Moldando o futuro: o que considerar ao projetar para crianças

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© Kyungsub Shin

Le Corbusier declarou em seu texto seminal, Towards a New Architecture, que “... o homem olha para a criação da arquitetura com seus olhos, que estão a 1,70 metros do chão”. Códigos lógicos e racionais como esse configuram os padrões para grande parte da produção arquitetônica - mas, é claro, essas "normas" são tão construídas quanto a própria arquitetura. Esse padrão em particular é especialmente irrelevante ao projetar para crianças, em que as premissas arquitetônicas centradas em adultos não se aplicam e nem devem ser aplicadas.

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A partir de 2018, as crianças (ou seja, pessoas com 15 anos ou menos) passarão a representar 26% da população global, uma estatística que devemos apreciar, uma vez que os 100% foram, evidentemente, crianças em algum momento da vida. Embora haja uma infinidade de fatores que moldam o tipo de adultos que nos tornamos, a arquitetura que nos deparamos quando crianças - seja nas estantes de uma biblioteca onde brincávamos de esconde-esconde ou na maçaneta da porta em que ficávamos na ponta dos pés para alcançá-la - pode ter um grande impacto na nossa perspectiva do mundo. Ao projetar a arquitetura especificamente para crianças, estamos moldando essas perspectivas futuras e, portanto, torna-se vital tratarmos o processo com rigor e empatia.

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Sobre este autor
Cita: Dobbins, Tom. "Moldando o futuro: o que considerar ao projetar para crianças" [Shaping the Future: What to Consider When Designing for Children] 18 Set 2018. ArchDaily Brasil. (Trad. Pereira, Matheus) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/902198/moldando-o-futuro-o-que-considerar-ao-projetar-para-criancas> ISSN 0719-8906

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