1. ArchDaily
  2. Ancestrais

Ancestrais: O mais recente de arquitetura e notícia

Arquitetura comunitária para a cura: A Oca da Saúde no Movimento Integrado de Saúde Mental 4 Varas

Subscriber Access | 

A Oca da Saúde é uma das construções que compreendem o Movimento Integrado de Saúde Mental (MISMEC) 4 Varas, localizada na Barra do Ceará, periferia de Fortaleza, funcionando como um espaço de cura, oferecendo cuidados e experiências holísticas gratuitas à comunidade. A construção foi erguida por mestres tradicionais juntamente com os moradores da região, possuindo uma tipologia arquitetônica de caráter afro-indígena com rico simbolismo ancestral.

Arquitetura comunitária para a cura: A Oca da Saúde no Movimento Integrado de Saúde Mental 4 Varas - Image 1 of 4Arquitetura comunitária para a cura: A Oca da Saúde no Movimento Integrado de Saúde Mental 4 Varas - Image 2 of 4Arquitetura comunitária para a cura: A Oca da Saúde no Movimento Integrado de Saúde Mental 4 Varas - Image 3 of 4Arquitetura comunitária para a cura: A Oca da Saúde no Movimento Integrado de Saúde Mental 4 Varas - Image 4 of 4Arquitetura comunitária para a cura: A Oca da Saúde no Movimento Integrado de Saúde Mental 4 Varas - Mais Imagens+ 14

Ailton Krenak: "Em vez de operar na paisagem, devemos nos confundir com ela"

Subscriber Access | 

Ailton Krenak é um ambientalista, filósofo, escritor e poeta, doutor honoris causa pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Como líder indígena, exerceu papel fundamental na conquista dos Direitos Indígenas na Constituição de 1988. Suas ideias têm sido compartilhadas em palestras, aulas e livros como Ideias para adiar o fim do mundo, A vida não é útil e Futuro Ancestral.

Krenak articula imagens de suas experiências vividas em conceitos, e os transmite por meio de uma linguagem baseada na oralidade e na poesia. Sua cosmovisão não distingue paisagem e ser humano, animais, rios e montanhas, e seu chamado por novos modos de vida é urgente: precisamos "arrebentar o chão para que as águas que estão canalizadas possam invadir a superfície." Em 5 de setembro, esteve em São Paulo para uma palestra no Archtrends Summit 2023 organizado pela Portobello, onde pudemos conversar sobre cidades, florestas e o futuro da Terra.

Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza

Subscriber Access | 

Terra é o título da participação do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023, uma exposição com curadoria de Gabriela de Matos e Paulo Tavares que ocupa os espaços do pavilhão brasileiro no Giardini. Dividida em duas galeiras, a mostra propõe questionar os cânones da arquitetura moderna ao mesmo tempo que busca em narrativas ancestrais invisibilizadas alternativas para um futuro de-colonizado e descarbonizado. Terra é o primeiro pavilhão brasileiro a ser reconhecido com o prêmio máximo da Bienal de Arquitetura de Veneza, o Leão de Ouro.

Num esforço para ampliar o acesso ao conteúdo exposto em Veneza, apresentamos aqui os textos e imagens da segunda galeria, chamada Lugares de origem, arqueologias do futuro. A primeira galeria, De-colonizando o cânone, pode ser revista aqui. O ArchDaily agradece à Fundação Bienal de São Paulo, que generosamente cedeu o material do pavilhão Terra para esta publicação.

Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 1 of 4Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 2 of 4Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 3 of 4Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 4 of 4Lugares de origem, arqueologias do futuro: pavilhão Terra do Brasil na Bienal de Veneza - Mais Imagens+ 15

De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza

Subscriber Access | 

Terra é o título da participação do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza 2023, uma exposição com curadoria de Gabriela de Matos e Paulo Tavares que ocupa os espaços do pavilhão brasileiro no Giardini. Dividida em duas galeiras, a mostra propõe questionar os cânones da arquitetura moderna ao mesmo tempo que busca em narrativas ancestrais invisibilizadas alternativas para um futuro de-colonizado e descarbonizado. Terra é o primeiro pavilhão brasileiro a ser reconhecido com o prêmio máximo da Bienal de Arquitetura de Veneza, o Leão de Ouro.

Num esforço para ampliar o acesso ao conteúdo exposto em Veneza, apresentamos aqui os textos e imagens da primeira galeria, chamada De-colonizando o cânone. A segunda galeria, Lugares de origem, arqueologias do futuro, pode ser vista aqui. O ArchDaily agradece à Fundação Bienal de São Paulo, que generosamente cedeu o material do pavilhão Terra para esta publicação.

De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 1 of 4De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 2 of 4De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 3 of 4De-colonizando o cânone: pavilhão "Terra" do Brasil na Bienal de Veneza - Image 4 of 4De-colonizando o cânone: pavilhão Terra do Brasil na Bienal de Veneza - Mais Imagens+ 16