
Foi no início da década de 1960 que os jovens arquitetos Plínio Croce e Roberto Aflalo se uniram a Gian Carlo Gasperini para participar do maior concurso internacional da época, organizado pela UIA (Associação Internacional de Arquitetos). O desafio era projetar a mais alta torre de escritórios da América Latina que abrigaria a sede da Peugeot, em Buenos Aires. A vitória no concurso, com o edifício de 55 andares, foi o incentivo que faltava para criarem o aflalo/gasperini arquitetos apostando em projetos contemporâneos, focados em aspectos tecnológicos e, como eles mesmo definem, apresentando uma linguagem clara e honesta, sempre visando a satisfação dos clientes.
A partir dos anos 80, uma segunda geração formada no próprio escritório, incluindo Luiz Felipe Aflalo Herman e Roberto Aflalo Filho, assumiu gradativamente a sua condução, coincidindo com um período de forte crescimento da economia do país e de São Paulo, o que, por sua vez, viabilizou uma escala de projetos arquitetônicos até então inexistente no Brasil. Nesse contexto, a experiência que começou com o edifício-sede da Pegout se desdobrou em inúmeras outras torres que marcaram e ainda marcam o skyline da capital paulista.















