
Para ir ao assunto. Neste escrito trato de opor e preferir a arquitetura da imaginação à arquitetura da ilusão ou da fantasia. Mas em geral: trato de opor a imaginação à ilusão. Creio que este poderia ser um reativo que permitisse distinguir entre si obras em aparência vinculadas ou próximas. Desde esta posição, creio que se compreenderá facilmente que, por exemplo, a arquitetura de Albert Viaplana não é senão arquitetura da ilusão, enquanto que a de Enric Miralles é arquitetura da imaginação. Escrevo agora acerca disto, para que ao leitor dê vontade de se colocar a imaginar por sua conta, sem se fazer ilusões.
