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Efêmero: O mais recente de arquitetura e notícia

Pavilhão Nuvem / Arquitetos Associados

© Gabriel Castro / Reverbo © Dentro Fotografia © Gabriel Castro / Reverbo © Gabriel Castro / Reverbo + 22

Floresta, Brasil

Os 9 grupos mais inspiradores e audaciosos da arquitetura dos anos 60 e 70

A primeira viagem espacial à lua, os protestos anti-guerra generalizados, Woodstock e os hippies, comunidades rurais e ambientalismo, o Muro de Berlim, o movimento de libertação das mulheres e muito mais - as tumultuadas décadas de sessenta e setenta ocupam um lugar inesquecível na história da humanidade. Com as injustiças sendo questionadas abertamente e ideias radicais que propunham destituir muitas das convenções existentes em várias esferas da vida, as coisas não foram diferentes no mundo da arquitetura.

O mundo idealizado pelos modernistas foi logo questionado por experimentos utópicos dos grupos "anti-arquitetura" ou "design radical" dos 1960-1970. Restabelecendo a arquitetura como um instrumento de crítica política, social e cultural, elaboraram manifestos e projetos arrojados, experimentaram com a colagem, música, performance artística, mobiliário, design gráfico, zines, instalações, eventos e exposições. Enquanto certos indivíduos desta época como Cedric Price, Hans Hollein e Yona Friedman perduraram como importantes nomes na esfera do radicalismo e do não construído, o espírito revolucionário dessas décadas também viu o nascimento de vários jovens coletivos de arquitetura. No que há de mais excêntrico, veja a lista (de forma alguma exaustiva) de alguns grupos que ousaram questionar, cutucar, expandir, se rebelar, interromper e redefinir a arquitetura nos anos 60 e 70.

Destacar o ato espontâneo: arquitetura itinerante

Para compreender o real significado da arquitetura itinerante é preciso lembrar que ser “itinerante” significar ir de um lugar a outro sem permanecer fixo em nenhum deles. Ao situar propostas sobre um determinado território, cria-se uma nova oportunidade de abranger zonas não contempladas, e por sua vez, potencializar, dar valor e sentido à palavra itinerante, configurando, assim, um tipo de arquitetura que se movimenta.

Dentro deste artigo buscaremos apresentar alguns exemplos de arquitetura que se desloca ou de caráter mais efêmero, sendo em algum casos, certo tipo de arquitetura estacional. Por isso é importante resgatar o nascimento deste conceito, como é entendido desde o princípio, e como este tipo de arquitetura constitui uma forma de espaço público que busca realçar seu ato espontâneo. 

¡VALLA FARO! / Desenfreno

Bienal de Veneza 2012: Cinema Arquipélago / Ole Scheeren

Bienal de Veneza 2012: Pavilhão Dolomiti Architecture

Voussoir Cloud / IwamotoScott Architecture + Buro Happold

© IwamotoScott

Pavilhão FNO / Estudio MMX

Bamboo Booth 2012 / Vo Trong Nghia

Vídeo: reALIze / Oyler Wu Collaborative & Michael Kalish

Red Bull Music Academy / Langarita Navarro Arquitectos

Bluetube Bar / DOSE

Banca Via Sapiens / Sousa Guerra Arquitetura

‘Anemone’ Installation / Oyler Wu Collaborative

Gassho / Koji Kakiuchi

BusStopSymbiosis / LIKEarchitects