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Phyllis Lambert: herdeira de um império, arquiteta por opção

  • 18:00 - 22 Junho, 2017
  • por Equipo Editorial
  • Traduzido por Joanna Helm
Phyllis Lambert: herdeira de um império, arquiteta por opção
Phyllis Lambert: herdeira de um império, arquiteta por opção, Philip Johnson, Ludwig Mies van der Rohe, e Phyllis Lambert diante de uma imagen da Torre Seagram, Nueva York, 1955. Impressão, 7½ × 9⅜ in. Fotógrafo desconhecido. Fonds Phyllis Lambert, Canadian Centre for Architecture, Montreal.  © United Press International
Philip Johnson, Ludwig Mies van der Rohe, e Phyllis Lambert diante de uma imagen da Torre Seagram, Nueva York, 1955. Impressão, 7½ × 9⅜ in. Fotógrafo desconhecido. Fonds Phyllis Lambert, Canadian Centre for Architecture, Montreal. © United Press International

A sede do Centro Canadense de Arquitetura (CCA) em Montreal finalizou no dia 11 de junho uma exposição dedicada (e comissionada) por Phyllis Lambert. A arquiteta, ativista e crítica rejeitou seu destino como herdeira do império da destilaria Seagram e dedicou-se a arquitetura por paixão.

Depois de rejeitar categoricamente um projeto de arranha-céu, seu  interesse a levou a ser diretora de planejamento do icônico Seagram Building aos 27 anos. Depois de elaborar uma lista de potenciais arquitetos, incluindo nomes do calibre de Frank Lloyd Wright e Le Corbusier. Lambert escolheu Mies van der Rohe como arquiteto principal e Philip Johnson para o projeto de interiores. 

Sobre sua própria retrospectiva e celebração de seus 90 anos, o jornal espanhol El Pais dedicou um artigo recordando as desavenças de sua infância e adolescência com seu pai, sua paixão pela arquitetura e sua vida marcada pelo ativismo urbano e conservacionista. A arquiteta recebeu o Leão de Ouro por sua trajetória, atribuído pela Bienal de Veneza em 2014.

José Manuel Abad Liñán, autor do artigo " La heredera de la ginebra Seagram que marcó la historia de la arquitectura", explica o ponto de inflexão na vida de Lambert.

Sem ter formação de arquiteta, Phyllis assumiu o cargo de diretora de planejamento da torre [Seagram], um enorme volume de aço, bronze e vidro erguido na frente de um espaço limpo, uma praça, o que alivia a densa Park Avenue e o pescoço de quem queira contemplar o edifício. "Meu trabalho era ter certeza de que Mies construíra o edifício que queria e evitar que qualquer coisa, ou pessoa, o impedisse", disse. O orçamento inicial "que foi ridiculamente baixo", duplicou, superando os 30 milhões de dólares.

Leia o artigo completo neste link (em espanhol).

Cita: Equipo Editorial. "Phyllis Lambert: herdeira de um império, arquiteta por opção" [Phyllis Lambert: heredera de una imperio, arquitecta por opción] 22 Jun 2017. ArchDaily Brasil. (Trad. Helm, Joanna) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/874137/phyllis-lambert-herdeira-de-um-imperio-arquiteta-por-opcao> ISSN 0719-8906