Como representar a arquitetura (depois de construída)?

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Representações de arquitetura podem servir a diferentes propósitos. Artur Rozestraten em um artigo intitulado Representação do projeto de arquitetura: uma breve revisão crítica, diz que existe uma acepção muito comum de “representação como o substituto de algo ausente” [1]. O autor continua, dizendo que: “No universo da arquitetura e do urbanismo convencionou-se designar como representações as imagens (desenhos e fotografias) e os modelos tridimensionais, que se colocariam como instâncias intermediárias – físicas (gráficas ou tridimensionais) – entre o mundo mental e a materialidade dos objetos construídos.” [2]

As representações, como “instâncias intermediárias”, podem tanto apresentar pela primeira vez algo que ainda não existe (ou que existe apenas enquanto imaginação), como é o caso de um projeto de arquitetura que ainda não foi construído e transformado em realidade concreta, ou reapresentar uma obra já construída, como por exemplo uma fotografia ou filme de um edifício ou paisagem.

Em outra ocasião, apresentamos cinco ferramentas para a representação da arquitetura antes de ela ser construída. Croquis, desenhos, maquetes, renders e realidade virtual são alguns dos meios através dos quais o arquiteto pode transmitir a ideia de uma espacialidade qualquer que existe ainda apenas em sua imaginação.

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Sobre este autor
Cita: Romullo Baratto. "Como representar a arquitetura (depois de construída)?" 23 Mar 2017. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/867406/como-representar-a-arquitetura-depois-de-construida> ISSN 0719-8906

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