O site de arquitetura mais visitado do mundo
Tudo
Projetos
Produtos
Eventos
Concursos
  1. ArchDaily
  2. Artigos
  3. Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"

Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"

Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"
Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel", Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"
Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"

Recentemente exibido no Arquitectura Film Festival Santiago de Chile 2012, o documentário "Grande Hotel" mostra o decadente estado atual de um hotel de 12000 m², ostentoso e imponente, construído em 1955 nas costas da colônia portuguesa de Beira, em Moçambique. A diretora Lotte Stoops contrapõe imagens da época - que ilustram a majestosidade de seus espaços interiores e jardins - com material contemporâneo que coloca em evidência a transformação do edifício 60 anos mais tarde, onde atualmente vivem em suas ruínas mais de 2500 pessoas que tentar seguir a diante.

FICHA TÉCNICA

Titulo original: Grande Hotel
Ano: 2010
Duração: 70 min.
Origem: Bélgica, Moçambique
Diretor: Lotte Stoops
Produtor: Ellen De Waele
Co-Produtor: Denis Vaslin
Diretor de Fotografia: Joao Robeiro
Produção: Serendipity films, Volya Films

Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"
Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"

SINOPSE

Berta ainda não se sente em casa como em Portugal, incluso depois de 33 anos. Como uma verdadeira "branca de Moçambique", ela sente que está de férias na casa de alguém. Suas reflexões nos levam a seu verdadeiro "lar": A cidade de Beira.

Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"
Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"

Neste lugar está o Grande Hotel, símbolo da turbulenta história de Moçambique, um testemunho ocular do colonialismo, as festas de fim de ano, as luas de mel e a guerra civil. Este orgulho do regime colonial, construído em 1955, estava condenado ao fracasso. O sonho e a realidade estavam distantes.

60 anos depois, é o lar de mais de 2500 visitantes "permanentes". Nada é o que foi. Somente são ruínas. Conhecemos sua nova realidade através de Moisés e Lapiston, dois bons amigos com uma vida igualmente turbulenta como a cidade na qual vivem. Moisés subiu na hierarquia da organização social interna e portanto conhece os manejos do Hotel como a palma de sua mão. Os residentes possuem poucos contatos com o mundo exterior e formam um enclave que os demais habitantes da cidade evitam.

Pouco a pouco, o passado do hotel - e, portanto, de Moçambique -, se filtra com tomadas de arquivo, como "fantasmas do passado" que ressonam paradoxalmente hoje em dia. Nos contam como este edifício ficou vazio durante a guerra civil e as graves inundações em Moçambique. Apresenta-se a história revolucionária deste país e as pegadas deixadas pelo hotel.

Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"
Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"

Moisés ajudou a construir a nova mesquita e o salão de beleza no novo complexo junto de sua esposa Eliza, que dirige um pequeno comércio. Os sonhos e os desejos dos protagonistas para seus futuros se alternam como o que os fantasmas tinham em mente para o edifício: a partir de uma implosão controlada, passou a ser de museu de estado glorioso da cidade a uma universidade das pessoas.

Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"
Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"

Sobre este autor

Veja mais:

Notícias Artigos
Cita: Franco, José Tomás. "Cinema e Arquitetura: "Grande Hotel"" [Cine y Arquitectura: "Grande Hotel"] 21 Dez 2012. ArchDaily Brasil. (Trad. Delaqua, Victor) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/85722/cinema-e-arquitetura-grande-hotel> ISSN 0719-8906

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.