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Um pavilhão que une upcycling de materiais, fabricação automatizada e realidade virtual

A indústria da construção tem experienciado mudanças severas nas últimas décadas. Se antes era possível contar com mão-de-obra abundante e uma falsa noção de que os recursos naturais eram infinitos, hoje em dia o setor tem se esforçado a buscar inovações para tornar-se mais sustentável, sobretudo considerando o seu enorme impacto e importância no mundo. Além disso, a recente pandemia do COVID-19 alterou diversos contextos e dinâmicas e exigiu dos projetistas criatividade para superar os desafios. Isso pode abranger o próprio processo projetual que precisou ser revisto em alguns casos. O projeto S'Winter Station, desenvolvido por alunos e professores da Ryerson University’s Department of Architectural Science, é um destes exemplos, já que se amparou na tecnologia existente de visualização e fabricação para ser concretizado.

Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico

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Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Imagem de Destaque
Biblioteca-Vac / Farming Architects. Image © Thai Thach, Viet Dung An

Muito além da formação básica, a leitura é uma atividade de lazer que faz parte da sociedade moderna. Seja ao ar livre, em praças e parques, seja em casa, ou até no trabalho, esse hábito, que melhora a capacidade de raciocínio e a saúde mental, já teve, nos palácios e palacetes, grandes espaços dedicados aos livros. Selecionamos 15 projetos que demonstram as diferentes formas de integrar a leitura em diferentes escalas e programas arquitetônicos.

Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Image 1 of 4Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Image 2 of 4Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Image 3 of 4Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Image 4 of 4Espaços de leitura: o livro como elemento arquitetônico  - Mais Imagens+ 11

Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema

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Como elementos arquitetônicos ajudam a contar histórias no cinema  - Imagem de Destaque
Cenário de Parasita (2019). Fonte: captura de tela do filme

Um dos elementos de mais afinidade entre arquitetura e cinema é o projeto cenográfico. O cenógrafo, assim como o arquiteto, parte de um conceito para elaborar espaços com uma finalidade. O arquiteto projeta espaços para a vivência e o cenógrafo projeta os espaços pra contar histórias. Muitos arquitetos trabalham com cenografia em razão da afinidade que as atividades apresentam. 

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A cidade ideal na concepção de cinco escolas de urbanismo

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Os municípios, assim como as pessoas, são dinâmicos e vão se transformando para acompanhar e se adaptar às mudanças sociais, econômicas e ambientais de seu tempo. Da mesma forma, a visão sobre como a cidade ideal deveria ser planejada foi sendo influenciada pela realidade e pelo pensamento vigente de cada época.

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"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind

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"Sem uma história, não há razão para construir": entrevista com Daniel Libeskind - Imagem de Destaque
Museu Judaico de Berlim. Imagem © Hufton+Crow

Daniel Libeskind (n. 1946, Lodz, Polônia) estudou arquitetura na Cooper Union em Nova York, graduou-se em 1970 e recebeu seu diploma de pós-graduação na Universidade de Essex, na Inglaterra, em 1972. Enquanto seguia a carreira de professor, ganhou o concurso internacional de 1989 para projetar o Museu Judaico em Berlim, antes mesmo de construir um único edifício. Ele então, mudou-se com sua família para lá estabelecendo um escritório com sua esposa Nina e dedicou a próxima década à conclusão do museu que abriu em 2001. O projeto levou a uma série de outras comissões de museus que exploraram noções como memória e história na arquitetura.

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Cultura e arquitetura na América: projetos habitacionais nos países da União Pan-Americana

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O final do século XIX nas Américas é marcado por uma onda de disputas históricas e transformações políticas que têm como pano de fundo a busca por uma identidade nacional. A época registra uma série de conflitos e disputas pelas independências daqueles que hoje conhecemos como países e repúblicas soberanas. É neste contexto que surgem os movimentos pan-americanos, ou ainda hispano-americanos, que, apesar de terem influências políticas variadas e distintas entre si, almejavam uma unificação de todos os territórios do continente Americano. 

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Art Deco: como a descoberta, a invenção e a moda criaram um movimento

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Art Deco ou Arts Décoratifs originou na década de 1920, após a Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes realizada em Paris (1925). No entanto, somente na década de 1930 o movimento ganhou força na Europa e nos EUA, ampliando o Art Deco e abrangendo todos os elementos da arte decorativa, incluindo mobiliários, design de interiores, joias e arquitetura. Sua popularidade decorre de suas origens únicas. Em vez de um movimento de design impulsionado por forças políticas ou filosóficas, ele foi criado pelo desejo de uma mudança glamourosa e atraente, um reflexo da era de ouro em Hollywood e um boom econômico generalizado.

Caracterizado por sua decadência, rica aplicação de cores e formas geométricas, o movimento é influenciado pela descoberta de artefatos de civilizações antigas e pela introdução e admiração do automóvel. Como um movimento fortemente influído por aspectos em voga, procurou criar uma forma de modernidade luxuosa, a um passo de uma arquitetura mais tradicional, enfatizando elementos artesanais e projetados individualmente, raramente produzidos em massa.

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O que o futuro e a crise climática reservam para as cidades costeiras?

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As cidades litorâneas sempre foram um ponto de atração para moradores, turistas e empresas. Além das características estéticas, a proximidade com o mar tornou estas cidades um foco de transporte marítimo com a construção de portos, bem como polos de atividades recreativas e aquícolas. No entanto, nas últimas décadas, essas regiões têm sido ameaçadas pelo aumento dos níveis de água, inundações e ciclones recorrentes, juntamente com outros desastres naturais que puseram em perigo suas comunidades, colocando sua população, ecossistema e ambiente construído em risco.

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O espraiamento urbano é uma tragédia dos comuns

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Em condições normais, a maioria das pessoas gosta de viver em lugares com fácil acesso à sua vida cotidiana. É bom poder levar seus filhos a pé para o jardim de infância e é mais fácil manter uma vida social quando muitos de seus amigos moram na mesma rua que você. Quando você fica sem sabão, você é grato por poder reabastecer na mercearia no andar de baixo, ao invés de ter que dirigir 20 minutos até o supermercado. 

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Um novo guia abrangente sobre a arquitetura da África Subsaariana

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Comparados ao Ocidente e Oriente, a consciência e o conhecimento da arquitetura da África subsaariana - África ao sul do deserto do Saara - são escassos. Um novo livro pretende mitigar esse descuido, e é uma conquista significativa. Architectural Guide Sub-Saharan Africa (editora DOM, 2021), organizado por Philipp Meuser, Adil Dalbai e Livingstone Mukasa, levou mais de seis anos para ser elaborado. O guia de sete volumes apresenta a arquitetura nos 49 estados-nação subsaarianos do continente, inclui contribuições de cerca de 340 autores, 5.000 fotos, mais de 850 edifícios e 49 artigos expressamente dedicados a teorizar a arquitetura africana em seus aspectos sociais, econômicos, históricos e contexto cultural. Entrevistei dois dos editores — Adil Dalbai, pesquisador e arquiteto praticante especializado na África subsaariana, e Livingstone Mukasa, um arquiteto nativo de Uganda interessado nas interseções entre a história da arquitetura e a antropologia cultural — sobre os desafios de criar o guia, algumas de suas revelações sobre a arquitetura da África e seu impacto potencial.

Como desenvolver bairros amigáveis à primeira infância?

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Para quem você projeta uma cidade? Dificilmente sua resposta terá em mente um bebê ou uma criança de até seis anos de idade, período que define a primeira infância. No entanto, são diversas as diretrizes e ações que podem ser tomadas para incluir esse público no planejamento urbano. Afinal, é nesse momento que começam as primeiras relações de um cidadão com a urbanidade e é fundamental que haja o melhor acolhimento possível. 

Casas brasileiras: 25 residências que empregam estratégias de ventilação natural

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Com uma extensão territorial de mais de 8,5 milhões de km², o Brasil é um país com enorme diversidade geográfica e climas que variam a cada região. Isso significa que as estratégias de ventilação natural na arquitetura devem ser analisadas a partir das especificidades locais, o que implica na análise do relevo, clima, entorno e das variações das condições de vento, além do estudo do projeto arquitetônico em si.

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Como seriam as cidades se fossem projetadas por mulheres?

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Como seriam as cidades se fossem projetadas por mulheres? - Imagem de Destaque
Foto © Thiago Silva

Você já parou para pensar que, praticamente todas as cidades do mundo, desde os primórdios da humanidade, foram e continuam sendo criadas e pensadas por homens? Do planejamento urbano ao desenho dos edifícios, dos transportes públicos às cadeiras – as mulheres pouco fizeram parte do processo de criação de tudo que nos rodeia.

Cabanas, casas de campo e complexos residenciais em Nova York

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A cultura do projeto residencial de Nova York vai muito além da Big Apple. O Hudson Valley é uma região que se estende ao longo do rio Hudson, do condado de Westchester a Albany. Conhecido por seus vinhedos, pomares e fazendas, o vale do rio inclui uma série de pequenas cidades e casas remotas. Hoje, essas residências rurais estão sendo projetadas para explorar as conexões entre pessoas, natureza e lugar.

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A importância das paletas de cores em um projeto de arquitetura

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Além do conforto térmico, acústico e lumínico, as cores são fatores que influenciam a sensação que sentimos ao estar num ambiente e tornam-se um forte dispositivo para influenciar o comportamento do usuário.

Muito além de preferências estéticas, o uso de determinadas cores podem trazer diferentes significados que abrangem outros campos como a psicologia ou simbologia. Portanto, é sabido que uma cor não depende apenas da luz e do ambiente, mas também da percepção que temos dela. O alemão Johann Wolfgang Von Goethe, que se aprofundou no estudo da Teoria das Cores, aponta que a identificação dos tons é subjetivo, mas os efeitos são universais. Como exemplo, as cores quentes (vermelho, amarelo e laranja) são mais dinâmicas e causam sensações de conforto e estímulo nas pessoas, já as cores frias (verde, roxo e azul) possuem um efeito mais suave, acalmante e estático.  Sendo assim, criar uma paleta de cores é uma possibilidade de gerar diferentes sensações na percepção do espaço.

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Arquitetura em animações: explorando os mundos de Hayao Miyazaki

Roteiristas de cinema e animações, especificamente nos animes, procuram incorporar cenários com uma arquitetura diversa como artifício para ajudá-los a contar suas histórias. Suas influências vão desde vilarejos medievais até metrópoles futuristas. A arquitetura como área do conhecimento abrange uma ampla gama de elementos a serem estudados, com cada período da arquitetura comunicando e realçando seu contexto histórico através de seu design. No entanto, em filmes e animes, todos os contextos por trás do design de um edifício podem ser condensados em um único frame, poderoso o suficiente para contar mil histórias.

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Desenhos transparentes: visualizando a arquitetura de novo

Desenhos e visualizações são arquitetura por si só. Como meios de reconsiderar o que vemos ou o que poderia ser, os estilos de desenho são tão diversos quanto os meios pelos quais são produzidos. Para os desenhos transparentes, a observação e a imaginação andam de mãos dadas. Não só este estilo único requer um exame crítico, mas também a capacidade de conceituar novas possibilidades.