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Clássicos da Arquitetura: Planetário de Brasília / Sérgio Bernardes

Clássicos da Arquitetura: Planetário de Brasília / Sérgio Bernardes
Clássicos da Arquitetura: Planetário de Brasília / Sérgio Bernardes, © Joana França
© Joana França

© Joana França © Joana França © Joana França © Joana França + 39

Duas cúpulas semi-esféricas sobrepostas rodeadas por dezesseis volumes idênticos, separados entre si por faixas radiais de um metro de espessura. A cúpula interna apresenta um diâmetro externo de doze metros e meio, que se apoia sobre um tambor de dois metros e trinta centímetros de altura, atingindo assim uma altura total de oito metros e sessenta centímetros. A cúpula externa, por sua vez, amplia o raio da cúpula interna em um metro e trinta centímetros e a altura do tambor na mesma medida. Seu diâmetro resulta então em quinze metros e dez centímetros e sua altura total, onze metros e vinte centímetros.

© Joana França
© Joana França
Corte A. Via Taciana Assumpção Vaz, 2012
Corte A. Via Taciana Assumpção Vaz, 2012

Os volumes perimetrais são prismas cujas bases são trapézios circulares. Encontram-se elevados do solo em dois metros e noventa centímetros, e apresentam uma altura de cinco metros e setenta centímetros. Ampliam em planta o raio do edifício em nove metros e quarenta e cinco centímetros, medida que representa a altura do trapézio. Sua base maior, que determina as faces externas do edifício, não segue entretanto o perímetro da circunferência: constrói, ao contrário, uma curva côncava cuja flecha mede trinta centímetros. O edifício é determinado assim por uma sequência radial de dezesseis faces côncavas, cegas, de concreto aparente, distanciadas em um metro. Em outras palavras: um hexadecágono de lados côncavos.

© Joana França
© Joana França

Os pilares perimetrais do edifício ajustam-se às faces laterais dos volumes trapezoidais e ao espaçamento entre eles, criando pares de pilares paralelos. Sua implantação é tal que amplia em um metro e vinte e cinco centímetro o raio em planta do edifício. Apresentam uma base de dois metros e trinta e cinco centímetros de comprimento, constante no pavimento subterrâneo, e decrescente a partir do nível térreo, criando nesse pavimento uma face lateral retângulo-trapezoidal. As espessuras dos pilares, de vinte centímetros, são evidenciadas nas arestas laterais das faces côncavas. No entanto, vistos de fora os pares de pilares mostram-se como volumes únicos inclinados de um metro e quarenta centímetros de espessura, que sobrepassam tanto ao exterior quanto ao interior o perímetro dos volumes trapezoidais.

© Joana França
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© Joana França

O edifício está implantado no centro de um piso quadrado de quarenta e sete metros e meio de lado. Sua entrada está posicionada sob o volume trapezoidal centralizado à esquina noroeste do quadrado. Este volume de acesso e os dois volumes seguintes de cada lado não apresentam pavimento superior, ao contrário dos restantes. Sua altura interna total é livre, apenas cortada por três passarelas idênticas de que dão continuidade ao piso superior. Esses elementos aéreos ressaltam-se no interior do edifício: uma estrutura metálica branca completamente fechada por painéis de vidro transparente. Configuram uma sequência de três passagens tubulares de seção octogonal.

© Joana França
© Joana França
© Joana França
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  • Arquitetos

  • Localização

    Setor de Difusão Cultural, Via N1 - Eixo Monumental, Brasília - DF, 70070-350, Brasil
  • Ano de Conclusão

    1974
  • Ano do projeto

    1970
  • Fotografias

Localização aproximada, pode indicar cidade/país e não necessariamente o endereço exato. Cita: Igor Fracalossi. "Clássicos da Arquitetura: Planetário de Brasília / Sérgio Bernardes" 25 Abr 2015. ArchDaily Brasil. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/br/765434/classicos-da-arquitetura-planetario-de-brasilia-sergio-bernardes> ISSN 0719-8906