Como as futuras gerações responderão à arquitetura dos memoriais modernos?

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O Memorial aos Judeus Assassinados da Europa / Peter Eisenman. Image © Flickr user Jean-Pierre Dalbéra licensed under CC BY 2.0

Cemitérios cheios de nomes que há tempos foram esquecidos, placas gravadas com retratos que você ignora em sua corrida matinal, monumentos com frisos que retratam os triunfos da guerra - todos esses são exemplos de arquiteturas memoriais, que já tiveram intenso significado emocional para certos indivíduos ou grupos de pessoas, mas agora gradualmente tornam-se atrações turísticas ou locais anacrônicos dentro de uma paisagem alterada.

Desde os horrores da Segunda Guerra Mundial, a arquitetura dos memoriais tem mudado drasticamente, desde monumentos focados em nomes, heróis e patriotismo até símbolos abstratos de luto e perda. Como essa mudança no projeto dos memoriais mudará a maneira como os experimentamos no presente e, mais importante, no futuro? Quando as gerações morrem e o evento memorizado torna-se quase esquecido, como vamos experienciar e lembrar?

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Sobre este autor
Cita: Shen, Yiling. "Como as futuras gerações responderão à arquitetura dos memoriais modernos?" [How Will Future Generations Respond to Modern-Day Memorial Architecture?] 02 Ago 2018. ArchDaily Brasil. (Trad. Pereira, Matheus) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/899058/como-as-futuras-geracoes-responderao-a-arquitetura-dos-memoriais-modernos> ISSN 0719-8906

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