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Instalação de Philip Beesley questiona se os edifícios do futuro poderão reagir às necessidades de seus habitantes

  • 15:00 - 3 Fevereiro, 2018
  • por
  • Traduzido por Vinicius Libardoni
Instalação de Philip Beesley questiona se os edifícios do futuro poderão reagir às necessidades de seus habitantes
Instalação de Philip Beesley questiona se os edifícios do futuro poderão reagir às necessidades de seus habitantes, © Philip Beesley
© Philip Beesley

Astrocyte é um objeto arquitetônico vivo que pode facilmente ser confundido com uma obra de ficção científica. Envolvendo nossos sentidos em uma experiência imersiva, a estrutura aérea projetada pelo artista e arquiteto Philip Beesley combina química, inteligência artificial e um ambiente sonoro sensível. Astrocyte, em tradução do grego, significa literalmente estrela e célula, termos bastante apropriados para esta estrutura tão complexa que pode reagir de acordo com os movimentos dos espectadores, gerando padrões de luz, vibrações e sons.

© Philip Beesley © Philip Beesley © Philip Beesley © Philip Beesley + 9

© Philip Beesley
© Philip Beesley

Em outubro passado, durante a Expo for Design, Innovation and Technology de Toronto, Astrocyte foi apresentado ao mundo. Uma instalação orgânica similar a um complexo sistema neural com suas milhares de conexões sinápticas. A estrutura feita de vidro combina uma variedade de óleos, produtos químicos e outras soluções fazendo com que pareça de fato com um sistema orgânico vivo. O multifacetado Astrocyte é composto por 300.000 elementos que combinam uma série de eventos dinâmicos, luzes, estruturas de vidro e diversos sensores eletrônicos.

© Philip Beesley
© Philip Beesley
© Philip Beesley
© Philip Beesley

Seu sistema biológico sintético é capaz de sensibilizar-se com estímulos e alterar sua forma através de mecanismos cinéticos que articulam as partes da estrutura. Estas características permitem que o Astrocyte interaja com os humanos como uma verdadeira estrutura orgânica com vida própria. No centro do conjunto, o elemento mais impressionante é uma estrutura em forma de estrela que se acende e se apaga. 

Desenvolvido em colaboração com o grupo Living Architecture Systems liderado por Philip Beesley, da Universidade de Waterloo, o Astrocyte nos faz pensar na seguinte questão: Será que no futuro os próprios edifícios poderão interagir de forma ativa, compreendendo as necessidades dos usuários e promovendo o bem estar de seus moradores?

Em entrevista à Farmboy Fine Arts, Philip Beesley disse: "Este é um trabalho de fôlego, mas de natureza delicada, e isso parece motivar as mais diferentes formas de interação ... Observar as pessoas se comunicando com estes elementos é bastante inspirador uma vez que uma série de respostas inesperadas começam a surgir. Será que podemos instigar as pessoas a pensar em outras diferentes formas de interação, mais sustentáveis talvez?"

© Philip Beesley
© Philip Beesley
© Philip Beesley
© Philip Beesley

A equipe multidisciplinar tem avaliado possibilidades para desenvolver novos estudos de ambientes interconectados através de pesquisa que contemplem o desenvolvimento de protótipos experimentais em escala 1:1. O Astrocyte, assim como muitos dos outros projetos atualmente em desenvolvimento pela equipe, nos permite vislumbrar um futuro onde os ambientes poderão adaptar-se e transformar-se para melhor responder às demandas de seus habitantes.

Via: Living Architecture Systems Group e Philip Beesley.

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Sobre este autor
Ella Thorns
Autor
Cita: Thorns, Ella. "Instalação de Philip Beesley questiona se os edifícios do futuro poderão reagir às necessidades de seus habitantes" [Living Architecture 'Astrocyte' Questions Whether Buildings Can Think and Care] 03 Fev 2018. ArchDaily Brasil. (Trad. Libardoni, Vinicius) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/887756/instalacao-de-philip-beesley-questiona-se-os-edificios-do-futuro-poderao-reagir-as-necessidades-de-seus-habitantes> ISSN 0719-8906