Permeabilidade e leveza nas fachadas metálicas perfuradas

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O escritório nova-iorquino Diller Scofidio + Renfro (DS+R) chamou atenção mundial em 2002 com o Blur Building, para a Expo Suíça daquele ano. O volume era formado através de 35.000 bicos de alta pressão que expeliam a água do lago sobre o qual se localizava, criando uma enorme nuvem artificial. Sua forma, limites, cores e translucidez se alteravam com o sol e a força do vento e produziam uma experiência imersiva aos usuários, adentrando um volume completamente permeável. Dez anos depois, Carla Juaçaba e Bia Lessa projetaram o Humanidade2012 para a exposição Rio +20, em que diversos volumes programáticos foram dispostos em uma enorme estrutura de andaimes. Com mais vazios do que cheios, suas extremidades se desmaterializavam no céu e durante a noite os volumes pareciam flutuar. Segundo as arquitetas, “a própria movimentação das pessoas no edifício transformava os visitantes em objetos de exposição visto de longe.” Os dois projetos temporários, mesmo com diferenças de escala e contexto, se unem no êxito ao trabalhar com as noções de translucidez, leveza, dissolução de limites e o movimento.

Permeabilidade e leveza nas fachadas metálicas perfuradas - Imagem 15 de 27
© Leonardo Finotti / © Courtesy of DS+R
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Sobre este autor
Cita: Eduardo Souza. "Permeabilidade e leveza nas fachadas metálicas perfuradas" 09 Set 2020. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/941829/a-translucidez-e-leveza-das-fachadas-metalicas-perfuradas> ISSN 0719-8906

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