"Parasita" e a arquitetura de interiores do cinema

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O episódio mais recente do Arquicast trata do premiado e surpreendente filme sul-coreano Parasita (2019). O diretor Bong Joon-Ho nos convida a refletir sobre fatos e estigmas de uma realidade social que, apesar de focada numa determinada cultura, é representativa de contextos urbanos diversos, como o sul-americano. A luta de classes, afinal, é característica das sociedades modernas e se vê refletida nos espaços que abrigam essas sociedades. Neste sentido, Parasita é uma aula sobre como as desigualdades estruturais desenham a qualidade do ambiente onde vivemos.

O filme parte de uma premissa relativamente simples: uma família pobre percebe uma oportunidade financeira em trabalhar para uma família rica prestando serviços de todos os tipos. Mas, para que possam otimizar seus rendimentos, precisam manipular a situação a seu favor, criando aparências: falsificam documentos, escondem os vínculos familiares que os unem e mentem sobre suas qualificações. Tampouco parecem se importar com o prejuízo que possam causar aos demais envolvidos, tão absortos que estão em sua própria necessidade.

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Sobre este autor
Cita: Arquicast. ""Parasita" e a arquitetura de interiores do cinema" 03 Nov 2020. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/950745/parasita-e-a-arquitetura-de-interiores-do-cinema> ISSN 0719-8906

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