
A deficiência e a variedade de corpos e pessoas deve ser um assunto estimulante para os arquitetos: trata-se da experiência vivida, da resolução de problemas e do design de um ambiente melhor construído.
Embora o tópico envolva a teoria crítica e as aspirações para a vida coletiva, muitas vezes é visto como um campo que requer o cumprimento de requisitos, ou pior, um assunto delicado repleto de termos desatualizados e hábitos de pensamento antiquados. As rotinas típicas de design nem sempre levam em consideração a variedade de corpos humanos.
Segundo Aimi Hamraie, professora associada de Medicina, Saúde e Sociedade e Estudos Americanos na Universidade de Vanderbilt, envolver as disciplinas de design com o tema da deficiência requer ativismo epistêmico:



