
O que poderia ser diferente no ato projetual se você se colocasse à frente das expectativas e limitações da sociedade e trouxesse uma mirada queer nas suas referências? Conversamos com Andreas Angelidakis, que se refere a si mesmo como "um arquiteto que não constrói", mas que enxerga a arquitetura como um local de interação social, criando obras que refletem sobre a cultura urbana ao misturar ruínas, mídia digital e psicologia para entender como mergulhar em si mesmo pode ser tão poderoso para encontrar diferentes caminhos de projeto.
Baseado em Atenas, Angelidakis explora a ideia da ruína das sociedades antigas e contemporâneas. Para apresentar uma perspectiva afiada sobre nosso presente e possibilidades de futuro, o arquiteto grego adota uma linguagem que reúne elementos virtuais e físicos numa prática artística que questiona o mundo através de um olhar que atravessa o passado e culturas dissidentes.


























