
Pesados, imponentes e utilitários, os silos são estruturas duráveis, usadas para o armazenamento de produtos a granel. Eles são importantes elementos físicos da indústria agrícola, armazenando grãos, fermentados e outros alimentos. Os volumes altos e tipicamente cilíndricos continuam sendo objeto de fascínio arquitetônico — de símbolos do progresso tecnológico no modernismo do início do século XX, até os tempos contemporâneos, provocando abordagens criativas para a reutilização adaptativa.
O fascínio arquitetônico modernista com silos - silos de grãos em particular - está presente na obra do que foi chamado de vanguarda arquitetônica da época, incluindo, mas não se limitando a, nomes como Le Corbusier, Moisei Ginzburg, Reyner Banham e Walter Gropius. As fotografias eram a única forma de comunicar essa preferência. Walter Gropius publicou em um jornal de artesãos de 1913 fotografias dos muitos elevadores de grãos de Buffalo, em Nova York. O texto de 1923 de Le Corbusier, Towards an Architecture, apresenta menção e ilustração deles, e em The International Front of Modern Architecture, do arquiteto construtivista soviético Moisei Ginzburg, os silos são descritos com admiração - como parte de uma linguagem arquitetônica poderosa em expressão e magnitude.










