O anúncio do Prêmio Obra do Ano 2026 está próximo, com apenas dois dias restantes para o encerramento da etapa final de seleção. Os três vencedores serão divulgados no dia 16 de abril, após três semanas de votação pública. Os 15 finalistas compõem um retrato do estado atual da arquitetura segundo a opinião do público, que tem votado em suas obras favoritas.
Veja os 15 finalistas e faça parte de uma rede imparcial de jurados responsável por eleger os projetos mais relevantes do último ano construídos em países de língua portuguesa. Nesta etapa final, cada pessoa pode votar em um projeto por dia até o dia 15 de abril às 19h00 (horário de Brasília).
https://www.archdaily.com.br/br/1040553/ultimos-dias-para-votar-nos-finalistas-do-premio-obra-do-ano-2026-do-archdaily-brasilArchDaily Team
Os breakfast nooks, oucantinhos do café da manhã, surgiram no início do século XX como resposta ao aumento da densidade doméstica e às transformações na vida cotidiana. Enraizados no movimento Arts and Crafts norte-americano e difundidos nas casas tipo bangalô das décadas de 1910 e 1920, eles evoluíram das mais formais salas de café da manhã vitorianas para espaços compactos e embutidos, integrados à cozinha. À medida que as casas se tornaram menores e mais econômicas, arquitetos e fabricantes de marcenaria passaram a usar bancos e mesas fixas para ocupar cantos, nichos e janelas em bay window que, de outra forma, seriam áreas pouco aproveitadas. Esses recantos iluminados ofereciam uma forma acessível de concentrar atividades diárias sem abrir mão do conforto e da clareza espacial.
Este artigo é parte da nossa série "Material em Foco", que pede aos arquitetos para comentarem sobre o processo de pensamento por trás de suas escolhas de materiais e sobre as etapas necessárias para conseguir que os projetos sejam realmente construídos.
Neste exercício excepcionalmente imaginativo e estimulante sobre mudanças de percepção, CODA, baseado em Ithaca e Brooklyn, transformou centenas de cadeiras plásticas simples em um projeto no Arts Quad da Universidade de Cornell. Visto de longe como uma entidade singular espetada, um olhar mais de perto revela o módulo repetido simples e despretensioso.CODA explica que "as características do objeto não são mais compreendidas em termos de uso (pernas, braços, assento), mas em termos de forma (espigas, curvas, vazios), pois, devido à sua rotação do solo, elas perdem a relação com o corpo humano". Pedimos a Caroline O'Donnell, diretora do CODA, para explicar os desafios enfrentados no desenvolvimento e construção do totalmente reciclável URCHIN.
https://www.archdaily.com.br/br/801884/como-coda-utilizou-centenas-de-cadeiras-plasticas-brancas-para-construir-um-pavilhao-reciclavelAD Editorial Team
Com 15 projetos elaborados por arquitetos e grupos locais de arquitetura, a Venezuela apresentou Forças Urbanas, sua participação na próxima Bienal de Veneza 2016. A amostra exibirá "a transformação pela qual têm passado os espaços populares do país", explicou Isis Ochoa, Ministra para as Comunas e Movimentos Sociais, em uma recente conferência de imprensa no Museu Nacional de Arquitetura (Caracas).
"Vamos participar com 15 projetos desenvolvidos por diversos grupos de arquitetos que envolvem mais de 400 profissionais, jovens talentos da arquitetura, do design e das artes urbanas", explica Ochoa.
Entre os dias 17 e 18 de maio foram inaugurados em cinco cidades da Venezuela os projetos da segunda edição de Espaços de Paz. Criado como um genuíno exercício prático de desenho participativo, vinte coletivos latino-americanos de arquitetura trabalharam durante cinco semanas com comunidades de bairros dominados pela pela violência, pelo abandono escolar e delinquência; buscando converter espaços deteriorados e abandonados em espaços públicos de paz.
Coordenado pela oficina local PICO Estudio, com a tutoria de instituições públicas e sob a direção de Isis Ochoa - Comissária Presidencial do Movimento pela Paz e Vida- em cada projeto, representantes de quatro coletivos jovens de arquitetura desenvolvem um processo de diálogo, pesquisa, desenho e finalmente, construção de um equipamento poliesportivo, social ou educativo que será administrado pela própria comunidade local.
Convidados por PICO Estudio, os editores Nicolás Valencia M. e José Tomás Franco analisaram e documentaram estes cinco espaços na sua etapa final de construção, conversando com arquitetos e representantes da comunidade, comprometidos desde a apresentação até a execução dos espaços, sem isentar-se de desafios e conflitos.
Iniciando uma série de artigos sobre Espaços de Paz 2015, lhes convidamos a conhecer estes cinco projetos, a seguir.
https://www.archdaily.com.br/br/769220/espacos-de-paz-2015-cinco-cidades-cinco-comunidades-vinte-coletivos-de-arquiteturaArchDaily Team
O Museu de Arte Moderna (MoMA) deu início à popular Warm Up Summer Music no MoMA PS1, com a grande abertura de Party Wall. A grande instalação, projetada pelo estúdio CODA, foi a proposta vencedora do 14º Programa para Jovens Arquitetos, que proporciona uma oportunidade a arquitetos em início de carreira de construir um projeto inovador.
Com uma pele porosa feita de refugos de pranchas de skates, a estrutura experimental cumpriu muito bem sua função, proporcionando sombra e assentos móveis para a multidão se acomodar.
O Museu de Arte Moderna e o MoMA PS1 selecionou CODA (Caroline O’Donnell, Ithaca, NY), projeto de grande escala e auto portante Party Wall, feito de restos de materiais de pranchas de skate como vencedor do Programa de Jovens Arquitetos (Young Architects Program, YAP) de 2013. selecionado de cinco finalistas, a pele porosa da instalação urbana temporária de CODA fará sombra aos visitantes do Warm Up Summer Music Series gracas à tela de tecido reciclado, ao mesmo tempo que circula água para refrescar o ambiente em 'estações refrescantes' e bancos desmontáveis de madeira na base da estrutura.