Da Roma antiga à contemporaneidade: a evolução das estufas

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De acordo com Plínio, os médicos do imperador romano Tibério o instruíram a consumir uma fruta da família Cucurbitaceae todos os dias. Para cultivar frutos como melão e pepino o ano todo em sua ilha natal de Capri, Tibério dirigiu a construção de uma obra: “[Ele] havia levantado canteiros feitos em estruturas sobre rodas, por meio dos quais os frutos eram movidos e expostos ao calor total do sol; enquanto, no inverno, eles eram retirados e colocados sob a proteção de molduras 'envidraçadas' com pedra.”

Assim começa o livro The Conservatory: Gardens Under Glass. Ilustrando seu texto com fotografias impressionantes, os autores Alan Stein e Nancy Virts, co-fundadores das Estufas de Tanglewood de Maryland, pesquisam a evolução dessa estrutura na Europa, América do Norte e, finalmente, no mundo. A estufa, uma consequência do comércio global, imperialismo e inovação, incorpora um salto histórico na combinação de arquitetura e paisagismo - a extensão da estação de cultivo através da manipulação do sol.

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Sobre este autor
Cita: Mitchell Tada, Grace. "Da Roma antiga à contemporaneidade: a evolução das estufas" [From Ancient Rome to Contemporary Singapore: The Evolution of Conservatories] 22 Jan 2021. ArchDaily Brasil. (Trad. Sbeghen Ghisleni, Camila) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/955119/da-roma-antiga-a-contemporaneidade-a-evolucao-das-estufas> ISSN 0719-8906

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