De mansões de psicopatas a casas de super-heróis: como o Cinema e a Arquitetura Moderna chegaram a uma trégua

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Chemosphere, por John Lautner, arquiteto cuja obra foi muito usada (e abusada) por Hollywood. © Joshua White/JWPictures.com

Este artigo vem como cortesia da amiga Charlotte Neilson, autora do fascinante blog de design Casting Architecture, que discute arquitetura e direção de arte. Charlotte não é só uma dedicada cinéfila, mas também uma graduada de honra da University of Newcastle, Australia.

Todos sabemos que psicopatas preferem o design contemporâneo. Hollywood nos diz isso por décadas. A clássica conexão entre interiores minimalistas e o desapego emocional (veja: qualquer adversário de James Bond), ou entre edifícios modernos e valores subversivos, é bem documentada no cinema - e lamentável. A filosofia moderna de chegar à essencia de um edifício foi concebida para liberar e enriquecer a vida de seus ocupantes. Então, é pouco justo que essas construções sejam rotineiramente retratados como associações à vilões.

O que a representação da Arquitetura Moderna nos filmes nos conta sobre nossa sociedade, abaixo...

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Sobre este autor
Cita: Charlotte Neilson. "De mansões de psicopatas a casas de super-heróis: como o Cinema e a Arquitetura Moderna chegaram a uma trégua" [From Psychopath Lairs to Superhero Mansions: How Cinema and Modernist Architecture Called A Truce] 01 Jan 2013. ArchDaily Brasil. (Trad. Britto, Fernanda) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/01-89409/de-mansoes-de-psicopatas-a-casas-de-super-herois-como-o-cinema-e-a-arquitetura-moderna-chegaram-a-uma-tregua> ISSN 0719-8906

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