O livro Parques urbanos de São Paulo traz ensaios fotográficos que registram o cotidiano de treze parques paulistanos, tão diversos quanto a cidade e sua população: parques do centro e da periferia, novos e antigos, célebres e conhecidos apenas localmente. As fotos revelam a pluralidade de usos que os paulistanos fazem desses espaços, e surpreendem ao mostrá-los de maneira distanciada, detendo-se igualmente diante de aspectos planejados e incidentais. O lançamento do livro será, significativamente, no Parque Ibirapuera, no dia 11 de maio, às 11 horas.
As cidades de Belo Horizonte (maio) e Rio de Janeiro (junho) receberão edições do curso de Gabriel Kogan sobre história da arquitetura contemporânea internacional.
Elogio da Sombra é o título do famoso livro do japonês Junichiro Tanizaki, publicado pela primeira vez em 1933. Nele, Tanizaki critica o excesso de luz do Ocidente e o exibicionismo das formas e cores. Mais tarde, é também o título de uma das obras de poesia de Jorge Luís Borges, em que nos fala da tomada de consciência da sua própria sombra e da sombra da sua obra, onde encontra o seu reflexo. Como diz no poema:
escolaabertanogalpao arte: Maitê Pasquini e Antonio Neto
O objetivo dessa oficina será em refletir sobre nosso papel como profissionais, professores e alunos de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo e Design, entendendo questões sobre a atuação de esforços e montagens de estruturas que partem do nosso corpo e chegam a grandes escalas, fazendo a assimilação fundamental do processo de construção à partir da análise estrutural [espacial e orgânica].
Este curso tem como objetivo ensinar noções básicas de Infraestrutura Verde, um método de planejamento e projeto da paisagem, capaz de articular a conservação da natureza ao desenvolvimento urbano a partir da criação de uma rede de paisagens multifuncionais que oferecem espaço para a realização das atividades humanas, sem prejuízo aos processos naturais.
A dinâmica no mercado profissional tem transformado a forma de trabalhar e a de consumir, nesse processo diversas profissões precisaram se adequar aos novos rumos da tecnologia. Na arquitetura isso não se fez diferente e para um novo processo de consumo, um novo profissional teve de se adaptar. Os espaços dos escritórios foram reformulados, as hierarquias foram diluídas e o processo criativo harmonizado a esse novo momento.
O arquiteto chileno Alejandro Aravena (1967), Prémio Pritzker e curador da XV Bienal de Veneza ' Reporting From the Front', em 2016, ocupa um lugar de particular relevância no debate e produção arquitectónica contemporâneos.
A cultura contemporânea tem aplicado a noção de curadoria em muitos segmentos – desde obras em uma exposição de arte, área na qual o termo tem seu uso recorrente, até feiras literárias, festivais de moda, cinema ou gastronomia –, para designar um trabalho de seleção de produtos ou objetos segundo determinados critérios ou conceitos. A produção artística mais recente, por sua vez, ao expressar temas e formas da atualidade através de técnicas e linguagens distintas e, em muitos casos, inovadoras e mesmo provocadoras em seu conceito e modo de apresentação, torna o trabalho de curadoria uma potente forma de mediação e interlocução com os mais diversificados segmentos de público.
Instalação “Monumento Nenhum”. Foto Ana Ottoni. Image via Divulgação
O Museu da Cidade inaugura no dia 04 de maio, sábado, às 11 horas, as instalações “Chacina da Luz” e “Monumento Nenhum”, da artista Giselle Beiguelman, nos espaços do Solar da Marquesa de Santos e Beco do Pinto, respectivamente. As obras discutem a perda da memória no espaço público e a relação da cidade com seu patrimônio histórico e cultural. Compostas por fragmentos de monumentos, as instalações reproduzem a situação das peças tal qual foram encontradas pela artista em depósitos públicos, como uma espécie de “ready made” do esquecimento.
O curso tem por objetivo aproximar os interessados da arquitetura teatral e seu contexto interdisciplinar, através de uma introdução à história da arquitetura cênica mundial, buscando linguagens que influenciaram diretamente a arquitetura e a prática teatral do Teat(r)o Oficina.
São Paulo, abril de 2019 – Sete grandes instituições culturais localizadas na avenida mais conhecida da cidade se unem pela segunda vez para oferecer um domingo inteiro de atividades gratuitas no dia 28 de abril: a Paulista Cultural. A iniciativa pioneira, organizada pela Casa das Rosas, Centro Cultural Fiesp, IMS Paulista, Itaú Cultural, JAPAN HOUSE São Paulo, MASP e agora Sesc Avenida Paulista, que se junta à equipe nesta edição, engloba atividades voltadas ao teatro, à música, às artes visuais, à dança, à literatura, à fotografia e à gastronomia, além do cinema.
O tema é “Andar nos Ensina a Desobedecer”, inspirado em ideias do Filósofo Frédéric Gros.
Esse ano será realizada a terceira semana de atividades ligadas aos temas do urbanismo, promovida pelo coletivo TransLAB.URB, mais uma vez celebrando o poder transformador que as caminhadas podem ter, juntos à comunidade internacional das Jane's Walk, nos dias 03, 04 e 05 de Maio, homenageando a vida e a obra da ativista e urbanista Jane Jacobs na 2ª Jane’s Walk Porto Alegre.
Com o objetivo de apresentar a contemporaneidade do Japão, cuja arquitetura é internacionalmente reconhecida, a Japan House São Paulo, o Arq.Futuro e o Pavilhão Japonês promovem durante 2019 o ciclo de debates Projetando Instituições Culturais: desafios contemporâneos com a participação de renomados arquitetos brasileiros e japoneses. O primeiro encontro acontece no dia 02 de maio, no Pavilhão Japonês, com a participação de Vinicius Andrade e de Hiroshi Sambuichi, que visita o Brasil pela primeira vez. Com curadoria de Natasha Barzaghi Geenen, Diretora Cultural da Japan House São Paulo, o ciclo – que prevê quatro encontros - abordará os desafios atuais de projetar uma instituição cultural, levando em consideração as novas possibilidades de uso deste espaço e as várias mídias, plataformas e dimensões de obras de arte contemporâneas. Em agosto já está agendado o encontro entre o brasileiro Thiago Bernardes e o japonês Tsuyoshi Tane, que terá exposição solo na Japan House São Paulo, no segundo semestre. O ponto de partida para a criação deste ciclo é como a arquitetura responde a esses desafios cotidianos das instituições culturais, que passaram a ser locais onde as mais variadas atividades são realizadas, desde as tradicionais exposições e salvaguarda de obras, passando pelas realizações de palestras, encontros, oficinas práticas, projeções, performances, além de espaços dedicados à cafés e restaurantes. “Estas instituições exercem papel fundamental e crescente como centro de convivência. A versatilidade desses locais deve ser considerada desde o momento de criação do projeto arquitetônico”, comenta Natasha, curadora do ciclo. O questionamento “Quais as premissas e desafios de projetar essas instituições nos dias de hoje? E qual o papel do arquiteto nesse trabalho multidisciplinar?” norteia este ciclo para debater tais questões e expor propostas, criando assim um paralelo e contribuindo para a reflexão sobre o assunto. Sobre os participantes: