Vivendo em um casulo: o fascínio pelas habitações mínimas e portáteis

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“Com o perdão do mestre [Le Corbusier], a casa é uma máquina para carregar consigo e a cidade uma máquina a qual conectar-se”. Essa frase foi dita há quase 60 anos por David Greene, arquiteto fundador do grupo inglês Archigram, em ocasião da apresentação do Living Pod, um estudo para uma casa cápsula que poderia se transformar em um trailer. A ideia principal era que a estrutura pudesse ser conectada e desconectada das cidades dando forma à Plug-In City. Seu interior mínimo a delimitava como uma cápsula hermética, pequena e confortável, com o espaço pensado a partir de compartimentos planejados para múltiplos usos. O Living Pod foi um dentre tantos outros projetos igualmente utópicos e ousados desse grupo que parecia ter uma fixação em estruturas nômades e mutantes como a Walking City e a Instant City.

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Sobre este autor
Cita: Camilla Ghisleni. "Vivendo em um casulo: o fascínio pelas habitações mínimas e portáteis" 07 Jan 2024. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/996924/vivendo-em-um-casulo-o-fascinio-pelas-habitacoes-minimas-e-portateis> ISSN 0719-8906

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