Colima é um estado situado na região oeste do México, de frente para o Oceano Pacífico e que faz fronteira geográfica com os estados de Jalisco e Michoacán. Tem uma área de 5.627 km² e é o quarto estado menos extenso do país. Sua capital é Colima e sua cidade mais populosa é Manzanillo. São várias as razões pelas quais Colima é um estado com uma importante riqueza cultural, sendo uma delas seu clima e topografia, onde praias como Manzanillo e o vulcão Colima estão localizadas, promovendo o turismo nesta região. Da mesma forma, a rica história pré-hispânica que deixou sua marca em sítios arqueológicos como "El Chanal", "La Campana" e "Meseta de la Hierbabuena", bem como algumas haciendas importantes como a Hacienda de Nogueras, Hacienda Del Carmen e Hacienda San Antonio.
O texto ‘Algumas Notas sobre a Síndrome Archigram’, de Peter Cook, é o símbolo da arquitetura no início da era da reprodutibilidade em massa. Publicado pela primeira vez pela Perspecta 11 - Yale Architectural Journal de 1967 e republicado no livro ‘Textos de Arquitectura de la Modernidad’ de 1999, o texto retoma a partir do olhar do autor a cronologia e as consequências do pensar e fazer arquitetura proposto pelo grupo Archigram - publicação anual que deu origem ao coletivo de arquitetos de mesmo nome.
O grupo destaca-se como marco de transformações do pensamento da cidade, da representação, da arquitetura e do saber tecnológico aplicado ilimitadamente dentro da sua produção. E, dessa forma, fazendo com que suas elaborações não sejam isoladas, mas sim vinculadas às principais manifestações artísticas na Inglaterra e nos EUA - com o Independent Group e as ondas de ‘contracultura’.
Os projetos de reforma são, muitas vezes, lidos como uma atividade com um escopo mais limitado e portanto, menos instigantes. Apresentaremos, aqui, projetos de reformas com soluções inesperadas que mostram que é possível ser criativo na reabilitação de espaços pré-existentes.
Uma área promissora na arquitetura, os projetos de reforma, que às vezes recebem o nome de retrofit, readequação, remodelação, entre outros, mostram um constante crescimento nos últimos anos, principalmente depois da pandemia de COVID-19, cada dia mais ganhando protagonismo no mercado e na prática da arquitetura.
A escolha dos acabamentos de um projeto é determinante para a qualidade dele, seja pelo caráter estético, seja pelo impacto financeiro que esses acabamentos denotam no orçamento. Muitas vezes opta-se por revestimentos que são aplicados em peças, e exigem, portanto, uma lógica de paginação para sua instalação. Neste texto iremos explorar as possibilidades de paginação de pisos em diferentes materiais.
A 7ª edição do Festival Internacional de Arquitetura e Design Concéntrico propôs novas leituras do espaço público através de uma série de instalações temporárias que repensaram vários lugares da cidade espanhola de Logroño. Escritórios de arquitetura emergentes e artistas de todo o mundo compartilharam suas perspectivas sobre o domínio público e os espaços de interação social, explorando vários temas e experimentando novas maneiras de compreender os ambientes urbanos.
Organizado pelo Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro (DCAMN), em parceria com a Marinha do Brasil e o Departamento do Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RJ), o concurso nacional para o Museu Marítimo do Brasil teve como vencedora a equipe composta pelos escritórios messina | rivas (São Paulo, Brasil) e Ben-Avid (Córdoba, Argentina). O grupo binacional apresentou um projeto que busca "retomar a proximidade com a água e o que ela pode representar como espaço comum entre as diferenças". Conheça a proposta a seguir.
O conceito de pré-fabricação na construção corresponde a elementos, partes ou edificações inteiras produzidas em fábrica e transportadas ao canteiro de obras para uma instalação expressa. Isso representa inúmeras vantagens aos métodos de construção tradicionais, como rapidez, precisão na execução, eficiência, limpeza de obra e, em muitos casos, economia. Considerando que a moradia é uma necessidade primária dos humanos, utilizar métodos industriais para a construção de habitações acessíveis e de boa qualidade sempre movimentou os arquitetos, seja para abrigar populações urbanas crescentes, para assentamentos temporários ou emergenciais, nas mais diversas escalas. Após muitas tentativas na história, permanece a dúvida se a popularização da pré-fabricação no campo da construção pode ser uma solução para proporcionar uma maior equidade no acesso à habitação.
A arquitetura islâmica há muito é reconhecida como uma das tipologias mais influentes na história da arquitetura, especialmente em se tratando de edifícios religiosos. Traduzindo uma série de conceitos abstratos e narrativas históricas em em formas, estruturas e cores, os espaços interiores da arquitetura islâmica são de uma beleza sublime e as vezes incomparável. Seja através da organização metódica de seus espaços internos para facilitar e promover a iluminação e ventilação natural, ou através de seus detalhes, ornamentos e profusão de cores e texturas, o contraste entre o espaço interior e exterior é mais do que evidente em uma mesquita. Ainda assim, talvez a característica mais reconhecível da arquitetura religiosa islâmica seja a presença imponente de seus minaretes—um dos maiores símbolos da cultura islâmica. Isso porque, a estrutura proeminente dos minaretes estabeleceu-se ao longo dos séculos como um ponto de referência em meio a intrincada malha urbana das cidades islâmicas, transformando-se não apenas em um importante elemento de orientação, mas principalmente em um símbolo de identidade. Neste artigo, procuramos analisar as razões por trás do surgimento dos minaretes na arquitetura islâmica e como a sua função e forma evoluíram ao longo dos séculos.
Responsável por grande parte das emissões de carbono na atmosfera, a indústria da construção civil segue, a rigor, um percurso linear que se inicia da extração de recursos naturais, passa pela construção da edificação e termina em sua eventual demolição – ou, em alguns casos, adaptação a outros usos. Buscando tensionar esse sistema, transformando-o em um processo circular, a RUÍNA, escritório paulistano fundado pelas arquitetas Julia Peres e Victoria Braga, lançou um catálogo de materiais de construção recuperados em demolições.