem na arquitetura - Image 2 of 4"Wasteland" fornece uma introspecção tátil no mundo da reciclagem na arquitetura - Image 3 of 4"Wasteland" fornece uma introspecção tátil no mundo da reciclagem na arquitetura - Image 4 of 4Wasteland fornece uma introspecção tátil no mundo da reciclagem na arquitetura - Mais Imagens+ 35

Exposição: O QUE EU SOU

O Que Eu Sou constitui a segunda apresentação da Coleção de Arte Fundação EDP no MAAT. Dentro de um ciclo de olhares temáticos sobre peças significativas da arte portuguesa contemporânea, esta nova seleção leva o público a entrar na vida e na obra dos artistas, revelando os espaços mais íntimos e menos conhecidos do processo criativo e demonstrando como os mundos objetivo e subjetivo contaminam a arte. Aponta-se, deste modo, para temáticas inerentes à relação complementar e paradoxal entre a definição do «Eu» autobiográfico e da identidade, as ligações entre percurso biográfico e artístico, mas também para ideias de arte, vida e suas respetivas intersecções. Adotando o título de um poema de Teixeira de Pascoaes (1877-1952), a exposição proporciona novas leituras sobre a dimensão autobiográfica e autorreferencial da criação artística, focando tanto o momento presente, como as ressonâncias que advêm da relação histórica entre a arte e a vida.

Liquid Skin – Apichatpong Weerasethakul, Joaquim Sapinho no MAAT

No século XXI, a relação entre artes plásticas e cinema é um tópico crucial dos debates culturais. Artistas que fazem filmes, cineastas que fazem exposições, filmes que são instalações, imagens que são esculturas. Criadores oriundos, por formação ou carreira, da área do cinema ou das artes plásticas trabalham, ao mesmo tempo, objetos e imagens, fixas ou em movimento, testando os limites mais avançados da imaginação e da liberdade — ou seja, da arte. Os filmes de Apichatpong Weerasethakul — como Blissfully Yours, O Tio Boonmee, que se Lembra das Suas Vidas Anteriores (Palma de Ouro 2010, Cannes) ou Cemitério do esplendor — e de Joaquim SapinhoCorte de Cabelo, Mulher Polícia ou Deste Lado da Ressurreição — produziram momentos únicos que ajudaram a redesenhar a paisagem visual de hoje.

Exposição: Dimensões Variáveis - Artistas e Arquitetura no MAAT

«Dimensões Variáveis» é um termo descritivo muito utilizado nas legendas de obras de arte, especialmente no campo da arte contemporânea, mas de uso raro no domínio da arquitetura, no qual as dimensões são construídas, logo definidas, por natureza. A exposição propõe um novo olhar e inventa novos diálogos sobre esta relação entre artistas e arquitetura.

Exposição: ARQUIVO E DEMOCRACIA - José Maçãs de Carvalho

O projeto Arquivo e Democracia é um ensaio visual sobre as mulheres de origem filipina que trabalham em Hong Kong, em serviços domésticos, e ocupam as ruas de Central aos domingos.

Utopia/Distopia – Mudança de Paradigma | no MAAT

Utopia/Distopia com curadoria de Pedro Gadanho, João Laia e Susana Ventura é a primeira “exposição-manifesto” no novo edifício do MAAT. Estabelecendo um diálogo com os projetos site-specific da Galeria Oval do museu, estas exposições coletivas apresentam obras de artistas e arquitetos que, nas respetivas áreas, têm contribuído para uma compreensão profunda e uma reflexão crítica sobre temas cruciais do presente. Evocando o 500.º aniversário da publicação da obra Utopia de Thomas More, a exposição centra-se nos conceitos de utopia e distopia e na forma como a dicotomia entre ambos reflete uma época de aceleração paradoxal, em que a ansiedade e o otimismo coexistem.

ER-RE - Estranhando o Real - Realizando o Estranho

A realidade é um lugar estranho. Eventos que pareceriam impossíveis ocorrem incessantemente: Brexit, Estado Islâmico, Donald Trump, imigração em massa, Michel Temer, Exército nas ruas do Espírito Santo, Inteligência Artificial, algoritmos bolha das mídias sociais, Vladimir Putin, Aquecimento Global, O Antropoceno, fotografias que parecem renders…

Diante de tais fatos, a Arquitetura parece apenas remediar o mal-estar do capitalismo neoliberal. A mais recente Bienal de Arquitetura de Veneza, curada pelo chileno Alejandro Aravena, mapeou o que segundo o arquiteto

Escola da Cidade promove exposição de projetos e maquetes de "Réinventer Paris"

A Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo promove a exposição ‘Réinventer Paris’, a partir do dia 08 de março, com projetos, imagens e maquetes das obras selecionadas pelo concurso público de mesmo nome, promovido pela prefeitura da capital francesa, em 2015, que propôs um engenhoso modelo público-privado: vender imóveis municipais subutilizados para empreendedores, aliados a projetos com pautas novas, de arranjos sociais complexos a experimentos ambientais de vanguarda.

A abertura do evento, que acontece às 18 horas, no IAB-SP (Rua Bento Freitas, 306), contará com a presença dos arquitetos Paulo Mendes da Rocha, Angelo Bucci, Marcio Kogan, Andrade

ÁLVARO SIZA VIEIRA: VISÕES DA ALHAMBRA

Em 2011, o arquiteto venceu um concurso para a criação de um novo acesso e centro de visitantes para o complexo de Alhambra. Um conjunto de desenhos e esboços, maquetas e também cinco filmes mostrará aos visitantes aquilo que se pode considerar um dos mais importantes desafios da sua carreira.

JOAN MIRÓ: MATERIALIDADE E METAMORFOSE

As obras de Joan Miró, propriedade do Estado Português, são mostradas ao público pela primeira vez na Casa de Serralves. Esta exposição, designada ‘Joan Miró: Materialidade e Metamorfose’, é comissariada por Robert Lubar Messeri, destacado especialista mundial na obra de Miró, e tem projeto expositivo de Álvaro Siza Vieira.

Projeto SONAE//SERRALVES - Haegue Yang: Parque de Vento Opaco em Seis Dobras

Para esta edição do Projeto Sonae//Serralves, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta Parque de vento opaco em seis dobras da artista coreana Haegue Yang (Seoul, 1971) nos jardins do Parque de Serralves.

PHILIPPE PARRENO: A TIME COLOURED SPACE

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta "A Time Coloured Space” [Um espaço da cor do tempo], uma grande exposição do artista francês Philippe Parreno, a sua primeira mostra em Portugal.

Exposição no Sesc Pompeia busca entender os múltiplos ângulos de Lina Bo Bardi

Até o dia 18 de março, o Sesc Pompeia recebe a segunda edição do projeto Plano Expandido, instalação com obras inéditas de Walmor Corrêa, que busca compreender as múltiplas facetas de Lina Bo Bardi.

Exposição "Carrilho da Graça: Lisboa" no Museu da Casa Brasileira

O Museu da Casa Brasileira apresenta a exposição sobre um dos arquitetos portugueses mais relevantes da atualidade: João Luís Carrilho da Graça, cujo nome figura ao lado de grandes como Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura. Carrilho da Graça tem a peculiaridade de priorizar o território e sua topografia como o suporte de suas obras, e é este olhar o principal foco da exposição Carrilho da Graça: Lisboa, com abertura dia 1º de fevereiro, quarta-feira às 19h30, com entrada gratuita.

Exposição de Lisboa: Habitar Portugal 12-14

A exposição que agora e aqui se apresenta é uma iniciativa da Ordem dos Arquitectos, a que se associa a Câmara Municipal de Lisboa e a EGEAC, faz parte de uma itinerância de 14 exposições que percorre o país e terminará no final de 2017. Este conjunto de exposições procura nas suas diversas manifestações compreender, discutir e reportar o estado e a condição da arquitectura portuguesa. Para esse efeito cada exposição é única, quer no seu layout quer na parede que reúne os elementos de um processo de trabalho e de reflexão do comissariado com conteúdos originais. Em Lisboa o destaque é dado às obras da sua Área Metropolitana, nos vídeos expostos na secção Atmosfera Específica e nas apresentações feitas pelos seus autores. Os debates que integram o programa paralelo procuram trazer à discussão olhares de naturezas distintas e com isso alargar o seu âmbito.

Misunderstandings

O encontro entre CAMPO e o FRAC Centre Val de Loire, de Orléans, produziu o MISUNDERSTANDINGS: um projeto que, ao abordar um dos mais importantes arquivos de experimentações arquitetônicas em todo o mundo, propõe uma reflexão sobre o valor operacional de museus e coleções para o discurso contemporâneo e para a prática da arquitetura.