
O coletivo Arquitetura Bicha surgiu na pandemia, a partir do interesse em ler materiais sobre gênero e sexualidade na arquitetura. Os integrantes passaram a se reunir semanalmente para debater e investigar a bibliografia sugerida por cada um deles. Livros de teoria queer, feminismo e arquitetura foram dando ideias ao coletivo, que abriu um perfil na rede social Instagram, com o o objetivo de compartilhar as discussões.
Os encontros que começaram com uma hora de duração passaram a ter três horas. Segundo os entrevistados, as discussões “foram acendendo o fogo e a vontade de ficar junto para, também, criar uma rede afetiva de amigos.” A partir dessas leituras, então, o coletivo recebeu alguns convites para falar em universidades e a construir algumas parcerias com outros coletivos. “Tentamos entender um pouco como é essa presença LGBTQIA+ na cidade, na arquitetura e no urbanismo.”

