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Rodovias: O mais recente de arquitetura e notícia

Seis propostas para recuperar os espaços perdidos sob uma rodovia de Nova York

Os espaços perdidos ou abandonados em Nova York equivalem a quatro vezes a área do Central Park, principal parque da cidade, com 341 hectares.

Com o objetivo de recuperar parte desses locais e transformá-los em novos espaços públicos, a ONG Design Trust for Public Spaces iniciou há dois anos o projeto chamado "Under the Elevated: Reivindicação do espaço, conectando comunidades" desenvolvido com o Departamento de Transporte (DOT) e que pretende recuperar espaços sob pontes e passagens de níveis da rodovia Brooklyn Queen Expressway (BQE).

Os resultados foram publicados em um livro em que são mostrados os lugares potenciais e as propostas de como eles poderiam ser melhorados esses espaços.

A seguir mostraremos sobre o projeto e as recomendações.

Construir ciclovias gera mais empregos que criar infraestrutura para automóveis

Quando se fala dos benefícios das bicicletas como meio de transporte urbano, é comum mencionar que estas ajudam a descongestionar as ruas, reduzir a contaminação ambiental e acústica e melhorar a saúde dos ciclistas, afirmações que, por si só, apresentam bons motivos para mais pessoas optarem pelo transporte sobre duas rodas.

Porém, quais são seus benefícios econômicos para as cidades? De acordo com uma pesquisa da Universidade de Massachusetts, projetar e construir infraestrutura cicloviária e peatonal gera mais postos de trabalho - diretos e indiretos - que a construção de infraestrutura para automóveis.

Como a pesquisa chegou a estes resultados? Saiba mais a seguir.

Rodovias urbanas: Por que algumas cidades se desfazem delas?

Trinta mil metros quadrados livres para novos usos urbanos, um viaduto a menos e apenas uma via de automóveis para cada sentido. É isso que se vê desde o início de março na Avenida Sabino Arana, em Bilbao (Espanha), depois que as autoridades demoliram parte da estrada, que era uma das principais vias de acesso à cidade, para (futuramente) gerar espaços mais agradáveis e adequados à escala dos habitantes.

Embora ainda não esteja definido o destino do terreno onde antes estava o viaduto, a Prefeitura de Bilbao anunciou que promoverá consultas públicas com os cidadãos para discutir ideias sobre os usos do novo espaço urbano. Até o momento já foram apresentadas propostas para a construção de um bulevar e um parque infantil.

Este é mais um exemplo dos esforços empreendidos por algumas cidades para oferecer mais espaços seguros e de qualidade para pedestres e veículos não motorizados. A substituição de rodovias e outras infraestruturas voltadas para o transporte individual motorizado (frutos de políticas rodoviaristas) por espaços públicos agradáveis, seguros e pensados para a escala das pessoas é o tema tratado pelo Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento (ITD ) e pela Embarq na publicação "A Vida e Morte das Estradas Urbanas".

Hamburgo planeja construir um parque sobre uma de suas rodovias urbanas

Em 2011 Hamburgo foi nomeada a Capital Verde da Europa pela Comissão Europeia. Esta indicação, refeita todos os anos, reconhece as cidades que desenvolvem planos para melhorar a qualidade de vida de seus habitantes e cuidar do meio ambiente. No caso, Hamburgo estabeleceu como meta reduzir suas emissões de CO2 em 40% até 2020 e em 80% até 2050.

Como parte da nomeação, a cidade lançou um conjunto de planos, chamado “Trem de Ideias”, que busca melhorar os problemas que afetam seus cidadãos. Dois dos projetos mais emblemáticos são o plano para eliminar o uso de automóveis nos próximos 20 anos e a construção de uma cobertura verde sobre a rodovia A7 que formaria um parque urbano.

Mais detalhes do projeto a seguir.

Na China, um segundo edifício ficou na metade de uma rodovia

Há algum tempo, contamos a história de uma casa na China que ficou no meio de uma rodovia de alta velocidade, pois seus donos não quiseram vendê-la.

Recentemente, conheceu-se outro caso do tipo no mesmo país. Trata-se de um grupo de pessoas que se mudou a edifícios na cidade de Xi’na, no oeste da China, pois foi planejada a construção do Parque Nacional de Patrimônio Daming nos terrenos de suas casas.

O novo edifício era parte de uma série de blocos. No entanto, os trabalhadores construíram um edifício a mais, o qual ficou sobre a metade da rodovia.

Mais urbanização e mais automóveis: O desafio de construir vias seguras

Traduzido do texto original entitulado More urbanites, more cars: the challenge of urban road safety and health, de .

Na medida em que mais e mais pessoas passam a viver nas cidades e regiões metropolitanas, um número cada vez maior de automóveis é colocado diariamente nas ruas. Estes veículos não apenas aumentam as emissões de gás carbônico (CO2), mas também potencializam o problema de congestionamento das ruas, e ocasionam acidentes de trânsito, em alguns casos fatais. Levando em consideração que a cada ano ocorrem 1,2 milhões de mortes relacionadas a acidentes de trânsito, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), espera-se, lamentavelmente, que esta se torne a quinta causa mais freqüente de mortes até 2030, resultado do aumento da urbanização e do número de veículos motorizados.

Quais são algumas das principais causas de acidentes de trânsito nas cidades? O que se pode fazer para reduzir o número de mortes no trânsito através do desenvolvimento urbano sustentável e melhorias na mobilidade dentro das cidades? Quais são os exemplos de projetos bem sucedidos que têm ajudado a reduzir o número de vítimas fatais no trânsito das cidades?

Oito técnicas para fazer das cidades lugares realmente transitáveis

Ao longo dos anos, já não nos impressiona saber que a frota tem crescido de uma forma assustadora. Isso se reflete em uma recente medição do Instituto Nacional de Estatística (INE), que mostra que, nos últimos cinco anos, este setor teve um aumento de 30%.

Os jovens americanos deixam o carro

A estrada solar cada vez mais próxima

“Espaço compartilhado”: cidades sem sinais de trânsito

Atravessar uma rua ou avenida nem sempre é uma tarefa fácil em algumas cidades: para os pedestres, ciclistas e automobilistas são ensinados a olhar para ambos os lados, estar sempre atentos e com a vista e ouvidos com atenção na pista, pois mais vale ser precavido do que um condutor imprudente. Em outras palavras, ser defensivo parece ser o lema. No entanto, o modelo do “espaço compartilhado” (“Shared Space”) aposta numa mudança no desenho urbano que procura integrar o tráfego e as atividades humanas e não ser isoladas a partir daquele, como geralmente acontece. O projeto do “Espaço Compartilhado” nasceu em 2004 e foi financiado em parte pela União Europeia, para ser implantado na Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Holanda e Inglaterra.

'Personal Rapid Transit', o transporte público que é realidade em Abu Dhabi